
Il prossimo 2 Luglio il tradizionale incontro mensile della Associazione ACIBRA è dedicato alla musica napoletana . Non mancate all'incontro che si terrà nell'auditorium della Libreria Siciliano del Midway Mall di Natal Percebi que havia lançado um olhar para o futuro do mundo (Brasil , Pais do Futuro - S.Zweig)

Il prossimo 2 Luglio il tradizionale incontro mensile della Associazione ACIBRA è dedicato alla musica napoletana . Non mancate all'incontro che si terrà nell'auditorium della Libreria Siciliano del Midway Mall di Natal 

Na Itaplan, o volume de vendas para estrangeiros neste ano deve chegar a R$ 150 milhões, o que representará um crescimento de 32% em relação a 2010. Esse valor sobe para R$ 300 milhões, se forem levados em conta os investimentos em incorporações e empreendimentos imobiliários. Na Sotheby's International Realty, especializada em imóveis de luxo, o Brasil é hoje o terceiro país mais consultado em seu site de vendas, atrás apenas de Estados Unidos e Inglaterra.
A decisão de investir hoje em imóveis deve levar em consideração fatores como a previsão de alta dos juros, que vai elevar o custo do crédito, e até a falta de liquidez, afirmam especialistas. Para o economista Ricardo José de Almeida, professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), os imóveis se valorizaram muito desde o início da queda das taxas de juros, em 2003, quando o volume de crédito aumentou e a procura cresceu.
Mas ele acredita que a nova rodada de alta da taxa básica de juros leve o investidor de volta a aplicações de maior rentabilidade, ainda que com maior risco:
- A preocupação do governo com a inflação resultará em juros mais altos novamente. O crédito ficará caro e a parcela de financiamento do imóvel, maior, o que fará o preço cair.
Já o professor de Finanças da PUC-SP Fábio Gallo não acredita que investir em imóveis seja uma boa opção para estrangeiros ou brasileiros, devido ao problema da liquidez:
- Ninguém consegue transformar um imóvel em dinheiro de um dia para o outro. Em São Paulo, por exemplo, você pode adquirir um apartamento caro e perder dinheiro se ao redor surgir uma favela.
Mauro Sérgio Oliveira, economista e diretor-presidente da Oliveira Trust - administradora de fundos imobiliários -, também aponta como dificuldades para investir em imóveis a recente alta de preços, principalmente em Rio e São Paulo.
- O mercado está muito aquecido. As pessoas veem conhecidos ganhando dinheiro e querem entrar. Mas é evidente que depois, de uma alta do porte que vimos, o investidor tem que ser cauteloso - diz Oliveira.





Quelli a cui è dedicato l'articolo lo capiranno bene . 






Dados do Banco Central mostram que, entre janeiro e abril, os empréstimos intercompanhias de matrizes no exterior para suas filiais do Brasil somaram US$ 4,7 bilhões, volume 413% maior que o registrado no mesmo período no ano passado, US$ 916 milhões.
Em 2010, o total registrado nessa conta foi de US$ 8,4 bilhões. A economia, por sua vez, cresceu 7,5% no ano passado, ao passo que as projeções para 2011 são de expansão menor: entre pouco menos de 4% e 4,5%.
A suspeita de integrantes da equipe econômica e de analistas é que parte do dinheiro que ingressa no país pela rubrica IED, que costuma ser atribuída a recursos que vêm de fora para dar fôlego ao setor produtivo, esteja sendo destinada ao giro financeiro, aproveitando o cenário de juros altos.
- Esse tipo de empréstimo pode estar servindo apenas para que a filial no Brasil coloque esses recursos em tesouraria e depois aplique no mercado local - disse um técnico do governo.
Até mesmo o Fundo Monetário Internacional (FMI) já alertou para o comportamento do IED no Brasil, que classificou como suspeito. No ano passado, o total que entrou no país na rubrica somou US$ 48,4 bilhões, podendo chegar a US$ 65 bilhões em 2011, segundo estimativas do ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Diante desse quadro, o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard já afirmou:
A alta dos empréstimos intercompanhias está espalhada por diversos setores, indo da indústria à agricultura. No setor de máquinas e equipamentos, por exemplo, o total dos recursos repassados por matrizes de fora a filiais brasileiras saltou de US$ 40 milhões no primeiro quadrimestre de 2010 para US$ 216 milhões no mesmo período em 2011. Já no setor de petróleo e gás a alta foi de US$ 527 milhões para US$ 1,4 bilhão.- O IED está crescendo e, por coincidência, é excluído do IOF. Espero que seja IED de verdade, mas talvez não seja.

Cesare Battisti all'uscita dal carcere
Mi dispiace pubblicare questo articolo dell' Economist segnalatomi dall'amico Roberto e di cui traduco volutamente solo iil titolo , ma è bene sapere come noi italiani siamo visti da altri popoli , in questo caso gli inglesi .
Personalmente non concordo con la conclusione dell 'Economist perchè , almeno per la mia esperienza al Sud , gli italiani sono tutt' altro che apatici .
For a moment, it looked as if Spain’s protests might spread to Italy. That would have been understandable. Italy too has an electoral system that gives party bosses absolute control over the selection of candidates. It too has a struggling economy and high rates of youth unemployment (29% nationally; in the poor south, it approaches Spanish levels). Unlike Spain, moreover, Italy is a gerontocracy where the young feel politically stymied.
As #spanishrevolution hashtags proliferated on Twitter, they were joined by#italianrevolution ones. But it soon became clear that many of these were written by Spaniards keen to export their protest. Demonstrations were called for May 21st in Rome, Milan and other cities. But the few people who turned up were mostly young Spaniards living in Italy.
Are their Italian peers less dynamic? Maybe. But other reasons explain the torpor. One is that, whereas Spaniards are angry (their economy has gone from prolonged boom to spectacular bust), Italians are simply numbed by a decade of negligible growth.
Another possible explanation is subtler. In both countries young people are victims of a labour system that produces cosseted insiders, who enjoy permanent employment, and bereft outsiders who, if they work at all, qualify only for an infinite series of short-term contracts. In Spain, at least some of the demonstrators seem to have understood that this system is sustained partly by the left and the trade unions; not so in Italy, where liberal economic ideas go almost unvoiced outside business schools. Until they are heard more widely, young Italians will continue to divide between those (mostly graduates) who flee to countries like Britain and America, and those who stay on in the hope of becoming pampered insiders themselves.
A recent survey found that the job most sought after by Italians between the ages of 26 and 50 was that of public employee. In Italy, it would seem, the revolution can wait.