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Continua lo sciopero della Polizia Federale

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Oramai è iniziato il periodo caldo delle contrattazioni di categoria . Dopo la fine dello sciopero dei professori è iniziato quelli della Polizia Federale  che sta paralizzando la emissione dei passaporti , ritardando le operazioni di imbarco e disimbarco agli aeroporti , ritardando le operazioni di importazione , di controllo delle dichiarazioni dei redditi e così via . Noi stiamo sperimentando addirittura il ritardo nella emissione del CNPJ delle nuove Società . Il rischio maggiore è che dopo di questo possano entrare in sciopero i bancari con la conseguente paralizzazione di moltissime attività compresa l’apertura dei conti delle nuove Società . Il Banco do Brasil di Natal si è anticipando rifiutando fino a nuovo ordine l’apertura di nuovi conti correnti . 
Ancora una volta la soluzione è tanta  pazienza e sangue freddo .

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10 Commenti

  1. Credo che l'anomalia brasiliana risieda nel fatto che, secondo quanto riferitomi, gli scioperanti continuano a ricevere il loro salario anche per le giornate non lavorate.
    Così è facile scioperare "ad oltranza" e ricattare tutti, trasformando un sacrosanto diritto civile in uno strumento di lotta selvaggia, e si spiega perchè i professori di 54 Università Federali del Paese ieri abbiano deciso di rimanere in sciopero, uno sciopero iniziato il 17 di maggio!!
    Anche a voi risulta il fatto che chi sciopera viene pagato?
    Marco

  2. Se dovessi calcolare a quanto denaro ho rinunciato per fare valere i miei diritti e quindi fare sciopero nelle forme previste in Italia (ed in Europa),…ma qui in Brasile la coscienza di chi lavora nelle Pubbliche Amministrazioni/ e' zero. Solo molti diritti e pochi doveri.Sperimentato.Mi sto trasferendo da Paracuru' a santa Catarina,vediamo se qualcosa migliora.
    Annosesto.

  3. ragazzi, mia moglie doveva laurearsi il 10 luglio, ma con lo sciopero la cosa è slittata a data da destinarsi (e sono già 3 mesi). Confermo che i servidores publicos che scioperano vengono pagati (no comment). Ricordo inoltre che i professori universitari (sul cui livello medio è meglio sorvolare) scioperano per salari da 5.000 a 15.000 reais, avendo un mesetto fa rifiutato aumenti fino dal 28 al 41% a seconda dell'incarico su questi già miseri stipendi. Il salario di un operaio brasiliano è di R$ 622.

    • Da quello che ho sentito,anche le paghe dei poliziotti federali si aggira sulle cifre dei professori universitari.
      Quindi hanno poco da piangere. E invece di dicriminare su turisti stranieri che sicuramente portano solo benefici, farebbero bene a fare il proprio lavoro pensando appunto alla maggiorparte di amici e parenti che si devono acontentare dei miseri 622 reais.

  4. Per causa loro non riesco ad ottenere il CNPJ… dopo aver pagato tutto. commercialista e affitato il locale!!! sperando che nn scioperino le Banche altrimneti dovrei aspettare ancora 3..4 mesi!!! Questo è il brasile eccolo in tutte le sue forme… e vi ricordo che chi sta scioperando prende uno stipendio minimo di 5000 reais!!! rimanendo a casa!!! Viva o Brasil

  5. Si credo che questa degli scioperi pagati sia una stortura nel diritto del lavoro brasiliano a cui bisogna porre rimedio e dubito che il PT lo farà anche se il paese ne sta facendo le spese come sempre accade quando non si esercita un diritto ma se ne abusa. Confermo che una mia amica appena divenuta titolare della cattedra di lingua e cultura tedesca presso la UFBA di Salvador ha iniziato a guadagnare R$5.000,00 al mese netti. Ora sta finendo un Master che gli darà la possibilità di arrivare a guadagnarne almeno il doppio.

  6. À noite, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que serão aplicadas sanções aos grevistas em casos de desrespeito à lei, referindo-se às greves da Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Já o Ministério do Planejamento anunciou o corte do ponto de 11.495 funcionários do Executivo. Segundo o ministério, a medida não atingiu os professores das universidades federais, que já fecharam acordo de reajuste salarial entre 25% e 40% até 2015.

    — Da mesma forma que garantimos a liberdade de expressão, não podemos aceitar a ofensa a lei, ao interesse público e ao interesse do cidadão. Baixamos uma clara orientação para a direção da Polícia Federal e da Policia Rodoviária Federal. Em todos os casos que ocorrerem ilegalidade vamos abrir processo disciplinar e informar à Justiça — disse Cardozo.

    Há dois dias parados em 12 estados, os agentes da PRF pretendem parar as atividades em todo o Brasil amanhã, a partir das 14h, se não houver acordo. Hoje, estão atendendo apenas casos urgentes, com vítimas, ou flagrantes.

    Segundo Reni Rocha, vice-presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Distrito Federal (SinPRF-DF), embora a carreira exija ensino superior, os agentes recebem valor de nível médio. Na terça-feira, trabalhadores do Hospital das Forças Armadas (HFA) recusaram a proposta de reajuste de 15,8%, parcelado em três anos. Os servidores do Itamaraty prometem parar hoje. Pedro Delarue, presidente do Sindifisco Nacional, disse que os auditores fiscais da Receita vão cruzar os braços hoje e amanhã. (Cristiane Bonfant,O Globo)

  7. A Presidente Dilma Rousseff exigiu punição exemplar dos grevistas que tenham ultrapassado os limites da legalidade. Irritada com o que considera abusos, especialmente na Polícia Federal e mais ainda na Polícia Rodoviária Federal, Dilma cobrou do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, a identificação dos policiais que cometeram abuso de poder ou outras irregularidades.
    Entre os casos que ela achou abusivos estão uma placa colocada em um posto da PRF na Via Dutra com os dizeres "passagem livre para traficantes de armas e drogas" e o protesto na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu.
    O Ministério do Planejamento continuou na quarta-feira, 22, as negociações com vários setores, mas não deu sinais de que irá um centavo além dos 15,8% oferecidos na semana passada, divididos em três parcelas.
    Dilma, no entanto, não quer continuar a conversa com os servidores em greve. A pressão veio por meio da decisão de cortar o ponto e descontar os dias parados de 11,5 mil servidores em greve. Em alguns casos, funcionários tiveram o pagamento zerado este mês, o que causou revolta nos sindicatos.
    A reação da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) foi recorrer ao STF com um "pedido de liminar com urgência, para tentar conter esse abuso de poder", explicou o diretor Sérgio Ronaldo da Silva. A seu favor ele cita nota técnica do Planejamento dizendo que o desconto devia ser de apenas sete dias "para não prejudicar a questão da alimentação e do pagamento das contas".
    22 de agosto de 2012
    Lisandra Paraguassu, de O Estado de S. Paulo

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