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Il PIB brasiliano delude gli analisti : il real cala

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Il Brasile cresce la metà del previsto nell’ultimo trimestre influenzato soprattutto dalla stagnazione nella crescita del settore dei servizi .Il dato si riflette immediatamente sui cambi . Il dollaro  chiude a 2.13 e l’euro  arriva a sfiorare i 2.8 .  




























Crescimento do país no terceiro trimestre foi metade do previsto pelos analistas. Queda nos juros e alta na inadimplência fizeram setor de intermediação financeira registrar a maior queda desde 2008, afetando resultado dos serviços, que ficaram estagnados
A economia brasileira cresceu só 0,6% no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses imediatamente anteriores, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Analistas esperavam expansão de 1,2%, conforme mostra reportagem do GLOBO publicada nesta sexta-feira.

Em valores correntes, a produção no país somou R$ 1,098 trilhão. Na comparação com igual período no ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) — que representa a soma de bens e serviços produzidos no país — cresceu 0,9%. Nesta base de comparação, é a menor expansão em um terceiro trimestre desde 2009, quando registrou recuo de 1,6%.
O crescimento do segundo trimestre do ano foi revisado para baixo, de 0,4% para 0,2%. Com o resultado, a economia acumula crescimento de 0,7% em 2012. Nos últimos 12 meses até setembro, a alta foi de 0,9%.


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    Após PIB, governo estuda mais medidas de estímulo
    01 de dezembro de 2012 | 9h 35

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    AE – Agencia Estado

    BRASÍLIA – O desempenho ruim da economia brasileira no terceiro trimestre, que cresceu apenas 0,60% em relação ao segundo trimestre, surpreendeu o governo e colocou a equipe econômica sob pressão para antecipar o anuncio de novas medidas de estímulo ao crescimento.

    Poucas horas depois da divulgação do fraco resultado do Produto Interno Bruto (PIB), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, participaram de reunião no Ministério da Fazenda para discutir detalhes das medidas, voltadas principalmente para dar fôlego ao investimento. Coutinho e Luciano se reuniram com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

    As medidas deverão ser anunciadas na semana que vem, antes da viagem do ministro da Fazenda, Guido Mantega, à Paris, no próximo dia 10. O governo está fazendo uma remodelagem nas linhas do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que é gerenciado pelo BNDES.

    As linhas mais baratas venceriam em 31 de dezembro, mas o ministro já antecipou que serão prorrogadas. Novas linhas do BNDES deverão ser criadas para ativar o crédito. Segundo fontes do governo, o investimento já está voltando, mas é preciso de mais estímulo para atingir o patamar de crescimento de 8% a 10% em 2013.

    Caminhões

    Além da renovação das linhas do PSI, o governo também poderá prorrogar benefício de depreciação acelerada para caminhões e vagões de trens.

    Essa medida reduz a base de cálculo do Imposto de Renda (IR) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) e ajuda a renovação do parque industrial. Ela foi adotada em agosto para compras até o dia 31 de dezembro e, agora, o prazo deverá ser estendido.

    A ampliação da lista do setores beneficiados pela desoneração da folha está sendo fechada e pode ser anunciada também na semana que vem. Como mostrou na sexta-feira o Estado, um dos setores beneficiados será a construção civil. O governo também deverá lançar outras medidas para o setor da construção que visam antecipar os investimentos e o cronograma das obras. A ministra do Planejamento, Míriam Belchior, disse hoje que o governo tem uma "reserva grande" para aumentar as desonerações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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