sabato 27 novembre 2010

Alexandre Tombini è il nuovo presidente del BC

In queste tre immagini ho voluto rimarcare

1) Un volto che vedremo spesso in futuro , quello del nuovo presidente del Banco Centrale brasiliano : Alexandre Tombini
2) La sfida che il BC ed il Brasile hanno di fronte ( Inflazione e deficit in conta corrente crescente )
3) Una breve sintesi di quello che i suoi predecessori hanno fatto nel corso del loro mandato .

La taxa di juro , oggi al 10,75% sarà uno degli argomenti più discussi e controversi dei prossimi mesi .

Dicono :

“A indústria está trabalhando com taxas de ocupação elevadas, e ainda temos desemprego baixo e massa salarial em expansão”, diz Aquiles Rocha de Farias, professor de economia e mercado financeiro do Ibmec. Ele aposta que na reunião de dezembro, que ainda será presidida por Meirelles, o
Copom deverá aumentar a taxa de juros para atacar a inflação e reafirmar sua independência.

O economista e consultor Roberto Troster também defende uma elevação da taxa de juros na última reunião do Copom no ano, logo no início de dezembro. “Quanto mais cedo se sofre, menor é o custo da alta. E Tombini assume com menos pressão”, considera. Mas nem todos têm a mesma expectativa.

“O novo Banco Central terá o suporte político para elevar a taxa de juros nos primeiros meses do próximo governo?”, indaga Marcelo Salomon, economista-chefe para o Brasil do Barclays.

O economista Delfim Netto, por sua vez, aposta que o “pudim de coco” está chegando ao fim. Ele se refere ao longo ciclo que o Brasil viveu como o País das mais altas taxas de juros do mundo.

“Os investidores terão que começar a ganhar a vida honestamente
”, diz ele. Na prática, Tombini terá de se equilibrar entre as expectativas dos que esperam um BC mais alinhado com o compromisso de reduzir os juros e daqueles que se dizem assustados com o ritmo da inflação. E sua credibilidade será construída mais pelas ações do que pelas palavras.


Come si vede l'argomento è controverso ma per il breve periodo non sembra esserci altra alternativa alla lotta all'inflazione se non l'aumento della Taxa di juro .

In futuro però , chi intende vivere in Brasile dovrà cominciare a pensare ad altre forme di investimento . Seguite il Blog e ne saprete di più .








1 commento:

  1. Mentre è semplice e noto a tutti il rimedio all'inflazione (alzare i tassi per raffreddare i consumi), di più difficile soluzione è il problema del deficit em conta-corrente sviluppatosi nell'ultimo triennio.
    L'eventuale taglio della spesa pubblica ed il conseguente mancato rispetto delle promesse elettorali di Dilma, potrebbe portare a ripercussioni negative in vari settori.
    Tanti sono gli impegni interni ed esterni assunti e le scommesse che ha di fronte il Brasile nei prossimi anni, e tutto questo ha dei costi enormi difficilmente eludibili.
    Forse è verosimile ipotizzare una ristrutturazione del sistema fiscale finalizzata all'aumento delle entrate.
    E su questo punto si giocherà la possibile ricandidatura di Lula nel 2014.

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