sabato 22 novembre 2014

Dilma scegli la sua equipe economica : Joaquim Levy sostituisce Guido Mantega al "Ministerio da Fazenda "


A presidente Dilma Rousseff já escolheu os principais integrantes de sua equipe econômica no segundo mandato. Fontes do Palácio do Planalto informaram nesta sexta-feira que o ex-secretário do Tesouro Nacional Joaquim Levy vai comandar o Ministério da Fazenda.

Já o ex-secretário executivo da Fazenda Nelson Barbosa irá para o Planejamento, e Alexandre Tombini permanecerá no Banco Central (BC). O senador e candidato derrotado ao governo de Pernambuco Armando Monteiro (PTB) vai para o Desenvolvimento, e a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) deverá ficar com a Agricultura.

Levy, atual diretor da Bradesco Asset Management, foi a alternativa sugerida a Dilma pelo presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão, depois que o presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco, declinou, por duas vezes, o convite para ocupar a pasta.

Trabuco era a primeira opção do Planalto e tinha um grande apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não aceitou o convite em função de questões societárias e sucessórias que teriam que ser resolvidas no Bradesco.

Ele é visto como o sucessor natural de Brandão na instituição. Lula também tentou emplacar o nome do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles para a Fazenda, mas Dilma disse não.
Levy, que comandou o Tesouro quando Antonio Palocci era o ministro da Fazenda, foi apontado como alternativa para resgatar a credibilidade da política fiscal. Ele ajudou a executar o ajuste realizado nos primeiros meses do governo Lula, em 2003.

Para Mário Mesquita, sócio do Banco Brasil Plural e ex-diretor do BC, a escolha de Levy aumentará a credibilidade do governo na área:

— O nome dele é excelente, tem uma formação muito boa e experiência focada no fiscal.

Fonte : O Globo

lunedì 17 novembre 2014

Anticipazioni del Banco Centrale confermerebbero che l'economia brasiliana è fuori dalla recessione tecnica .


A economia brasileira saiu da "recessão técnica" dos dois primeiros trimestres, e cresceu 0,6% entre julho e setembro, indicam dados do Banco Central divulgados nesta segunda-feira (17).


O Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), registrou expansão de 0,59% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores. Trata-se da maior expansão desde o segundo trimestre de 2013 – quando o indicador avançou 1,47%.

O resultado oficial do PIB do terceiro trimestre, porém, será conhecido somente no dia 28 de novembro, quando será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB corresponde à soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país.

Para o Banco Central, a economia brasileira registrou, em setembro, o terceiro mês consecutivo de crescimento. O último mês que o IBC-Br teve retração foi no final do segundo trimestre, em junho, quando houve queda de 1,49%.Mês de setembro
Somente em setembro, ainda de acordo com informações do BC, a prévia do PIB cresceu 0,4%. Segundo números revisados, teria crescido 0,2% em agosto e 1,47% em julho deste ano.

Acumulado deste ano

Apesar da recuperação no terceiro trimestre deste ano, o resultado parcial deste ano mostra estagnação do nível de atividade. De acordo com o Banco Central, o crescimento da "prévia" do PIB, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, foi zero. Neste caso, a comparação foi feita sem ajuste sazonal. Já no acumulado de 12 meses até setembro, a prévia do PIB registrou alta 0,60%.

O mercado financeiro acredita que o Produto Interno Bruto terá crescimento de 0,21% neste ano. A estimativa oficial do governo, até o momento, é de uma alta de 0,9%, mas este número poderá ser revisto para baixo ainda neste mês. A última previsão do Banco Central, para o crescimento da economia brasileira neste ano, divulgada no fim de setembro, é de 0,7%.

Definição dos juros

Com o menor crescimento da economia teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Atualmente, entretanto, os juros básicos estão em 11,25% ao ano e a expectativa do mercado é de terminem este ano em 11,50% ao ano.
Pelo sistema de metas de inflação que vigora no Brasil, o BC precisa calibrar os juros para atingir as metas preestabelecidas. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.

