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Mantega : consumo e credito crescono in modo sostenibile

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira que o nível de consumo e de crédito no País é sustentável, pois a renda do brasileiro continua em crescimento. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira pesquisa mostrando que as vendas no varejo registraram em abril crescimento de 0,8% em relação a março.

Mantega disse que a inadimplência está caindo e atingiu patamares considerados bastante “toleráveis”. Segundo ele, o endividamento das famílias está diminuindo: “temos pesquisas que mostram que as famílias andaram pagando as dívidas.”

De acordo com o ministro, com a queda na inadimplência e o aumento da renda, também é normal que as famílias tenham mais crédito. Para ele, houve uma mudança no Brasil: mesmo com o aumento do endividamento, quem não tinha crédito, agora passou a ter. Mantega ressaltou, porém, que com a crise internacional, o consumidor brasileiro tornou-se mais prudente nos últimos meses e, com o aumento de renda, passou a quitar parte dos débitos assumidos.

“Este é o diferencial do Brasil, onde a renda continua subindo, com o mercado de trabalho aquecido, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa. A maior parte dos empréstimos no Brasil é de 12 meses, o que é fácil de pagar”, disse o ministro. Ele destacou que apenas os empréstimos habitacionais são de longo prazo e, mesmo assim, devem ser considerados como “bons débitos” porque o comprador tem uma ativo que se “só se valoriza” ao longo do tempo.

“Então, está havendo queda da inadimplência, e o crédito só aumenta. Vinha caindo, mas aumentou, permitindo um aumento do consumo que já pode ser visto na pesquisa do IBGE apresentada hoje. Estamos aumentando gradualmente o que é salutar: o nível de consumo e o de crédito.”

3 Commenti

  1. Qualcosa non quadra, alcuni sostengono che invece l'inadimplencia sta crescendo:
    15 junho 2012
    Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

    SÃO PAULO – O Indicador de Inadimplência do Consumidor subiu 6,2% em maio, acumulando a terceira alta consecutiva, informou nesta sexta-feira a Serasa Experian. Em relação a maio do ano passado o aumento foi de 21,4%, resultado abaixo da variação anual registrada em abril, que ficou em 23,7%. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2012 ante o mesmo período do ano passado, o índice apontou elevação de 20%.
    Houve aumento da inadimplência em todos os tipos de dívida analisados, com destaque para a não bancária – cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços -, que puxou a alta do indicador em março ao subir 9% sobre abril. A contribuição das dívidas não bancárias para o avanço de 6,2% do indicador em maio foi de 3,6 pontos porcentuais.
    O valor médio das dívidas não bancárias passou de R$ 314,74 para R$ 369,72, alta de 17,5%. O valor médio dos cheques sem fundos chegou a R$ 1.457,98 (11,9%), o dos títulos protestados subiu para R$ 1.399,04 (9,3%) e o das dívidas bancárias passou para R$ 1.293,09 (0,1%).
    De acordo com a Serasa Experian, o crescente endividamento do consumidor e as compras parceladas para o Dia das Mães foram as principais razões para a alta da inadimplência em maio. Além disso, o mês teve dois dias úteis a mais que abril, o que levou ao registro de um número maior de dívidas não honradas.

    • Mantega è un politico oltre ad essere ministro delle finanze :
      non sarà che alludeva a questa diminuzione ?

      Em relação a maio do ano passado o aumento foi de 21,4%, resultado abaixo da variação anual registrada em abril, que ficou em 23,7%

  2. è vero, potere della politica! ehehehe
    su una cosa mi sono trovato d'accordo con Mantega, ossia quando ha detto "Este é o diferencial do Brasil, onde a renda continua subindo, com o mercado de trabalho aquecido, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa. A maior parte dos empréstimos no Brasil é de 12 meses, o que é fácil de pagar".
    Ricordo che in banca in Italia avevo come cliente un operaio padre di famiglia monoreddito con 4 figli. Pur di portare la famiglia in vacanza, magari anche su spiagge molto a buon mercato, ogni estate veniva a chiedere dei soldi in prestito rinegoziando il prestito residuo dell'anno prima. Ricordo che l'ultima volta che gli rinnovai il prestito (per una cifra spropositata), eravamo arrivati a una durata di 72 mesi! Ma come fare a dire di no? Spero per lui che oggi sia riuscito a chiudere definitivamente quel debito.

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