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Salvador : Luis Miranda è assaltato due volte di seguito all’uscita da uno Show .

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“Salvador está vivendo um momento de abandono”, diz Luís Miranda após assaltos

Ator foi assaltado duas vezes seguidas ao sair de show na Cidade Baixa

Foto: Rafael Martins

Luís Miranda perdeu o humor
lorena.caliman@redebahia.com.br
De tão enfezado, talvez você não o reconheça. Mas esse aí do lado é Luís Miranda, 42, que te faz rir todas as quintas-feiras no programa A Grande Família, da Rede Globo, ou na peça 7 Conto, em cartaz há sete anos.


Conhecido por seus papéis cômicos na tevê e no teatro, o ator baiano foi alvo de uma surpresa nada engraçada, enquanto saía de um evento, na região do Comércio, em Salvador. Miranda foi assaltado duas vezes seguidas, num intervalo de menos de cinco minutos, quando saía do show de Jau e Olodum, no Trapiche Barnabé, avenida Jequitaia, por volta das 23h30 de quinta-feira, véspera do feriadão.

O ator, acompanhado de uma amiga, não se feriu, mas foram levados, entre dinheiro e objetos,  em torno de R$ 4  a R$ 5 mil, segundo sua estimativa.


Após os assaltos, Luís postou mensagens em sua págino Twitter: “Acabo de ser assaltado violentamente pelos craqueiros no Trapiche Barnabé!!! Festa sem polícia. Crime”, escreveu. Em seguida, um novo post: “Gente, a Cidade Baixa está entregue aos craqueiros, fui assaltado violentamente e não havia uma viatura na área”.

Ontem, Luís Miranda recebeu a reportagem do CORREIO em seu apartamento, no Rio Vermelho. Visivelmente aborrecido, falou sobre a sensação de insegurança em Salvador, onde voltou a viver há quatro anos.


“Não me arrependo de ter voltado. Eu passo grande parte da minha vida viajando, mas gosto de ficar aqui. A cidade é linda, mas está vivendo um momento de abandono administrativo. Espero que a gente consiga reverter esse quadro”.


O primeiro assalto ocorreu quando Miranda e sua amiga saíam a pé do show em direção ao carro dela, nas imediações do Trapiche. Um homem alto, negro, aparentando 30 anos, os abordou com uma faca. “O cara estava com uma peixeira. Levou o dinheiro que eu tinha, o da minha amiga e o celular dela”. Miranda disse que o assaltante aparentava estar drogado e que garis trabalhavam no local durante o assalto – a área não estava deserta. Quando chegaram ao carro, metros à frente, dois rapazes que se passaram como guardadores de carro os assaltaram novamente.


“Não vimos arma, mas eles fizeram ameaças e levaram relógio e o restante das joias. Eu não tinha mais nada, só uns R$ 20 que tinha ficado do outro assalto”, disse o ator, que saiu de casa sem a carteira com documentos. “Eu já fui preparado, porque ali não é boa coisa”, ressaltou Miranda, que nunca havia sofrido assalto antes.


O ator levava de R$ 200 a R$ 300 no bolso. Ele estima que, contando dinheiro, celular da amiga e objetos levados, o prejuízo seja de R$ 4 a 5 mil. Os dois rapazes do segundo assalto eram jovens e pareciam, segundo ele, usuários de crack. Fãs e amigos demonstraram solidariedade através das redes sociais. Durante a entrevista, a jornalista Astrid Fontenelle ligou para Miranda e demonstrou seu apoio. Astrid contou que sofreu uma tentativa de assalto dentro de seu carro, quando ia à Feira de São Joaquim, domingo passado.


A frequência com que esse tipo de ocorrência tem se repetido é, na visão do ator, um reflexo do aumento do uso do crack. Miranda também criticou a falta de policiamento na região do show, onde não viu policiais nem viaturas. “Não saio mais de shows sozinho, se for muito perigoso vou pedir a assistência do segurança e evitar ir em shows naquela região. Várias pessoas devem ter sido assaltadas”, acredita.



Antes do crime, Luís Miranda estava no Trapiche Barnabé, na Cidade Baixa


Policiamento  
A oficial de operações da 16ª Companhia de Polícia Militar tenente Adriana Molinari  explicou que o policiamento ostensivo na área é feito até as 23h. “São quatro duplas a pé, três duplas do serviço extra e quatro viaturas”. A partir das 23h, o policiamento é feito apenas por três viaturas. O reforço em eventos, quando avisado pela organização, é feito por uma viatura e policiais a pé. A quantidade varia de acordo com as proporções do evento.


A tenente não soube informar se houve ou não o pedido de reforço, o que só poderá confirmar na segunda-feira. “Tem um policiamento até as 23h na praça Marechal Teodoro, bem próximo ao Trapiche”, salienta Molinari. A 3ª Delegacia, que cobre a região, informou que não havia delegado na unidade para dar informações. A assessoria de comunicação de Jau informou que a produção contrata seguranças particulares para atuar interna e externamente, para coibir a violência nos arredores.

Cidade Baixa é alvo constante da ação de usuários de crack

Área histórica de Salvador, a região do Comércio tem sido alvo constante das ações de usuários de crack que praticam roubos e assaltos. Em janeiro, a reportagem do CORREIO flagrou a compra e a venda de pedras de crack em casarões localizados nas proximidades do Elevador Lacerda. Mesmo combatido pela polícia, que realizou operações no local para coibir o tráfico, a circulação de usuários se mantém constante.



Em janeiro, CORREIO flagrou venda de crack na região do Comércio


No início de julho, outra reportagem do CORREIO mostrou mais um problema de insegurança na região, alvo de uma série de arrombamentos realizados em pelo menos sete estabelecimentos comerciais próximos a pontos turísticos. Entrevistados, comerciantes da área revelaram que os bandidos chegaram a usar maçaricos para arrombar portas com trancas e cadeados.


Ontem, Luis Miranda criticou o abandono da área. “Se a gente quer fazer daquela região um lugar habitável, que vai receber navios, turistas, não dá pra ser do jeito que tá, fedendo a xixi, a cocô e a lixo com craqueiro”, criticou.

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  1. Strano che il bahiano Luis Miranda non conosca la sua citta' e abbia cosi fatto la figura dello sprovveduto ingenuo. Frequentare un posto cosi' poco raccomandabile in cui i malviventi e gli spacciatori la fanno da padroni, alle 23:30 di sera e per giunta portando grosse somme di denaro, telefonini ecc., significa andare proprio incontro ai guai. Purtroppo non c'è da "vacilar" con la questione della sicurezza in Brasile, nè a Rio, nè a Sao Paulo nè a Salvador di Bahia…

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