mercoledì 30 maggio 2012

La SELIC al minimo storico : 8,5%

A taxa básica de juros (Selic) foi reduzida pela sétima vez seguida pelo Banco Central e passa de 9% a 8,5% ao ano - o menor valor histórico.

A redução, realizada nesta quarta-feira, está de acordo com as previsões do mercado, que apostavam em uma queda de 0,5 ponto percentual (pp). A mínima já registrada foi de 8,75%, entre julho de 2009 e abril de 2010.
Em nota, o Banco Central informou que o Comitê de Política Monetária (Copom) considera que" neste momento permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação. O Comitê nota ainda que, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária. Diante disso, dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 8,50% ao ano, sem viés".
O Comitê informou ainda que votaram pela redução da Selic para 8,5% ao ano os seguintes membros: Alexandre Antonio Tombini (presidente do BC), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva e Sidnei Corrêa Marques.

Analistas esperam ainda mais outra redução de 0,5 pp na próxima reunião do Copom do Banco Central. Assim, a Selic ficaria em 8% ao ano. Em 2012, o Copom já reduziu a Selic em mais de 2 pontos percentuais. Para o final de 2013, permanece a expectativa de 9,5% ao ano.

Esta foi a sétima redução consecutiva na taxa básica de juros desde o final de agosto do ano passado, quando a Selic estava em 12,5% e o Copom cortou 0,5 pp, dando início ao processo de afrouxamento da política

1 commento:

  1. Le motivazioni addotte dal BC NON mi convincono (limitados os riscos para a trajetória da inflação??), mi sembra più una scelta di carattere "politico" :

    Expectativa do mercado financeiro:
    A decisão do Banco Central confirmou a expectativa da maior parte dos economistas do mercado financeiro. A previsão dos analistas dos bancos é de que o Copom promova um novo corte dos juros em sua reunião de 10 e 11 de julho, desta vez para 8% ao ano - patamar no qual a taxa terminaria 2012. O mercado também estima, até o momento, que os juros voltarão a subir a partir de abril do próximo ano para conter pressões inflacionárias.

    Sistema de metas de inflação:
    Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para 2012 e 2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
    Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% – no teto do sistema de metas.

    Juros reais próximos de 2% ao ano:
    Com a taxa básica em 8,5% ao ano, o Brasil passou a ter juros reais (após o abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses) de 2,8% ao ano, segundo levantamento do economista Jason Vieira, da corretora Cruzeiro do Sul, em parceria com Thiago Davino, analista de mercado da Weisul Agrícola.
    Com isso, a taxa real de juros brasileira ficou perto da meta da presidente Dilma Rousseff (2% ao ano), patamar que também é mais próximo da média internacional. A taxa real de juros de 40 países pesquisados pelos economistas está negativa em 0,5% ao ano.
    "Com uma elevação em algumas projeções de inflação e diversos cortes de juros, inclusive do Brasil, o país ocupa agora e em todos os cenários o terceiro lugar do ranking como o melhor pagador de juros reais do mundo", informa Jason Vieira em seu estudo. Segundo ele, o primeiro lugar no ranking é ocupado pela Rússia (4,3% ao ano), seguida pela China (3,1% ao ano).

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