Para 2014 e 2015, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Desse modo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

Fonte : Globo 

domenica 16 novembre 2014

DILMA al G20 parla delle conseguenze dello scandalo Petrobras


BRISBANE - No seu primeiro pronunciamento desde a prisão espetacular de chefes de empreiteiras no escândalo de corrupção da Petrobras, a presidente Dilma Rousseff exaltou o mérito do governo de estar investigando a corrupção “pela primeira vez na História do Brasil”. E ainda culpou governos passados pela corrupção que está acontecendo hoje na empresa, afirmando que ninguém fez nada antes dela para combater.

Para a presidente, o escândalo será um marco na história do país :

- Eu acho, de fato, que isso pode mudar o país para sempre. Em que sentido ? No sentido de que se vai acabar com a impunidade. Este é, para mim, a caracteristica principal desta investigação.

- O Brasil não se abala por um escândalo - disse.

O escândalo, também, não vai signficar o fim nem a revisão de todos os contratados do governo com as principais empreiteiras do país, muito menos uma devassa na Petrobras :

- Não acho que nem a Petrobras, nem todas as empreiteiras…não dá para demonizar todas as empreiteiras desse país. São grandes empresas e se a,b, c ou d praticaram malfeitos, atos de corrupção, ou de corromper, eles pagarão por isso.

Segundo ela, é “um absurdo fazer raio x de todas as companhias para trás” - isto é, rever todos os contratos :

- Não tem como fazer isso. Não se pode achar que todo mundo cometeu delito. Isso não ocorre. Não é assim que a Justiça age. Para achar que alguém cometeu delito tem que ter indícios. Não vou sair por aí procurando todas as empresas.

A presidente se disse convencida que o escândalo da Petrobras vai mudar também as relações entre sociedade, estado e empresas privadas.
- Eu acho que mudará para sempre as relações entre a sociedade, o estado e as empresas privadas. O fato de nós, neste momento, estamos vendo isso investigado de forma absolutamente aberta é um diferencial imenso.
E garantiu que os culpados serão punidos :

- Quem praticou atos ilíticos vai ter que ser punido.

- Você não vai acredita, não é, que nós tivemos (agora) o primeiro escândalo da nossa história. Nós tivemos o primeiro escândalo de nossa história investigado. Há aí uma diferença substantiva.

Dilma disse que as investigações na operação Lava Jato vão ter impacto em outros casos de corrupção :

- É uma investigação que vai necessáriamente colocar à luz todos os processo de corrupção, inclusive de uso internacional de algumas atividades. Isso ela vai.

A presidente defendeu veementemente a Petrobras :

- Não é monopólio da Petrobras ter processos de corrupção - disse, lembrando que um dos maiores casos de corrupção investigados no mundo foi da gigante de energia americana Enron, que faliu.
E partiu em defesa da honra dos funcionários da estatal brasileira, afirmando que a maiora não são corruptos :

- Nem todos, aliás, a maioria absoluta, quase, dos membros da Petrobras, não é corrupta. Agora, tem pessoas que praticaram atos de corrupção dentro da Petrobras. Mas não se pode pegar a Petrobras e condenar a empresa. O que temos que condenar são pessoas. Pessoas dos dois lados : corruptos e corruptores.

O escândalo da Petrobras, segundo a presidente, também não vai atrapalhar o seu governo ou abalar o apoio no Congresso para a reforma ministerial :
- Nas duas hipóteses, é não.
Dilma deixou claro que, dentro das pessoas cogitadas para o futuro ministério, não há ninguém que possa estar envolvido no escândalo .

Fonte : Globo 


lunedì 27 ottobre 2014

Day after . E agora Brasil ?


