giovedì 26 maggio 2016

C'è qualcuno peggio della CAERN e si chiama Publiacqua


Per  chi non lo sapesse la CAERN è la municipalizzata che a Natal si occupa della distribuzione dell'acqua .Ho sempre pensato fosse la maggior piaga della città ma dopo quello che è accaduto a Firenze mi sto ricredendo .

Una voragine lunga 200 metri e larga 7. Oltre 20 auto inghiottite in sosta e sommerse dall'acqua, due palazzi evacuati, decine di migliaia di cittadini con i rubinetti a secco fino al pomeriggio. E un buco di sei ore tra il primo allarme per un guasto di un tubo sul Lungarno Torrigiani, alla mezzanotte di ieri e il cedimento della strada alle 6.15, letteralmente sprofondata per quattro o cinque metri verso il fiume.



 "Una ferita grave", ha detto il sindaco di Firenze Dario Nardella. E nel pomeriggio, durante l'ennesimo sopralluogo aggiunge: "Più passa il tempo e più mi pare evidente che si tratti di un errore umano". Concetto ribadito poco più tardi nella conferenza stampa di fine giornata: "Chi ha sbagliato dovrà pagare" aggiunge. "Un danno di quella natura non si crea nel giro di due ore - spiega Nardella - ho chiesto a Publiacqua una relazione dettagliata entro 24 ore. Qualcuno dovrà assumersi la responsabilità".

venerdì 20 maggio 2016

lunedì 16 maggio 2016

Le proposte del nuovo governo Temer : aumento di imposte , tagli ai programmi sociali ed aumento dell'età pensionabile .Bene !


Após a primeira reunião ministerial do Governo do presidente interino Michel Temer, a nova equipe começou a anunciar as linhas gerais da nova gestão. Nesta sexta-feira, vários ministros concederam entrevistas coletivas para falar sobre os planos e medidas para os próximos meses. O primeiro a se pronunciar foi Henrique Meirelles, da Fazenda. Os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, do Planejamento, Romero Jucá, e da Saúde, Ricardo Barros, falaram em seguida. 

Eles sinalizaram algumas mudanças que podem afetar a vida dos brasileiros:

Aumento de impostos
Os brasileiros podem prepara o bolso para mais impostos. Ao explicar a necessidade de equilibrar as contas públicas, o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não descartou o aumento de impostos ou a retomada da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). Ele afirmou que, se necessário, um tributo será aplicado de forma temporária.

Mudança da idade mínima da aposentadoria

Meirelles disse que o Governo está estudando uma proposta de idade mínima para aposentadoria. Hoje os brasileiros podem se aposentar com a idade média de 55 anos. Desde o início do Governo de Dilma Rousseff discute-se aumentar essa média para 63 anos (60 mulher e 65 anos os homens, ou igualar a idade).

Corte de subsídios e "bolsa empresário"
O novo ministro da Fazenda indicou que o governo Temer poderá rever subsídios e incentivos dados a diversos setores, como a desoneração na folha de pagamento às empresas, durante o primeiro Governo Dilma. A redução de impostos começou no final de 2008, para tentar estimular o crescimento do país e compensar os efeitos da crise mundial. Foi estendida na sequência para incentivar as empresas e evitar demissões. Caso a desoneração seja revista, empresários podem justificar cortes por aumento de gastos.

Programas sociais
Apesar de ter afirmado que os programas sociais não serão cortados, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que é preciso haver uma "avaliação bastante forte e bastante cuidadosa" desse benefícios. "O fato de se manter um programa social não quer dizer que se possa manter seu mau uso". O ministro do Planejamento, Romero Jucá, também afirmou que o Governo vai auditar os programas. O objetivo é eliminar eventuais recebimentos duplicados de benefícios.

Corte de cargos no Governo
O ministro de Planejamento anunciou que o Governo do presidente interino Michel Temer pretende reduzir 4.000 cargos de confiança e outras formas de contratação sem concurso até o final do ano para equilibrar as contas públicas. "O que nós temos é uma meta física. Se a gente puder passar dos 4.000 cargos ou postos de trabalho, nós passaremos", disse Romero Jucá. Segundo ele, todos os órgãos e empresas públicas terão que reduzir gastos e apresentar resultados.

