domenica 6 novembre 2011

L' educazione , pilastro fondamentale per il futuro del Brasile




L'articolo che segue  , prende spunto dal miglioramento del Brasile nel ranking dell'Indice di Sviluppo Umano (IDH ) per evidenziare come la disparità nella distribuzione della ricchezza  , se ridotta , potrebbe migliorare e di molto questo indice . Il miglioramento del sistema educazionale è visto come la chiave  per ridurre la disparità di rendita  e non programmi come la Borsa Famiglia nati esclusivamente per attaccare il problema della fame o povertà estrema .


Nella foto un gruppo di bambini del quartiere popolare di Mae Luiza a Natal studiano nella scuola fondata , assieme al altre numerose opere sociali , da Padre Sabino Gentili  un grande padre italiano che ha dedicato la sua vita ad aiutare gli anziani ed i bambini di Mae Luiza .


Embora tenha subido uma posição - de 85º para 84º, entre 187 países - no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado anualmente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Brasil continua atrás de nações como Bósnia (74ª), Cazaquistão (68º), Kuwait (63°) e Trinidad e Tobago (62º). Ao mesmo tempo, vizinhos com economias bem mais modestas, como Argentina (45ª) e Chile (44°), integraram, este ano, o seleto grupo de países com a mais alta qualidade de vida no mundo. O motivo fica evidente quando considerado o IDH ajustado à desigualdade social (IDHD). Nesse índice, calculado para 134 países, o Brasil subiria 41 posições caso eliminasse as disparidades internas, considerando as condições atuais nas demais nações. Essa ascensão levaria o país ao estágio "desenvolvimento humano muito elevado", a classificação de elite do Pnud, onde estão incluídos Noruega, Canadá e Suécia.


Além da concentração de renda, responsável por 40% da desigualdade medida pelo IDHD, a educação é apontadacomo catalisador essencial para acelerar o desenvolvimento humano brasileiro - que, na última década, cresceu lentamente, a 0,69% ao ano, contra o ritmo verificado entre 1980 e 2000, de 0,87%. Para se ter ideia do tamanho do desafio, os brasileiros têm, em média, 7,2 anos de escolaridade, o mesmo número observado no Zimbábue, cuja posição no ranking do IDH é de 173º. O país está atrás, por exemplo, de Botswana, onde a média de escolaridade chega a 8,9 anos, e do Tajiquistão, com 9,8. Já no quesito expectativa de vida - que completa o tripé renda, educação e saúde, usado no cálculo do índice -, o Brasil subiu de 73,1 anos, em 2010, para 73,5 em 2011. Jose Pineda, chefe do grupo de pesquisa do IDH, explicou que, devido a esse aumento, a saúde foi a variável com a maior contribuição para o índice brasileiro deste ano.

Apesar do avanço destacado, a expectativa de vida dos brasileiros está bem abaixo não só dos primeiros colocados no ranking, como a Noruega, onde se espera viver 81 anos, como das nações com características semelhantes. Na Colômbia, por exemplo, a esperança ao nascer é de 73,7; na Argentina, de 75,9; e no México, de 77. O economista Marcelo Neri, pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV), avalia que o Brasil avançou na última década, quando a renda da população mais pobre cresceu 350%, mas destaca que a desigualdade permanece como principal característica negativa do país no cenário internacional. "A melhor forma para combater isso é atacar o problema da educação. Esse é o pilar que pode dar bases mais sólidas para a evolução do IDH brasileiro", acrescenta.

Transferência de renda
Pós-doutor em sociologia do desenvolvimento e professor da Universidade de Brasília, Marcelo Medeiros explica que os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, não causam qualquer impacto na redução das disparidades. "São desenhados para reduzir a extrema pobreza. Até porque a quantidade de dinheiro usada no programa do governo federal está entre 0,5% e 1% do PIB, é pouco." Flávio Comim, pós-doutor em economia e consultor do Relatório do Desenvolvimento Humano de 2010, chama a atenção para a expectativa de escolaridade no Brasil, que diminuiu de 14,5 anos, em 2000, para 13,8, em 2011. "Isso significa que a qualidade do sistema educacional caiu. Espera-se que uma criança que entra hoje na escola estude menos do que se esperava no início da década", afirma. 




3 commenti:

  1. Caro signor Antonio,mi consenta innanzitutto di farle i complimenti per il suo interessantissimo blog,vero spaccato socio-economico del brasile,a mio parere,reale e utilissimo per chi voglia saperne di piu su questo paese.
    Mi permetta di rivolgerle una domanda.Sono un ragazzo sardo sposato con una bahiana,abbiamo due bellissimi bambini,pensando a breve-medio termine di trasferirci in brasile,mi chiedevo se potesse darmi un suo,personalissimo,parere sulle migliori possibilita in ambito scolastico per i nostri pargoli,sia in ambito privato che pubblico.Ringraziandola anticipatamente,le rivolgo,anche a nome della mia signora,distinti saluti.Yuri Farris

    RispondiElimina
  2. Ciao Yuri

    con riferimento alla realtà di Natal che conosco meglio ma che non credo sia differente da quello di grandi capitali del Nordeste come Salvador o Recife posso confermarti la validità di alcune istituzioni private .Qui sono molto enfatizzate le attività fisiche e di gruppo : ballo , recitazione , piscina ecc .Tuttavia a loro discapito sono il costo elevato ( Almeno 700 R$ a bambino )ed il numero di ore che sono appena 20 a settimana che io reputo insufficienti . Pertanto un supplemento da parte dei genitori è a mio parere indispensabile .

    RispondiElimina
  3. Grazie per la sua solerte risposta.Yuri farris

    RispondiElimina

Lasciate qui un vostro commento