Se uma garrafa tem água até sua metade, ela está “meio vazia” ou “meio cheia”? Como devemos encarar esse fenômeno: com otimismo (meio cheia) ou com pessimismo (meio vazia)? De acordo com a pesquisa global da Telefónica com os “millennials” (jovens entre 18 e 30 anos), realizada pela Pen Schoen Berland, de junho a agosto/14, 9 em cada 10 jovens brasileiros (nessa faixa etária) estão otimistas com o futuro (estão satisfeitos com a vida pessoal); 3 em cada 4 acreditam que os melhores dias estão por vir; 43% estão com emprego estável e 20% com empreendimento próprio; pensam (dois terços deles) que a educação é a chave para a formação pessoal; a escola só perde em relevância para a família (79%) e ganha da religião (41%); 55% usarão as redes sociais para documentar, denunciar e divulgar suas necessidades, deslizes e abusos de quem quer seja (veja Flávia Oliveira Globo 19/10/14: 48). Frequentemente temos a impressão de que o otimismo faz parte do DNA do brasileiro.
Contrariando todos os prognósticos dos especialistas econômicos, o Datafolha sinalizou (há uma semana) uma virada na onda eleitoral e isso teria como causa o otimismo do brasileiro com o futuro da economia. Descrença, repúdio e massacre total (nas redes sociais) contra essa constatação. Mas isso já tinha ocorrido antes. Em 1998, Fernando Henrique venceu no 1º turno (com 53% dos votos válidos). A inflação estava em 1,7%. Os demais indicadores econômicos (daquele ano) não lhe eram favoráveis: crescimento econômico zero, aumento do desemprego (taxa de 10%) e arrocho nos salários. O povo, no entanto, acreditava no seu poder de domar e controlar a inflação. Isso lhe deu a vitória (veja José Paulo Kupfer Globo 24/10/14: 17).
Esse mesmo articulista levanta a seguinte hipótese (em relação a 2014): será que o mercado de trabalho (baixa taxa de desemprego, menos de 5%) e o aumento do consumo (da classe C) não cumpriram eleitoralmente neste ano o mesmo papel que o controle da inflação representou em 1998? Apesar de todos os problemas, os brasileiros (pesquisas Ipsos), de 2010 a abril de 2014, sempre ocuparam o primeiro lugar no ranking dos otimistas com a economia (hoje, atrás dos indianos, os brasileiros ocupam a 2ª posição com 57% acreditando no futuro da economia). A classe C, que gastou R$ 1,2 trilhões em 2013, já representa 50% do consumo no Brasil. Ela entrou no mercado de consumo para ficar.
Saindo do campo subjetivo do otimismo e entrando na realidade objetiva: entre 1985 e 2012, o crescimento médio do PIB brasileiro (per capita) foi de apenas 1,4% (Marcos Mendes, Por que o Brasil cresce pouco?). O melhor período foi 2004-2012 (2,8%). Em 2013 o aumento foi de 2,3%. O desempenho do Brasil de 1985 a 2010 (1,3%) é considerado fraco, diante da Colômbia (1,6%,), Peru (1,8%), Argentina (1,9%), Espanha (2,1%), Portugal (2,4%), Chile (4,2%), Índia (4,4%), Coreia do Sul (5,4%), China (8,5%) etc. Mesmo crescendo pouco, a realidade brasileira em números é a seguinte: milhões de pobres (maioria deles) beneficiados por programas assistenciais, classe C (mais 100 milhões de pessoas) consumindo mais de R$ 1 trilhão por ano, maior parte da classe média alta com bons salários e/ou ganhos (quando comparados internacionalmente) e classe rica cada vez mais rica (os 10% mais ricos no Brasil possuem agora 73% da riqueza do país; 225 mil pessoas são milionárias; 1,9 mil são bilionários – Valor 15/10/14: D2). Compreender o Brasil é uma tarefa bastante complicada.
Conclusão: se diante do baixo crescimento econômico os povos no mundo todo não se suicidam coletivamente nem se autodissolvem (Cristóbal Montes), com muito mais razão não farão isso nunca os brasileiros (que amam viver, sobretudo com muito otimismo). Nem mesmo depois de uma eleição renhida (marcada por pancadarias no atacado e no varejo) o Brasil chegará ao fim. Saiu rachado da eleição? Sim, mas o Brasil sempre foi dividido (pelo apartheid socioeconômico). De qualquer modo, a oposição ficou muito mais forte. Juntar os cacos quebrados depois de uma eleição não é tarefa fácil, mas isso não significa o fim do mundo. Somente depois da redemocratização (1985), esse fenômeno já ocorreu 7 vezes. O Brasil não melhorou tanto quanto gostaríamos, mas tampouco acabou. Quando nos convencemos de que nunca vamos triunfar, a consequência nefasta é a de que abandonamos qualquer tipo de esforço transformador. Pior: nem sequer mantemos nosso ânimo elevado, confiando no nosso crescimento e na nossa evolução como seres humanos. A julgar pelo que dizem, os brasileiros, por ora, seja pelo otimismo, seja pelas condições das maiorias em todas as classes sociais (pobres, classe C, classe média alta e ricos), estão longe desses males devastadores.
Luiz Flávio Gomes
Professor
Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [ assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas] ]

