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Il paradiso non può aspettare : il Parco tematico ENERLAND di Touros

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Ricordate Touros ? E’ la cittadina a 100 Km da Natal dove sorge il Condominio di ville paradisiache di cui vi ho spesso parlato . Ebbene proprio a Touros sorgerà la nuova “Disney ” del Brasile . Si tratta di un Parco tematico , il primo di questo genere , dedicato alle energie rinnovabili ed il suo nome sarà ENERLAND . Saranno investiti 3 miliardi di euro ed il Parco sarà operativo per ricevere i turisti della Copa 2014 e delle Oiimpiadi 2016 .

Con attrazioni di ultima generazione , 5 parchi tematici ( dedicati ai 5 continenti  ) , un centro commerciale , 15 montagne russe  e 7 Resort con una capacità per 35 000 persone . Il progetto ambisce a mutare il volto del turismo nel Rio Grande do Norte e dello stesso Brasile . Attualmente infatti i brasiliani sono il maggiori visitatori del Parco Disney di Orlando in Florida . 
Immaginate  come crescerà il valore degli immobili e dei terreni della zona circostante . Il paradiso rischia di divenire molto caro se non ci si muove in fretta . Trovate un suggerimento qui , l’offerta per passare una splendida giornata a Touros è ancora valida . Non perdete l’opportunità .

O consórcio formado por empresas espanholas, alemãs, árabes e brasileiras, representado pela espanhola Alondra, confirmou ontem que pretende dar entrada nas licenças ambientais do primeiro parque temático de energias renováveis do mundo – projetado para o Rio Grande do Norte – ainda este ano.


O projeto executivo deve ser finalizado até dezembro. O local – que segundo divulgou a Folha de São Paulo seria a cidade de Touros – ainda não foi escolhido. Três terrenos estariam no radar do consórcio. As áreas já estão sendo mapeadas para facilitar a escolha, mas as localizações não foram divulgadas “para evitar especulação”. A informação foi repassada à TRIBUNA DO NORTE pelo CEO (espécie de diretor executivo) no Brasil do parque Enerland – como foi batizado o projeto – Rodrigo Silva. Ele se reunirá com o governo do estado na próxima semana. 


O projeto, que começou a ser elaborado há quatro anos e já foi apresentado ao governo do estado (na semana passada), ao Ministério do Turismo, ao da Integração e ao de Minas e Energia, está orçado em 3 bilhões de euros (cerca de 7,7 bilhões de reais). Ele contempla cinco parques temáticos, um centro comercial, 15 montanhas russas e sete resorts com capacidade para 35 mil pessoas. O complexo também funcionará como laboratório para novas tecnologias em energias renováveis.

O consórcio espera inaugurar a primeira parte do empreendimento – o equivalente a 40% do projeto – antes da Copa de 2014. Setenta por cento do projeto deve ser concluído até as Olimpíadas de 2016. Segundo previsão do consórcio, o empreendimento estará pronto em 2019, quando poderá receber até 12 milhões de pessoas por ano, mais do que o dobro do que o Brasil recebe (cerca de 5 milhões). Os estrangeiros serão o público alvo.


 O parque – que seguirá os moldes da Disney e também terá atrações norte-americanas e espanholas – será autossustentável. “Será uma cidade inteligente totalmente controlada por sistemas automatizados e sustentável no que se refere a água, ar, solo e energia, sendo esta última 100% produzida através de energias renováveis instaladas no próprio parque: energia eólica, solar, biomassa, biogás, hidráulica, geotérmica, térmica, entre outras”, esclareceu por e-mail o diretor geral da Alondra, Manuel Rojas Saume.

Embora a Europa, continente de origem de algumas das empresas integrantes do consórcio, enfrente uma das crises econômicas mais severas dos últimos anos, Rodrigo Silva, CEO do parque no Brasil, acredita que recursos não serão problema.

A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), segundo informou Adonis Oliveira, coordenador geral de Estudos e Pesquisas de Desenvolvimento do órgão, poderá financiar entre 20% e 30% do projeto. “Porque nem tudo o que está previsto no projeto, como os parques eólicos, pode ser financiado pela Sudene”, esclareceu. O restante poderá ser financiado por bancos como o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) ou fundos de investimentos nacionais e estrangeiros. O próprio consórcio colocará dinheiro do próprio bolso no empreendimento.

Só na primeira fase – que inclui elaboração de estudos e projetos e instalação da filial no Rio Grande do Norte – consumirá cerca de 300 milhões de reais. A execução do projeto será acompanhada de perto pelos secretários de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama; do Turismo, Renato Fernandes; do Planejamento, Obery Rodrigues; e do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Gilberto Jales, informou a governadora Rosalba Ciarlini, que vê o parque temático como impulsionador do turismo local.

