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La violenza a Salvador sulle pagine del New York Times

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A mesma onda econômica que colocou mais dinheiro em milhões de bolsos brasileiros pobres, especialmente aqui no Nordets, também estimulou o tráfico de drogas (Foto: The New York Times/Reprodução)
Com uma foto da invasão de Nova Constituinte, no subúrbio de Salvador, o The NewYork Times, um dos principais jornais dos EUA, publicou a matéria As Prosperity Rises in Brazil’s Northeast, So Does Drug Violence (Assim como cresce a prosperidade do Nordeste do Brasil, cresce a violência das drogas).
A reportagem, assinada por Alexei Barrionuevo, Fala da violência em Salvador, o que marca um novo tempo nas abordagens dos norte-americanos sobre a Bahia. Antes só dedicava espaço sobre nossas belezas naturais. Agora vem o lado macabro.
Salvador, a maior cidade da região Nordeste, é uma das maiores atrações turísticas do Brasil é a porta de entrada para algumas das praias mais espetaculares do país. E como o Rio, que está se preparando para co-sediar a Copa do Mundo de 2014. Assim, as autoridades estão tomando aqui uma página do manual do Rio de Janeiro, tentando lidar com a onda de crimes violentos estabelecendo unidades policiais permanentes em áreas violentas frequentadas por traficantes de drogas, diz o NYT.
A reportagem publica também uma declaração do governador Jaques Wagner:
“Se o mercado consumidor está crescendo, o traficante de drogas virá aqui também”, disse Jaques Wagner, governador da Bahia. “O progresso social no Brasil é visível. Mas ao mesmo tempo ainda temos problemas com o tráfico de drogas e com a falta de respeito pela vida humana.”

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  1. Os Autos de Resistência (AR) na Bahia revelaram que a polícia local matou 267 pessoas de janeiro a agosto deste ano. O número equivale a 244 dias, ou seja, uma morte por dia.

    Os dados são da Coordenação de Documentação e Estatística Policial (Cedep), que faz parte da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e mostram ainda um crescimento de 58,9% de casos de “resistência seguida de morte”, quando comparado com o mesmo período do ano passado.

    Só no primeiro semestre, o estado alcançou a marca de 191 óbitos em AR, o que equivale a uma taxa de 2,73 mortes por cada 100 mil habitantes. O número é maior que o registrada nos estados de São Paulo (1,16) e Rio de Janeiro (2,68). (Coluna de Cláudio Humberto)

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