
O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, ressaltou que a queda da fatia dos combustíveis fósseis foi puxada pela redução de 19,4% na oferta de carvão mineral e derivados, um reflexo direto do impacto da crise financeira sobre o setor de siderurgia. As chuvas abundantes e o consequente nível elevado dos reservatórios das hidrelétricas levaram a uma queda de 17,7% na oferta de gás natural, enquanto a oferta de energia hidráulica e eletricidade subiu 5,2% e os produtos de cana-de-açúcar avançaram 2,8%.
"A despeito da retomada da siderurgia em 2010, a fatia de renováveis na matriz energética não deve ter grande alteração, já que o período de chuvas está bom, além do crescimento da produção de etanol", frisou Tolmasquim, que apresentou os resultados preliminares do Balanço Energético Nacional 2010.
A oferta de energia geral no Brasil caiu 3,4% no ano passado, para 243,9 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (TEP), enquanto a oferta de energia renovável caiu apenas 0,6%, para 115,3 milhões de TEP.
Tolmasquim ressaltou ainda que o bom regime de chuvas contribuiu para que a energia hidráulica respondesse por 15,3% da matriz nacional e por 90,6% da geração de eletricidade no país no ano passado. De acordo com o executivo, a expectativa é que nos próximos dez anos as térmicas a óleo combustível gerem 7% da capacidade, enquanto as térmicas a gás produzirão 26% e as usinas a óleo diesel apenas 1%.
Outra característica do consumo de energia no ano passado foi o efeito gerado pelo crescimento da renda, que elevou o consumo elétrico residencial mensal per capita para 43,8 kWh, 4,3% acima dos 42 kWh de 2009.
No segmento automotivo, esse aumento da renda significou o crescimento de 3,6% do consumo combinado de etanol e gasolina em relação ao ano anterior, reflexo direto dos bons resultados das vendas de automóveis no país.
"O avanço aconteceu principalmente no etanol, já que 93% dos carros novos vendidos no país são flex fuel e os consumidores têm preferido abastecer com álcool", disse Tolmasquim.
A EPE chamou a atenção ainda para a manutenção da autossuficiência brasileira no setor de óleo e gás. As exportações de petróleo no ano passado atingiram 525,6 mil barris por dia, 21,3% acima dos 433,1 mil barris diários de 2008 e 40,16% acima dos 375 mil barris diários importados.
Tolmasquim evitou adiantar números, mas destacou que o próximo Plano Decenal mostrará a tendência de que o país se torne um relevante exportador de petróleo e derivados nos próximos anos.
Rafael Rosas








Navio da Petrobras no campo de Tupi, no pré-sal
I commenti dei navigatori
AHHHHHHHHH!!!!!! - nick-ola (23/04/2010 h. 17.23 )
Un po' di rispetto per quello che è stata la UNO per noi Italiani...meno male che la venderanno in Brasile!!!!
Strade Brasiliane - gjpin (23/04/2010 h. 17.15 )
Le strade brasiliane impongono auto panzerizzate, quindi con forme abbastanza tozze rispetto ai canoni europei... o pensate che Fiat ed altri si divertano a creare apposta macchine goffe ed alte da terra? Chi conosce le strade brasiliane sa che per certi fronzoli non c'è spazio e l'auto buona è quella che salta da una buca all'altra senza smontarsi... e Fiat è pur sempre la n°1 da quelle parti.
@mcompagno - hondale71 (23/04/2010 h. 15.27 )
Qnd la + grande azienda italiana che dovrebbe essere fallita da 20 anni riesce di recente ad inanellare flop come Croma,Multipla,600,16,Ulysse,Palio,Stilo,Marea,2^Punto,Idea + decine di amenità di Alfa/Lancia,propinando questa"Uno"al 3° Mondo e senza far Suv,Cabrio,Coupè,Berline Top,Microcar,Ibride e avendo ancora uno sparuto nugolo di eroici fans,ebbene sì,x loro è proprio bieco nazionalismo...
Speriamo non arrivi in Europa.... - Salvi2009 (23/04/2010 h. 15.25 )
Ma che schifo!!!!!! Ha un design orribile, preferisco di gran lunga l' odierna Panda!
Brutta - maurilio0369 (23/04/2010 h. 15.24 )
..è brutta come il veleno.
Italiani contro Fiat.. - Multijet360 (23/04/2010 h. 14.32 )
Più di qualcuno (volutamente) dimentica che le case tedesche è francesi TUTTE hanno ricevuto nel 2009 abbondanti aiuti statali (previa chiusura immediata degli stabilimenti.Invece noi da buon italiani (sulla carta però) perchè ragioniamo contro il nostro paese,i nostri operai,che magari non avendo più soldi da spendere non entrano più nei VOSTRI NEGOZI per fare acquisti. Quando lo capiremo??
Per me - SFHINX (23/04/2010 h. 13.46 )
fa proprio schifo. Ma invece di andare avanti andiamo indietro?
@hondale71 - mcompagno (23/04/2010 h. 13.46 )
Forse dovrebbe leggere i numeri delle vendite in Brasile, Fiat non ha il monopolio ma qualche punto percentuale in più; inoltre considerare la Fiat attuale come quella ante Marchionne è pura miopia, sovvenzioni statali non ne ha più avute, chiusure di fabbriche e incentivi sono comuni a tutti i costruttori.... bieco nazionalismo vero?
Marchionne Avrei un sogno...! - mairob (23/04/2010 h. 13.35 )
Invece di vociferare su jeep o suv dodge marchiati FIAT... perchè non produrre la uno Way 4x4 e venderla anche in europa. la vedrei molto molto bene....magari sui 12.000 con l'intramontabile fire 1200, un 4x4 inseribile manualmente e un primino stile old panda 4x4.
Niente di particolare. - skirru (23/04/2010 h. 13.22 )
Bha... si vede che è fatta per un mercato da terzo mondo. La calandra mi ricorda la vecchia panda 30, con quella piccola griglia spostata a destra. Mi dispiace ma il design è orrendo!