Home economia La prima fabbrica di pannelli fotovoltaici brasiliani è “tedesca”

La prima fabbrica di pannelli fotovoltaici brasiliani è “tedesca”

18
3
CONDIVIDI

Diamo questa notizia un poco in ritardo essendo gia stata diffusa lo scorso Aprile .Il Gruppo tedesco Arinna/ Asunim ha deciso di costruire nello Stato del Cearà la prima fabbrica di pannelli fotovoltaici dell’America Latina per rifornire sia il mercato brasiliano che quello dei paesi vicini . Gli importatori dei pannelli solari sono avvertiti : il loro business ha i giorni contati .

O grupo alemão Arinna/Asunim, de energia solar fotovoltaica, chegou ao Ceará para construir a primeira fábrica de painéis solares do Brasil com excelência internacional. A fábrica, que será instalada em Sobral, num terreno de seis hectares às margens da BR-222, também será a primeira do grupo alemão nas Américas. Com início das obras previsto para junho deste ano, a Arinna do Brasil pretende iniciar sua produção em janeiro de 2013.
O diretor técnico da Arinna do Brasil, o português Miguel Ornelas, esteve ontem no Rio de Janeiro, participando do evento Rio+12, que o grupo alemão patrocina, e falou ao O POVO sobre o novo empreendimento. Segundo ele, a fábrica irá produzir placas solares para a produção de energia com usos na indústria, em residências e em pequenos negócios. Com isso, o Brasil não precisará mais importar este material.
Hoje, no Brasil, existe apenas uma fábrica – a Tecnometal, de Campinas (SP) – que iniciou a produção de painéis solares de forma experimental e, agora, está iniciando sua comercialização. “Mas com investimento específico para produção comercial, com planta de produção e plano de negócios, é a primeira do Brasil”, afirma Adão Linhares, presidente da Câmara Setorial de Energias Renováveis, instalada na Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará A nova empresa Brasileira, Arinna do Brasil, terá investimento estimado de R$ 20 milhões, com início de operação previsto para daqui a 10 meses. A fábrica terá uma capacidade de produção de 60 MWpico /ano. Miguel Ornelas acredita que, no início, a produção poderá começar com até 10 MW, podendo chegar a 20 MWpico/ano. “Leva sempre um certo tempo até atingir a velocidade de cruzeiro. O crescimento da produção irá depender muito da procura e das necessidades do mercado”, diz.
A produção terá como destino o mercado interno. A Arinna Brasil poderá abastecer usinas comerciais como a MPX Tauá, que produz 1 MW e prepara a expansão de sua produção para 2 MW até o fim deste ano. No caso de exportação, a América do Sul é o primeiro mercado potencial dos produtos da fábrica cearense. “Países vizinhos estão desenvolvendo muitos projetos na área de energia solar e por questão de custo e logística eles serão nosso foco inicial”, afirmou Ornelas.


Booking.com

3 Commenti

  1. Buon pomeriggio a tutti,
    ma esiste in Brasile una politica incentivante per gli investimenti nel settore fotovoltaico tipo il Conto Energia Italiano?

  2. No, non esiste il concetto di feed in tariff come in Germania e Italia, il quadro degli incentivi è piuttosto frammentato e poco chiaro.
    Molto sinteticamente il sistema elettrico si compone dei seguenti mercati:
    – il mercato regolamentato, con il meccanismo delle aste al massimo ribasso regolamentato dall'autorità di settore Aneel. Siamo in attesa di aste specifiche per la fonte fotovoltaica. A fine 2013 il governo del Pernambuco ha bandito un asta solo per il fotovoltaico dove il prezzo offerto per la generazione di energia solare fv è caduto a R$ 228/MWh, che è ancora il doppio del prezzo offerto per la generazione dalle altre fonti ma che è in significativa discesa.
    Poi esiste il sistema del mercato libero in cui devi trovare un acquirente per la tua energia. Con la secca di quest'estate, il rischio dell'approvvigionamento energetico per i cambiamenti climatici in Brasile stanno prendendo coscienza del ruolo del fotovoltaico nella matrice energetica brasiliana troppo sbilanciata sull'idroelettrico e sul termico.
    A livello nazionale recentemente hanno introdotto il c.d. net metering, un meccanismo di incentivazione della microgenerazione (fino a 1MWp). In sostanza è un meccanismo per cui impianti fino a 1MWp, in cambio dell'immissione in rete di energia, ricevono un credito da utilizzare in compensazione con il debito per le future bollette. La fase attuativa del regolamento mostra tuttora varie falle. Per approfondimenti rimando a vari siti specializzati tra cui http://www.americadosol.org/

LASCIA UN COMMENTO

Please enter your comment!
Please enter your name here