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L’Agenzia Nazionale di Salute sospende la vendita di 301 Planos de Saude

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O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Maurício Ceschin, afirmou na manhã desta terça-feira que 301 planos de saúde, de um total de 38 operadoras, terão a comercialização suspensa a partir desta sexta-feira, 5 de outubro. Destes planos, 221 já estavam suspensos desde julho e tiveram a punição renovada e 80 correspondem a novas punições. Entre as operadoras que tiveram mais planos suspensos estão a Green Line, Unimed Paulistana e Casa de Saúde São Bernardo. Confira aqui a lista dos planos suspensos.
A medida valerá até que as operadoras se adequem à resolução 259 da ANS, que determina prazos máximos para marcação de consultas, exames e cirurgias. Veja aqui os prazos.
O diretor-presidente ressaltou, no entanto, que os beneficiários que já estão na carteira dessas empresas continuarão recebendo atendimento normal. A determinação veta apenas para a entrada de novos clientes. O consumidor que pretende contratar um plano de saúde poderá verificar se o registro deste produto corresponde a um plano com comercialização suspensa pela ANS.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que os planos que serão suspensos a partir de sexta-feira atendem um total de 3,6 milhões de beneficiários, ou 7,6% do total de pessoas atendidas pelos planos em todo o Brasil.

– Para nós, se fosse responsável por 5% já se justificaria esse ciclo de monitoramento, protegendo o cidadão, obrigando esses planos a se reestruturarem para oferecer prazos adequados e, ao mesmo tempo, estabelecendo cada vez mais um padrão de qualidade.

O monitoramento da qualidade dos planos é feito a partir de reclamações feitas pelos consumidores. A cada três meses, a ANS publica um relatório. Caso, por dois trimestres consecutivos, as operadoras atinjam um índice de reclamação superior a 75% da mediana do setor apurada pela ANS, há a suspensão.

No último trimestre, entre 19 de julho e 18 de setembro, foram feitas 10,1 mil reclamações por beneficiários dos planos de saúde referentes ao não cumprimento de prazos. As operadoras, além de sofrer a suspensão, são sujeitas a multas de R$ 80 mil por descumprimento da resolução e, no caso de urgência ou emergência, a sanção sobe para R$ 100 mil.

Fonte : Oglobo 

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