domenica 2 dicembre 2012

Il mercato immobiliare a Natal : punto e previsioni future

Consiglio a coloro che sono interessati al settore della Costruzione Civile di non perdersi questo articolo che parla del mercato immobiliare per i prossimi 3 anni .Dopo l'euforia iniziata nel  biennio 2008-2010 con una media di 7000 unità abitative lanciate ogni anno , il  2012 ha visto una drastica riduzione dei nuovi lanciamenti a 2300 unità ed una rincorsa ai compratori .

I dati di vendita sono comunque confortanti : un miliardo di reais nel 2012 allo stesso livello del 2010 ma il rallentamento è all'orizzonte .

La parola d'ordine è smaltire lo stock di appartamenti invenduti . Non è che manchino i compratori ma i prezzi sono fuori della portata dei comuni mortali  ed i finanziamenti sono sempre più difficili da ottenere . I prezzi degli immobili infatti sono cresciuti del 60% negli ultimi quattro anni , molto più della crescita dei salari .

Il consiglio è quello di non acquistare su carta perchè si prevede la uscita dal mercato di alcuni costruttori . Meglio comprare immobili pronti e pagare a vista per ottenere ottimi sconti vista  la necessità di cash che hanno le imprese di costruzione .
  

Um ajuste de mercado. Após a invasão de grandes construtoras e lançamentos em ritmo recorde nos últimos quatro anos, o mercado imobiliário no Rio Grande do Norte pisa no freio, estanca em lançamentos e tenta viabilizar as unidades em estoque. O setor viveu um período de euforia, entre 2008 e 2010 - quando várias construtoras migraram para o Nordeste - o que provocou a alta dos preços e despejou em média 7 mil unidades ao ano, no mercado. Em 2012, o ritmo é outro, com cerca de 2,3 mil unidades lançadas e uma corrida em busca do consumidor.

Especialistas do setor observam que a hora é de realinhamento, com a saída de algumas empresas do mercado e a reavaliação de investimentos e estratégias por outras. Contudo, não se registra uma queda no volume negociado. Em 2012, o Valor Global de Vendas (VGV) médio no Estado se assemelha com o desempenho de 2010, de cerca de R$ 1 bilhão negociados - apesar da queda no número de novos empreendimentos este ano. Os dados são de um estudo de mercado realizado pela Cyrella Plano e Plano.

A baixa velocidade na execução de empreendimentos espalhados pela cidade e mesmo a quantidade de terrenos marcados que permanecem ociosos - à espera do início de obras - após lançamentos, não são considerados pelo setor como indicativos de desaquecimento de mercado.

"O que ocorre é um sazonalidade, mas o mercado continua crescendo, só que de forma mais lenta", afirma o presidente do Sinduscon, Arnaldo Gaspar Júnior. Apesar do setor da construção civil continuar puxando a taxa de crescimento do país, lembra ele, para este ano a estimativa é de um crescimento até 2%, enquanto em 2010, chegou a 8%.

O Rio Grande do Norte é um dos estados nordestinos que mais atraiu grandes construtoras que migraram das regiões Sul e Sudeste, expandindo com a capitalização vivida em 2008. Neste período, oito incorporadoras entraram no mercado, entre elas a Cyrella Plano & Plano, a Diagonal e Rossi e a MRV e a Gafisa. Esta última desistiu do empreendimento, cancelou contrato, devolveu o terreno e voltou os investimentos para o Sul, no ano passado.

A tendência, segundo o diretor de Comunicação e Marketing do Sinduscon/RN e diretor da Tecnart Engenharia,Carlos Luís Cavalcanti, é que outras tomem o mesmo rumo "caso não consigam viabilizar os estoques".

Oferta e preços foram catapultados


A vinda das grandes construtoras para o Rio Grande do Norte e a mudança no modelo de empreendimentos (de pequenos e médios para o conceito de condomínio clube) levaram a um "excesso de estoque e preço alto", na análise do gerente da MMK Imobiliária, Antônio Baía. A migração de construturas seria a causa da super oferta. Os custos mais altos para se fixarem, por estarem distantes das cidades-bases, puxou o preço alto e um 'apagão' de mão de obra vivido pelo setor, no mesmo período. Para Antônio Baía, houve uma supervalorização do preço de terrenos com a chegada das construtoras nacionais, com grandes compras para 'reserva de terra', cujos custos foram repassados ao consumidor.
"A dificuldade em viabilizar os estoques não é por falta de consumidor, pois é real a carência habitacional no Estado, mas porque o valor do metro quadrado está fora do poder aquisitivo do potiguar", frisa Baía. O preço do metro quadrado, segundo o gerente da MMK Imobiliária, cresceu cerca de 60% em quatro anos, sem que fosse acompanhado pelo salário do brasileiro. O setor atua sem um planejamento a longo prazo o que poderá levar a um novo "estouro" de preços, a partir de 2015.

A dificuldade em viabilizar os imóveis prontos em relação à compra na planta, segundo o diretor da Abreu Imóveis e representante da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI) em Natal, Ricardo Abreu, é a quantidade de parcelas e o valor de entrada mais alto. "Demanda um financiamento mais alto do que quando se tem 36 meses na construção", disse.

A morosidade causada pela burocracia e a falta de pessoal nas instituições bancárias que atuam junto a concessão do crédito também contribui para que a execução das vendas siga em marcha lenta, dizem os analistas. A morosidade empurra as empresas a estender os prazos de conclusão e entrega dos imóveis, explica o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) Waldemir Bezerra. A análise de projetos até a assinatura de contratos pode levar até dois anos.

"Os bancos não estão estruturados para receber essa demanda reprimida e ainda mantém, apesar da queda dos juros e prazos estendidos, uma grande restrição para acesso ao crédito", afirma Bezerra.

O custo para produzir e a demora em consumar as vendas são consideradas pelo presidente do Creci um "desestímulo" à produção e à permanência das empresas nacionais no Rio Grande do Norte. "O investidor não vai colocar dinheiro para um resultado pequeno ou moroso, é preciso desburocratizar", afirma.

Fonte : Tribuna do Norte 

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