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Coppa 2014 : il declino per la città di Natal ?

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Ancora prima di trasformarsi in realtà , l’Arena delle Dune , il nuovo stadio di Natal che dovrebbe sorgere sulle rovine del Machandao, genera grosse preoccupazioni.

Infatti in base ai risultati dello studio della Società di consulenza Crowe Horwath RCS : “Gestão do ativo estádio – Viabilidade econômico-financeira de estádios e arenas para a Copa de 2014”. risulterebbe che dei 12 Stadi previsti per la Coppa del 2014 , almeno sette potrebbero trasformarsi in ” elefanti bianchi ” dopo l’evento . Uno di questi è appunto lo Stadio delle Dune di Natal .
La ragione risiederebbe nell’elevato costo di costruzione associato ad un basso fatturato annuale che renderebbe l’opera inviabile economicamente . Il peggio poi è che , nel caso di Natal, il 92% dell’opera è finanziata dal governo locale e quindi sarebbero i contribuenti che pagherebbero il flop .
Se ciò dovesse effettivamente accadere lo sviluppo dei servizi della città di Natal potrebbe essere seriamente compromessa negli anni a venire . Altro che boom per la Coppa del 2014 !
Dos 12 estádios que serão construídos ou reformados para a Copa de 2014, ao menos sete podem virar “elefantes brancos” após o evento. O alto custo das obras, conjugado a uma estimativa irreal da demanda no pós-Copa, poderá afastar eventuais investidores e deixar ao poder público um legado negativo. Um deles é o estádio das Dunas, que será erguido no lugar do Machadão.

A conclusão é da consultoria Crowe Horwath RCS, que acaba de lançar o estudo “Gestão do ativo estádio – Viabilidade econômico-financeira de estádios e arenas para a Copa de 2014”.

Segundo o levantamento, o Brasil investirá R$ 5,3 bilhões nos estádios da Copa, sendo que R$ 4,8 bilhões, ou 92%, virão de financiamento público. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) abriu linha de crédito de R$ 400 milhões por arena.

Para a Copa de 2006, na Alemanha, a relação foi inversa. Dos U$ 1,9 bilhão gastos com estádios, apenas 38% foram bancados pelo poder público, fator que comprova a viabilidade dos empreendimentos no país europeu.

Pelos cálculos da consultoria, um estádio de R$ 500 milhões deve ter um fluxo de caixa líquido de R$ 10 milhões anuais, durante um período de 15 a 20 anos, apenas para zerar o investimento. Para o negócio se tornar atraente, esse número deve girar em torno de R$ 18 milhões a R$ 25 milhões.

“Atualmente, nenhum estádio brasileiro tem esse retorno”, diz Amir Somoggi, diretor da área Esporte Total Crowe Horwath RCS. Para ele, os estádios de Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador são fortes candidatos a virarem “elefantes brancos” depois da Copa.

Redução de custos
Segundo o estudo, a receita para que as arenas da Copa evitem se tornar deficitárias é redução dos custos. Os R$ 5,3 bilhões deveriam cair para algo em torno de R$ 4 bilhões. “Além disso, somente projetos integrados com setores da iniciativa privada, como o imobiliário e o hoteleiro, e o fortalecimento do futebol local, podem gerar retorno ao investimento em certos estádios“, diz Somoggi.

Para o retorno do investimento, segundo o estudo, os clubes têm que combinar a receita de bilheteria com a geração de novas rendas de serviços e marketing. O exemplo, novamente, é a Alemanha, onde os investimentos nos estádios catalisaram o aumento de receitas do futebol.

De 2003 para cá, o faturamento dos 36 times da primeira e segunda divisões alemã, a Bundesliga, aumentou de 1,28 bilhão para 2 bilhões de euros, tornando-se o segundo maior da Europa. Apenas com estádios, as receitas chegaram a 425 milhões de euros na temporada 2008-2009.

Segundo o estudo, o Brasil terá muito trabalho pela frente se pretende colher um legado comparável ao alemão. Em 2008, as receitas com estádios nas séries A e B somaram apenas R$ 190 milhões, a maior parte com venda de ingressos.

A consultoria estima que, até 2014, esse número possa chegar a R$ 400 milhões, principalmente por meio da diversificação de serviços oferecidos e do aumento do preço médio dos ingressos, que já sobe 15% ao ano desde 2005.

Mesmo assim, o grande desafio é atrair o torcedor aos estádios. Enquanto a média alemã é de 42.565 torcedores por jogo, a brasileira é 17.807 – inferior até mesmo à primeira liga japonesa, que atrai 19.278 pessoas, em média, a cada partida.


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1 commento

  1. Al di là delle considerazioni socio-economiche,mi chiedo come mai un popolo così "malato"di calcio non riempia gli stadi di tutto il Paese,se non per i pochi grandi appuntamenti.Solo in poche città,e solo nel Brasileirao,si vedono stadi adeguatamente riempiti.In questo rassomiglia all'Italia,che si vanta di amare questo Sport ma svuota gli stadi per colpa della TV.Siamo un popolo sì,ma di pantofolai.
    Roberto C.

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