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In vista una riduzione de prezzo degli immobili ?

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Nuove misure di stimolo per l’economia sono annunciate dal ministro Mantega . Questa volta a beneficiarsi è il settore della costruzione civile che impiega molta mano d’opera . La misura di esonerazione di parte dell’INSS dovrebbe ripercuotersi anche in una riduzione del prezzo degli immobili … staremo a vedere .

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta terça-feira novas medidas para estimular a indústria da construção civil e tentar reverter o quadro de baixo desempenho da economia na reta final de 2012. 

O governo vai desonerar a folha de pagamento do setor, a exemplo do que já acontece com 15 setores e de outros 25, que serão beneficiados a partir de 2013. Mantega não disse quando a desoneração para o setor começará a valer, mas medidas tributárias devem respeitar um período de 90 dias antes de entrarem em vigor.
“Este é um setor que emprega muita mão de obra, estamos vendo que INSS que é pago pelo setor é de R$ 6,8 bilhões por ano. Com a nova medida vamos transferir uma parte dessa cobrança para o faturamento. O setor vai pagar 2% sobre o faturamento, e passar a pagar R$ 3,4 bilhões por ano. São R$ 2,8 bilhões a menos que o setor vai pagar por ano, de modo que poderá repassar isso para os preços dos imóveis, reduzir o preço, aumentar investimentos, com recursos que resultarem disso”, disse Mantega.

Pelo modelo de desoneração, os empregadores dos setores beneficiados ficam isentos de pagar a contribuição obrigatória de 20% sobre o valor da folha de pagamento para o INSS. Em contrapartida, as empresas pagam de 1% a 2% (dependendo do setor de atuação) do seu faturamento bruto anual. O governo determinou que a alíquota de 1% vai incidir sobre as empresas do setor industrial e 2% para o segmento de serviços.
Outra medida anunciada por Mantega é a redução da alíquota paga no Regime Especial de Tributação (RET). O setor paga uma alíquota de 6% sobre o faturamento, em vez de pagar imposto de renda, Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), PIS e Cofins. A alíquota será reduzida para 4% – uma economia de R$ 400 milhões por ano para o segmento, de acordo com o ministro.

Nos casos de construção de casas com valor até R$ 85 mil, classificadas como habitações sociais, a alíquota de RET é de 1%. Esse percentual foi estendido para moradias de até R$ 100 mil. O governo também vai facilitar a obtenção de capital de giro pelas empresas para executar as obras.

Fonte : Terra

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