Sem aumento de verbas para a Saúde
O novo ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que não haverá mais dinheiro para a pasta neste ano. "Não vamos ter dinheiro para tudo, não vamos resolver todas as filas e as macas nos corredores, mas podemos melhorar a qualidade dos gastos e gestão", afirmou em coletiva nesta sexta-feira. Para o ministro será necessário usar a criatividade e melhorar a eficiência do gasto do dinheiro que já existe para a área.

sabato 14 maggio 2016

Dilma spiega alla stampa straniera come è stato costruita la caduta del suo governo




Em ofensiva na imprensa estrangeira contra sua possível cassação definitiva, a presidente afastada Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira que seu governo sofreu “toda sorte de sabotagem” como forma de viabilizar sua queda.
Em coletiva com jornalistas de veículos estrangeiros no Palácio do Alvorada no dia seguinte a seu afastamento, a petista disse que as elites do país usaram o impeachment como meio de implementar um programa de governo que não teria apoio das urnas, liberal na economia e conservador em outras áreas, como cultural e social.

Dilma argumentou que seu governo propôs medidas para tirar o país da crise, mas que elas não foram aprovadas no Congresso.

“Nós, há 15 meses aproximadamente, sofremos toda sorte de sabotagem na tentativa de governar”, afirmou.

“Estávamos enfrentando uma crise e precisávamos de tomar medidas que deviam ser aprovadas pelo Congresso. Sistematicamente, todas as saídas propostas no sentido de sair da crise foram ou invalidadas, bloqueadas, ou aceitas só parcialmente.”

Também nesta sexta-feira, o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não descartou a possibilidade de criação de novos impostos, ainda que temporários, e disse que não vai retirar a proposta enviada por Dilma ao Congresso de recriação da CPMF.
Governo Temer

A presidente voltou a afirmar que o governo interino de Michel Temer não tem legitimidade.

“Tentam e querem utilizar agora da prerrogativa do impeachment fraudulento, portanto do golpe, para poder executar seu programa de governo que não foi aprovado nas urnas. Porque o programa que eu defendi, a que dei suporte, é de continuidade dos programas sociais, da inclusão social, da retomada do crescimento econômico”, afirmou.

A economia, que durante seu primeiro mandato já apresentava sinais de fraqueza, entrou em recessão na passagem para o segundo, com aumento do desemprego, inflação e juros. Para a oposição e parte da opinião pública, isso é consequência da má gestão econômica da administração de Dilma.

A presidente afastada disse durante a entrevista que seu governo procurou enfrentar a crise sem cortar nenhum programa social - ela argumentou que isso teria desagradado as elites brasileiras, que se uniram então em torno do impeachment.

“Acontece que durante 13 anos nós implementamos no Brasil um programa de inclusão social, que não era um programa liberal, que valorizava por exemplo o pré-sal. Muitas pessoas nas elites estavam descontentes com isso. Ora, há uma outra visão sobre como o país deve se comportar para sair da crise”, disse.

“Essa visão criou uma sólida aliança entre vários segmentos. Aproveitou-se de um conflito que está caracterizado no Brasil há muito tempo entre Executivo e Legislativo e perceberam condições bastante favoráveis na medida em que havia uma versão dada pela grande imprensa brasileira a respeito da situação”.


Negros e mulheres

A presidente afastada criticou a formação 100% masculina e branca do gabinete de Temer, anunciada na quinta-feira, quando o peemedebista tomou posse como presidente interino.
“Eu lamento que depois de muito tempo não haja mulheres e negros no ministério. Negro e mulher (no governo) é fundamental se você quer construir um país inclusivo, não só do ponto de vista social, mas cultural e dos direitos humanos”, criticou.

“Acho que é um governo (...) que vai ser liberal na economia e extremamente conservador na área de cultura, na área social, está mostrando isso na sua formação”.