Além da vocação do estado para o turismo e para a geração de energia limpa, fatores como a localização do estado, a economia pujante – apesar da desaceleração – e participação crescente das fontes de energia renovável na matriz de energia pesaram na escolha do Brasil.

Segundo a Sudene, a Alondra, empresa espanhola responsável pelo projeto, é uma empresa sólida com projetos inclusive no Brasil, na área de infraestrutura. A empresa foi responsável, segundo o órgão, pela construção de estradas no Estado de Rondônia.

ENTREVISTA

Rodrigo Silva, CEO no Brasil do Enerland

“O parque pode aumentar o número de turistas que visitam o Brasil anualmente”

Em entrevista à TRIBUNA DO NORTE, o CEO no Brasil do “Enerland – The Power of Fun” (Terra da Energia – o Poder da Diversão), Rodrigo Silva, falou sobre a experiência das empresas integrantes do consórcio em energias renováveis, sobre a inediticidade do projeto e sobre o desafio do estado para receber um empreendimento desse porte.

As empresas têm experiência nesta área?

Trata-se do primeiro parque temático de energia renovável do mundo. O parque é pura engenharia. As empresas que integram o consórcio têm experiência em energias renováveis – concentradores solares, plantas fotovoltaicas, plantas eólicas. Também existem empresas dentro do consórcio com experiência na parte de arquitetura. Já as atrações serão compradas nos Estados Unidos e Espanha.

Qual o público-alvo?

A ideia é atrair o público estrangeiro, que virá durante a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Também queremos atrair os brasileiros. Hoje, os maiores consumidores da Disney são os brasileiros. Porque ir aos Estados Unidos se vamos dispor do produto como esse dentro do próprio país? O Brasil recebe 5 milhões de turistas por ano. Este número é muito pequeno. O projeto pode aumentá-lo.

Não haverá dificuldade em atrair público?

Não. O projeto foi estudado.

Por que o grupo escolheu o Brasil?

Por vários fatores. O Brasil é líder em renováveis. É exemplo de sustentabilidade para o mundo. O Brasil faz parte do BRICS. Tem uma economia forte e estável. O povo brasileiro tem um jeito diferente de ser completamente diferente dos outros países.

Como vai ser o parque?

Cada parque temático será inspirado num continente. Ele terá os seus próprios personagens. Além dos heróis, ele terá os seus vilões. Também vai ter paradas como a da Disney, com personagens e show de luzes.
Qual o desafio do RN?

O RN vai ter que se adequar. Não adianta nada criarmos um grande exemplo de sustentabilidade e o cidadão andar pelas ruas e ver sacos e sacos de lixo. O estado vai ter que caminhar rumo a sustentabilidade se não o projeto vai ser contraditório.

Sudene é tema de palestra em Conferência

O papel da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) – uma das entidades que podem financiar o parque temático Enerland – foi tema de palestra ministrada ontem durante a Conferência Estadual de Desenvolvimento Regional do Rio Grande do Norte. O evento, promovido por entidades como o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), segue até amanhã em Natal, e tem como objetivo colaborar com a atualização do Plano Nacional de Desenvolvimento Regional, de 2003, cujo objetivo é reduzir as desigualdades regionais e ativar as potencialidades de desenvolvimento das regiões brasileiras.

Albertina de Souza Leão Pereira, coordenadora de Gestão da Informação da Sudene, recebeu a missão de falar sobre o momento vivido pela autarquia – criada em 1959, fechada em 2001, em meio a denúncias de corrupção, e recriada em 2007 com atuação nos Estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e alguns municípios de Minas Gerais – e apresentar as propostas da Sudene. “Queremos que entidades regionais como a Sudene sejam inseridas no sistema de monitoramento e acompanhamento da Política Nacional de Desenvolvimento Regional”, defendeu Albertina, uma das primeiras palestrantes do dia. Mensagem que tem sido transmitida em todas as conferências estaduais.

A secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec) aproveitou a ocasião para assinar um acordo de cooperação com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte e com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) para estimular o desenvolvimento do RN.
SERVIÇO: A Conferência é realizada no Hotel Parque da Costeira (Av. Senador Dinarte de Medeiros Mariz, 1195, Ponta Negra – Natal/RN). As inscrições são abertas ao público e devem ser feitas pelo site: www.ipea.gov.br/code.


Fonte : Tribuna do Norte

1 commento

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