giovedì 22 settembre 2016

Dopo il Re e la Regina cadono tutti gli altri pezzi della scacchiera PT : arrestato in sala operatoria l'ex ministro delle Finanze Guido Mantega



O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi preso na manhã desta quinta-feira (22) em São Paulo na 34ª fase da Operação Lava Jato. O mandado é de prisão temporária.
José Roberto Batochio, advogado de Guido Mantega, afirmou que policiais foram à casa do ex-ministro, em Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista, para cumprir mandados de busca e apreensão. Ele não soube dizer quais objetos foram apreendidos.

Depois, policiais foram ao hospital Albert Einstein, no Morumbi, Zona Sul de São Paulo, onde Mantega estava com a mulher que passou por uma cirurgia.

"Ele está sendo retirado da sala de cirurgia por policiais nesse momento", disse Batochio ao G1 às 7h50.

Policiais federais estão nas ruas desde a madrugada desta quinta para cumprir mandados da to. As ordens judiciais estão sendo cumpridas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e no Distrito Federal. A ação foi batizada de Operação Arquivo X.

Foram expedidos 33 mandados de busca e apreensão, oito de prisão temporária e oito de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento.

Em São Paulo são cumpridos 9 mandados: 2 de prisão e 7 de busca e apreensão - desses, 6 na capital e um em Sorocaba.

A atual fase investiga fatos relacionados à contratação pela Petrobras de empresas para a construção de duas plataformas (P-67 e P70) para a exploração de petróleo na camada do pré-sal, as chamadas Floating Storage Offloanding (FSPO´s).

Por meio de fraude do processo licitatório, corrupção de agentes públicos e repasses de recursos a agentes e partidos políticos responsáveis pelas indicações de cargos importantes da estatal, as empresas se associaram na forma de consórcio para obter os contratos de construção das duas plataformas muito embora não possuíssem experiência, estrutura ou preparo para tanto, segundo a PF.

33ª fase
A penúltima fase da operação foi deflagrada no dia 2 de agosto e foi batizada de Resta Um. O principal alvo foi a Queiroz Galvão, suspeita de fraudar licitações da Petrobras e de pagar propina para evitar investigações de uma CPI no Senado.

O ex-presidente da construtora Ildefonso Colares Filho e o ex-diretor Othon Zanoide de Moraes Filho foram presos preventivamente. Já Marcos Pereira Reis, que é ligado ao consórcio Quip, foi solto no dia 9 de agosto.

Fonte : Globo 

lunedì 12 settembre 2016

Il credito rotativo raggiunge in Agosto il tasso delirante del 450% ! Chist so' pazz !!


As taxas de juros subiram de julho para agosto e encareceram ainda mais o crédito para consumidores e empresas, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

No caso das linhas para pessoas físicas, subiram as taxas cobradas na maioria das modalidades, com destaque para o cartão de crédito rotativo, cujos juros passaram de 447,44% ao ano, em julho, para 451,44% ao ano, em agosto. Na sequência, está o cheque especial. De 293,79% ao ano, a taxa passou de 296,33% ao ano, em agosto.

Considerando todas as modalidades, a taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma elevação: de 8,09% ao mês (154,35% ao ano) em julho para 8,13% ao mês (155,48% ao ano) em agosto de 2016. Essa é a maior maior taxa de juros desde agosto de 2003, de acordo com a pesquisa.

Para os próximos meses, a Anefac afirma acreditar que, "tendo em vista o cenário econômico atual, que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência, a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas".

Fonte : Globo

sabato 10 settembre 2016

Con la privatizzazione il Brasile spera di attirare il capitale privato . Intervista di EPOCA al ministro della Fazenda Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, avançou na semana passada mais um trechinho da maratona que tem pela frente – o ajuste das contas públicas no Brasil.

Na quinta-feira à noite, o Senado aprovou o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), com que o governo de Michel Temer espera acelerar a venda de ativos estatais e atrair capital privado. 

Se der certo, ajudará o governo federal a fechar as contas. Se der muito certo, ajudará também a gerar empregos e a tirar os governos estaduais do buraco em que se encontram. O ministro, porém, não arreda pé de seu otimismo cauteloso. E lembra que o ajuste terá pela frente meses e meses de discussões difíceis no Congresso.