Nova rotina
Questionada por jornalistas sobre sua vida pessoal após o afastamento, Dilma afirmou que não acredita que terá muito tempo livre agora porque terá que se dedicar a sua defesa jurídica e política. Nesta quinta-feira, o Senado determinou seu afastamento por até 180 dias, período em que será realizado seu julgamento.

O objetivo de Dilma é evitar que dois terços do Senado votem a favor de seu impeachment, algo que resultaria em seu afastamento definitivo do cargo.

A petista disse que quer viajar pelo país para se defender e que avaliará todos os convites.

“Eu vou viajar pelo Brasil sempre que me chamarem para ir. Quem me convidar, vou avaliar. Para qualquer lugar”.

Um dos jornalistas perguntou especificamente sobre um conversa com o chefe da Igreja Católica. “Se o papa me convidar, você pode ter certeza (que vou). Porque eu tenho uma imensa admiração pelo papa”.


Investigações
O ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa de Dilma, também participou da entrevista e disse acreditar que a operação Lava Jato terá continuidade no governo Temer. Segundo ele, o governo petista criou uma "cultura" de autonomia da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que seria difícil de reverter.

"Imagino que pessoas vão tentar matar a Lava Jato, mas duvido que consigam", afirmou.

Cardozo é atualmente investigado pela Procuradoria-Geral da República por ter supostamente influenciado na nomeação do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Marcelo Navarro com objetivo de soltar presos da Lava Jato. Ele nega as acusações.

Apesar de ter perdido o foro privilegiado, Cardozo acredita que a investigação continuará sobre a tutela do Supremo Tribunal Federal, e não do juiz Sergio Moro, porque Navarro possui foro.

Disse, porém, que não tem receio de ser investigado na primeira instância da Justiça. "Pode colocar o juiz que quiser para investigar esses fatos que não têm o menor cabimento".

Dilma, por sua vez, reclamou que haveria tratamento diferenciado no caso de investigações contra membros e aliados do seu governo e contra partidos que faziam oposição a sua administração.

"Sistematicamente, tudo que se acusa a nós é aceito. Tudo que se acusa ou se pede investigação da oposição é recusado. A mim tentaram sistematicamente investigar. Viraram do avesso, eu nunca tive conta no exterior, não recebo propina".
A declaração pareceu uma referência à decisão do ministro do STF Gilmar Mendes de determinar que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reavaliasse a necessidade de abrir um inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) para investigar suposto envolvimento em esquema de corrupção em Furnas.

Questionada sobre o que achava da decisão, a petista ironizou: "Acho bastante interessante, extremamente interessante".


venerdì 13 maggio 2016

Dogana brasiliana : finalmente libero ingresso di salumi , formaggi e derivati del latte


Turistas poderão, a partir de agora, entrar no Brasil com produtos de origem animal, como queijos, salames, doce de leite e manteiga. Segundo o Ministério da Agricultura, a nova normativa cria classificação de “risco insignificante” para esses produtos.

“A medida visa atender a uma demanda da sociedade, mas será limitada a 5 quilos por pessoa”, afirmou a ministra, Kátia Abreu, acrescentando ainda que deverão estar acondicionados nas embalagens originais, com rotulagem que permita sua identificação e origem. Antes, apenas os produtos processados de origem vegetal tinham autorização de ingressar no País.

Os produtos contemplados na medida estão divididos em seis grupos.

O de produtos cárneos industrializados destinados a consumo humano inclui cozidos, extratos ou concentrados de carnes; o de lácteos industrializados considera doce de leite, leite em pó, manteiga, creme de leite, queijo com maturação longa e outros; o grupo dos derivados de ovos lista ovo em pó, ovo líquido pasteurizado, clara desidratada e outros; o de pescados inclui produtos salgados, inteiros ou eviscerados e dessecados, defumados eviscerados e outros.

Também terão permissão os produtos de confeitaria que contenham ovos, lácteos, ou carne na composição e, por último, produtos de origem animal para ornamentação.