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Natal : creata commissione per la preservazione del Centro Storico

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Centro histórico de Natal terá grupo de preservação
Câmara técnica será responsável pela conservação dos prédios incluídos no perímetro tombado pelo Iphan

Abrigo de riquezas importantes, mas ainda pouco explorado e valorizado, o Corredor Histórico e Cultural de Natal compreende uma área onde estão 550 prédios centenários entre os bairros de Cidade Alta e Ribeira. Mesmo tendo sido tombado como Patrimônio Cultural Nacional, o circuito histórico tem prédios abandonados e em situação de risco, o que torna difícil o processo de manutenção e preservação. A boa notícia é que, ainda no primeiro semestre desse ano, será criada uma câmara técnica responsável pelo processo de conservação e restauração desses prédios históricos.


Palácio da Cultura, na Cidade Alta, que abrigava a administração estadual antes da construção da Governadoria Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press

Entre as principais edificações localizadas no chamado “poligonal de tombamento” compreendido no circuito, estão a Igreja de Santo Antônio, a catedral velha, o Colégio Salesiano São José, o antigo Grande Hotel, o antigo Palácio do Governo, na Rua Chile, e outros tantos, em um total de 70 prédios de alto valor cultural. Entre os mais maltratados pelo tempo estão a Casa do Estudante e a Pedra do Rosário. A lista inclui ainda residências privadas, que não vêm recebendo a devida atenção histórica e restauração arquitetônica dos seus proprietários.

O tombamento do Circuito Histórico de Natal foi efetivado em dezembro de 2010, como Patrimônio Cultural Nacional. O projeto havia começado a ser desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio Grande do Norte (Iphan/RN) ainda 2007, com o processo iniciado de fato em 2009, a partir da criação do Plano de Ação das Cidades Históricas (PACH), um programa do governo federal que prevê a preservação das cidades históricas brasileiras.

Apesar de apresentar uma grande variedade de estilos arquitetônicos, desde o barroco até o neoclássico, alguns dos prédios que fazem parte do circuito histórico correm risco de desmoronar. Segundo o Iphan/RN, os imóveis mais deteriorados são propriedades privadas, cujos donos não têm sido localizados pela prefeitura.

Para minimizar esse problema, Jeanne Nesi, superintendente do Iphan/RN, declarou que será criada, ainda no primeiro semestre de 2011, uma câmara com membros da instituição, da prefeitura e do governo do estado, para agilizar o processo de conservação e restauração. Ela também ressaltou que nas propriedades cujos donos não forem localizados, a prefeitura poderá desapropriar o prédio, transformar em centro cultural ou utilizar para habitação. A primeira chamada pública está prevista para ocorrer ainda no primeiro semestre de 2011.

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