ÉPOCA – O governo já decidiu os detalhes da reforma da Previdência, como idade mínima e regras de transição?
Henrique Meirelles – A reforma não está definida ainda. Não estamos prontos para anunciar detalhes. Ela será apresentada até o fim deste mês. Basicamente, ela precisará ter uma idade mínima, como há em vários países, para evitar que a pessoa se aposente quando ainda tem muitos anos de mercado de trabalho pela frente. Isso é fundamental. E temos de assegurar que haja um período mínimo de contribuição.
ÉPOCA – Ela segue este mês mesmo? Há políticos descrentes com a possibilidade de avançar com a reforma.
Meirelles – Existe uma discussão técnica, que é a reforma. E existe uma discussão política, que é o melhor momento de apresentá-la ao Congresso. A decisão de apresentar neste mês foi anunciada pelo presidente. Parece-me uma decisão boa, por dar um sinal forte à sociedade de que o governo tem compromisso com o ajuste fiscal e a sustentabilidade do Estado brasileiro, e que não obedece ao calendário eleitoral. Mas, no Congresso, a proposta será objeto de debate por um período mais prolongado. Ela demandará meses de discussão e votações, possivelmente avançando pelo ano que vem.
ÉPOCA – A reforma dificultará o acesso à aposentadoria. Como convencer a população de que ela é crucial? Como discutir mudanças dolorosas enquanto o Congresso avalia dar aumentos para funcionários públicos?
Meirelles – Temos situações ameaçando diversos países e alguns estados brasileiros onde a Previdência começa a se aproximar da insolvência, isto é, o estado não tem condições de cumprir suas obrigações. O convencimento se dará à medida que se mostre aos congressistas e à população que a reforma visa garantir o acesso à aposentadoria e aos benefícios no futuro. E que visa garantir que o Brasil cresça, que não tenha uma carga fiscal que o inviabilize. A reforma é para o país crescer, gerar empregos e ter recursos para pagar uma Previdência justa, correta, de acordo com a realidade. A mensagem tem de ser: assegurar a todos o direito a algo que eles vão, de fato, receber. Sobre os salários do funcionalismo existe uma discussão sobre alocação de despesas. O pressuposto é que o país e a máquina pública continuem a funcionar. O que não podemos é manter uma Previdência que não seja financiável. Os efeitos da reforma serão de longo prazo, e não necessariamente dolorosos, de curto prazo. Não será algo a punir alguém de forma injusta.
ÉPOCA – Outro pilar do ajuste é a proposta de teto para o gasto público. Os críticos dizem que ele pode piorar serviços públicos básicos, como saúde e educação.
Meirelles – A proposta da equipe econômica é fixar um limite para o crescimento do gasto público. Mas o Congresso continuará com a prerrogativa de, dentro desse limite, alocar o orçamento de acordo com as prioridades que definir. Não compete à Fazenda interferir nas prioridades e atribuições do Legislativo e do resto do Executivo. Propusemos um regime fiscal por 20 anos, com metodologia fixada por dez anos, depois a ser fixada por proposta do presidente com aprovação do Congresso por mais dez anos. Os parlamentares são eleitos pela população para fazer esse trabalho e serão julgados pela população nas eleições, como é justo numa democracia. O ajuste é da maior importância porque será a primeira vez que a despesa pública cairá, como percentagem do PIB, desde a aprovação da Constituição de 1988. A despesa pública federal cresceu de pouco mais de 10% do PIB, em 1991, para 19,5% agora. A proposta é para mudar a dinâmica da despesa pública no Brasil. Vai gerar recursos para consumo, crédito e investimento na produção e na produtividade.
ÉPOCA – A tentativa de privatização mais recente, em Goiás, falhou. Quando veremos a primeira privatização sob as novas regras,  aprovadas pelo Congresso na quinta-feira passada?