mercoledì 22 ottobre 2014

Domani , qui a Natal il Centro di Cultura Italiana festeggia con gli amici i 15 anni della "Festa do Macarrao "

                                                     logo_final_curva 2011

“È ora di pasta!” – 15ª Festa do Macarrão
Dia Internacional do Macarrão

Desde 1998 o Centro di Cultura Italiana MadrelinguA vem apresentando È ora di pasta!-Festa do Macarrão, em ocasião da comemoração do Dia Internacional do Macarrão (25 de outubro).
Consolidado no calendário gastronômico da cidade, esse evento é único no Brasil por apresentar um conjunto de documentos que permite conhecer a verdadeira origem deste alimento.

Lenda e realidade: as origens do macarrão

Por quem, quando e onde foi “inventado” o macarrão? Até não muito tempo atrás a lenda dizia que o mercador veneziano Marco Polo (1254 - 1324), ao voltar da China, teria introduzido a receita na culinária italiana. Entretanto, existem provas que mostram que tudo começou antes e em outro lugar.
            A mistura de água e farinha de trigo duro (triticum durum) já era conhecida na Mesopotâmia e na área do Mar Mediterrâneo desde 1.000 a.C.. Mas é na Sicília do século XII que a realidade prevalece sobre a lenda. Em 1154 o geógrafo árabe Al-Idrisi presenteia o rei normando Rogério II da Sicília com um livro, no qual ele descreve que “...em Trabia (cidade que ainda hoje existe) fabrica-se uma massa filiforme, a itriya e expedem-se grandes cargas em navios para a Calábria (região da Itália) e outros países do mundo islâmico.... Deduz-se, então, que se essa massa podia viajar durante semanas sem se deteriorar, só podia ser na forma de massa seca, isto é, mistura de água e farinha de trigo duro colocada ao sol escaldante daquela região. Assim nasceu o macarrão que conhecemos hoje!
            A partir desse momento, outros documentos (que também estarão expostos durante o evento) provam a difusão do macarrão ao longo do tempo pela península italiana e que, mais tarde, se difundiria no mundo inteiro.
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O jantar será composto por:
2 entradas: Fantasia de bruschette (presunto cru italiano, patê de fígado e tradicional) e salada caprese;
3 massas: 1) Tortelloni ao molho de tomate fresco 2) Spaghetti com camarão e abobrinha 3) Tagliatelle alla bolognese.
Sobremesa: Bavarese de chocolate

Como em toda festa italiana, a música terá seu devido espaço com a alegria da voz do cantor italiano Paolo Fiore, interpretando as inesquecíveis melodias italianas.

Dia – 5ª-f 23 de outubro
Hora - 20:00h
Onde – Trattoria Bolognese, Av. Rodrigues Alves, 658, Tirol, Natal
Palestrante - Michele Maisto, diretor do Centro di Cultura Italiana MadrelinguA
Número de vagas: 50
Valor: R$ 70,00 (setenta reais) por pessoa
Reservas -  Trattoria Bolognese, tel.: 2010-9121
Informações: Centro di Cultura Italiana MadrelinguA   Tel.: 4141-6437 / 9991-0876

Michele Maisto
Diretor
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Rua Souza Machado, 1034,–  Tirol  -   59015-080   –  Natal/RN  Brasil
Telefone: (84) 4141-6437 / 9991-0876                                          E-mail:madrelingua@supercabo.com.br