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Una lezione di Mc Marketing !

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Lo so che gli articoli in lingua portoghese non sono molto graditi dai lettori ( lo vedo dai dati statistici diffusi da Google sul mio blog ) ma in parte perchè troppo lunghi da tradurre ed in parte perchè ritengo che la conoscenza della lingua sia fondamentale per chi vuole realmente venire a vivere in Brasile , continuo a pubblicarli .
Questa volta si tratta della politica commerciale del colosso del fast food Mc Donald’s che da tre anni a questa parte ha iniziato ad interessarsi alla classe C , la nuova classe media brasiliana che prima si rivolgeva essenzialmente alle reti di dimensioni minori ( Qui a Natal ne esistono almeno due : Bob’s e Habib ).
L’approccio è differenziato : si va dalla creazione di nuovi menù alla  promozione di icone classiche come il Big Mac . Bella la dichiarazione del Direttore Marketing : “Quando pego um artigo como o Quarteirão ou o McChicken e promociono, faço com que esse consumidor tenha contato com o DNA da empresa, porque eles carregam uma imagem de marca, de sabor”



Há três anos, o McDonald’s atua no Brasil com a plataforma “Pequenos Preços” que oferece, a cada três meses, diferentes produtos do cardápio a valores promocionais, além de sanduíches desenvolvidos em edição limitada, como o recente Triplo Cheese Burguer.
A estratégia tem como foco principal atrair os consumidores da Classe C, que até então não possuíam renda compatível com os preços praticados pela rede, e ganhar uma fatia de mercado dominada principalmente pelas redes de menor porte.
A escolha pela inclusão dos clássicos na plataforma faz parte da estratégia do McDonald’s de oferecer aos novos consumidores uma experiência de consumo da marca, fazendo com que se tornem clientes fiéis no futuro. Um dos maiores sucessos no período foi a ação realizada entre os meses de abril e junho de 2011, com a inclusão do Big Mac nas promoções, um dos grandes ícones da marca.
A Classe C vem sendo estudada pelo McDonald’s há pelo menos 10 anos e o restaurante, que tinha um portfólio de preço basicament
e voltado para as classes AB vem se adaptando também para esse nicho de mercado.
“Quando pego um artigo como o Quarteirão ou o McChicken e promociono, faço com que esse consumidor tenha contato com o DNA da empresa, porque eles carregam uma imagem de marca, de sabor”, explica Roberto Gnypek, diretor de planejamento de marketing da Arcos Dourados, empresa que administra a marca McDonald’s na América Latina.

Portfólio democrático

Hoje, a rede trabalha no Brasil com um portfólio que inclui a linha clássica, a promocional e uma premium, voltada para as classes AB. A estratégia é ampliar o que é oferecido como uma forma de atender os diferentes tipos de públicos de forma semelhante, ganhando um maior espaço no mercado de fast food.
“Antes éramos muito classe AB e hoje temos uma grande fatia de Classe C, mas olhamos para ambos, mantemos uma estratégia muito forte para as duas classes. O resultado disso vem sendo positivo e estamos em um momento de crescimento importante. Esta estratégia que adotamos tem se mostrado eficiente e vem aumentando a nossa base de consumidores”, completa o executivo.
Além da chamada Nova Classe Média, a plataforma diferenciada busca também o público jovem, com menor poder de compra, e as famílias, já que, dependendo do número de membros, o valor do lanche pode pesar no bolso.
Para isso, O McDonald’s oferece a possibilidade de personalização das McOfertas, que podem ser complementadas com itens disponíveis nas promoções. Apesar de não abrir números, a rede divulga que a plataforma é responsável por uma fatia considerável das vendas nos restaurantes do país.
As promoções vêm resultando em um aumento na demanda de clientes nos pontos de venda e, consequentemente, exigindo da marca um maior investimento em recursos humanos e treinamento.
Para garantir aos consumidores um bom atendimento, o McDonald’s implantou uma política diferenciada no Drive Thru: caso o cliente não seja atendido em 30 segundos, recebe um Big Mac gratuitamente.
“Queremos mostrar que nossos restaurantes estão cheios, mas o tempo de atendimento não piorou, a qualidade não mudou. A relevância para nossos consumidores é a mesma, e agora as outras classes também estão podendo usufruir disso”, conta Gnypek.

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