Meirelles – Não generalizo a partir de uma ou outra situação. O plano de privatizações e concessões será anunciado ainda em setembro, possivelmente até a sexta-feira, dia 16, com o detalhamento. O que podemos dizer: o segredo de um projeto bem-sucedido diz respeito a três coisas. Primeira, previsibilidade de regras; segunda, oferta de taxas de retorno consistentes com alternativas de investimento no Brasil e no mundo; terceira, preços mínimos compatíveis com o retorno previsto no investimento. O que nos dá confiança no processo? Existe grande liquidez global, com a injeção de liquidez dos grandes bancos centrais e a falta de oportunidades, dado o crescimento sólido, mas baixo, da economia mundial. E existem oportunidades no Brasil. O Estado é grande, existe um número razoável de estatais, muita coisa a ser privatizada. E existe demanda. No Brasil, o tamanho continental, a produção no interior do país, não só no agronegócio, e a deficiência de investimento em infraestrutura fazem com que haja uma demanda grande. Quem viaja pelo Brasil vê as filas de caminhões, as estradas ruins. O que se desperdiça no transporte oneroso e ineficiente é mais que suficiente para pagar rodovias, ferrovias e portos de qualidade. A previsão de receitas com concessões e outorgas em 2016 é de R$ 22 bilhões, dos quais R$ 21 bilhões já foram arrecadados. Projetamos um pouco abaixo de R$ 24 bilhões para essa arrecadação em 2017, um número conservador e factível.
ÉPOCA – Houve críticas à lista para concessões do governo anterior, vista como inflada. A lista será refeita?
Meirelles – As obras previstas não mudam. As listas são bastante coincidentes, embora não totalmente. Foram criticados no governo anterior os estudos técnicos e a taxa de retorno. Agora, estamos trabalhando com projeções realistas de demanda e custo, com taxas de retorno que tornem os projetos viáveis, com regras que garantam competição adequada.
ÉPOCA – Quais governadores já manifestaram intenção de aproveitar as novas regras e privatizar?
Meirelles – Existem opiniões, mas não formalizadas. Acredito que os governadores vão lançar também seus projetos de privatizações e concessões.
ÉPOCA – Qual é o risco real de algum estado brasileiro quebrar?
Meirelles – O que a União poderia fazer pelos estados, já fez. Houve a renegociação da dívida, a concessão do prazo de carência até dezembro deste ano, com uma posterior retomada progressiva dos pagamentos, obedecendo à determinação do Supremo Tribunal Federal. Além disso,  há o Rio de Janeiro. Foi feita uma alocação de recursos especial para viabilizar todas as despesas extras ocorridas com Olimpíada e segurança. O que estamos fazendo agora é dar assistência técnica para que os estados contenham o crescimento das despesas. É importante a aprovação do teto dos gastos para os estados nos mesmos termos do federal, que já está incorporado no acordo e num projeto de lei.  Os estados já têm essa definição, que, de um lado, os obriga a cumprir regras e, de outro, dá condições políticas para governadores negociarem com servidores. Não é possível o estado dar mais aumento. Se der, viola o teto. Se viola o teto, perde o direito à reestruturação da dívida. E aí vai ter de voltar a pagar a dívida  num patamar insustentável. Isso não significa que será fácil. A situação dos estados é muito dura, e eles terão de tomar medidas sérias.
ÉPOCA – Ser ministro da Fazenda é mais complicado politicamente que ser presidente do Banco Central?
Meirelles – São situações muito diferentes. O BC se reúne, tem instrumentos limitados e absoluto controle sobre o que faz. Aqui no Ministério da Fazenda não é assim. Fazemos um trabalho intenso, num contexto em que 80% das despesas públicas federais são definidas pela Constituição. Trabalhamos intensamente numa proposta e, depois de ela terminada, não vamos descansar. Vamos conversar. Essas conversas estão indo bem. Temos tido apoio da sociedade e as conversas com congressistas vão bem, principalmente do ponto de vista de conscientizá-los da necessidade de ajuste.
Fonte : EPOCA

martedì 6 settembre 2016

Le migliori università del mondo


Segnalo che è uscito il ranking mondiale delle università 2016 . La migliore università brasiliana è ancora una volta la USP al 120° posto nel mondo mentre la migliore università italiana è il Politecnico di Milano al 183° posto . 
Gli interessati troveranno il ranking completo al sito : http://www.topuniversities.com