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SELIC in Agosto prevista stabile al 12,5% a causa del rallentamento nella crescita

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Depois de mais de dois anos e meio sem mostrar retração da atividade econômica, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,26% em junho, surpreendendo o mercado e reforçando apostas de que a autoridade monetária deve manter a Selic estável em 12,50% ao ano neste mês.

A atividade econômica tem sido um dos principais indicadores observados pelo BC para direcionar a política monetária do país. Nos dias 30 e 31, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne novamente para definir o futuro da Selic.

O economista do Goldman Sachs Paulo Leme aposta que a desaceleração econômica mostrada pelo indicador deve levar o BC não mexer na taxa básica de juros do País (Selic), depois de a ter elevado de 10,75% para o atual patamar neste ano. “A implicação para a política monetária é direta: o ritmo menor da atividade e destacados riscos de baixa ao crescimento devido aos choques globais eleva a perspectiva de que na reunião de agosto o Copom não elevará a taxa de juros”, informou por meio de relatório.

“A avaliação é de que a economia provavelmente desacelerou muito mais que nós esperávamos no segundo trimestre de 2011, indicando que as condições iniciais para a atividade estão piores mesmo antes de considerarmos o risco dos choques contracionistas vindos do exterior.”

O economista do departamento de pesquisas do Barclays Capital Marcelo Salomon acredita que a forte queda na produção industrial e o fraco crescimento nas vendas do varejo, ambos em junho, foram os principais motivos para a queda do IBC-Br agora. “A leitura fraca (do indicador) aumenta preocupações de que a atividade pode estar desacelerando mais rápido que o esperado, conforme já sinalizado pela queda na produção industrial em junho e o modesto crescimento nas vendas do varejo naquele mês”, afirmou em relatório.

Em junho, a produção industrial caiu 1,6% contra maio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Analistas consultados pela Reuters projetavam queda de apenas 0,2%. Na ocasião, o IBGE também revisou os dados dos meses anteriores, a maioria para pior. Naquele mesmo mês, as vendas no varejo brasileiro registraram ligeiro avanço de 0,2% em junho sobre maio.

O IBC-Br, no acumulado do ano, mostra ainda alta de 3,74% e, em doze meses, de 4,89%. A estimativa do próprio BC para o crescimento do PIB em 2012 é de 4%.

Com informações da Reuters.

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