martedì 29 marzo 2011

Stangata sulle bevande : dall'acqua alla cerveja + 15% di imposte .

Foi publicado nesta segunda-feira pelo governo federal um decreto que eleva em 15% a carga tributária (considerando o Imposto sobre Produtos Industrializados e o PIS/Cofins) de bebidas frias, como cerveja, água e refrigerantes,

A arrecadação esperada é de R$ 948 milhões.

Ao falar sobre o decreto 7.455, que faz a correção dos valores de referência, sobre os quais incidem Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS e Cofins, o subsecretário de Tributação da Receita Federal, Sandro Serpa, explicou por que o governo induz ao aumento de preços, num momento de deterioração das expectativas sobre a inflação.

O governo está, sempre, preocupado com a inflação, disse ele. Mas a medida está sendo implementada no momento correto, porque esses preços estavam defasados dá dois anos, justificou ele.

A tabela de referência para a cobrança dos tributos sobre bebidas frias foi congelada em 1º de 2009, como incentivo ao setor por causa da crise mundial do fim de 2008. Agora, o governo considera que o setor, como a economia como um todo, já se recuperou.

- Não é um aumento de tributação, mas uma correção de mais de dois anos de defasagem", continuou a explicar o subsecretário da Receita.

A tabela de referência foi ajustada com base em pesquisa feita pela Fundação Getulio Vargas, entre julho e setembro de 2010, encontrando uma majoração de 15% nos preços.

2 commenti:

  1. Solo l' inflazione aumenta solo del 5%!

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  2. A área econômica não aceita as alegações da indústria para evitar a elevação da carga tributária. O governo fez um estudo detalhado sobre o comportamento dos preços dessas bebidas nos últimos dois anos. O que se observa é que, mesmo sem o aumento da carga, os valores subiram acima da inflação.

    Em 2009, por exemplo, o IPCA fechou o ano em 4,31%, sendo que refrigerantes e águas tiveram uma alta de 6,61%. No caso das cervejas, o aumento foi de 6,29%. Em 2010, esse comportamento se manteve: o IPCA subiu 5,91%, refrigerantes e águas, 8,05% e cervejas, 6,49%.

    - Os preços subiram absurdamente desde 2008 - disse o técnico do governo.

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