giovedì 24 gennaio 2013

Ultime dal Banco Centrale Brasiliano

IL  BC  PREVEDE UN AUMENTO DEL PREZZO DELLA BENZINA DEL 5% 

O Banco Central (BC) prevê que o preço da gasolina deve aumentar 5% em 2013, segundo ata do Comitê de Política Monetária (Copom) publicada nesta quinta-feira. A previsão foi feita pelos membros do colegiado e levada em consideração para que o comitê decidisse por manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, na mínima histórica de 7,25% ao ano.

Apesar da confirmação de que o preço do combustível vai subir este ano, as autoridades ainda não confirmam qual será o percentual do aumento. No ano passado, o preço da gasolina e do diesel subiu, mas a alta não foi sentida porque o governo zerou a CIDE, imposto que incide sobre o valor do combustível, o que absorveu a alta. O preço da gasolina é uma preocupação constante do governo, já que ela é fator importante na determinação do índice de inflação.

IL BC MANTIENE LA SELIC AL MINIMO STORICO DEL 7.25%


O ritmo de recuperação da economia brasileira foi mais lento do que esperava a área econômica do governo e, por isso, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, na primeira reunião de 2013, realizada na semana passada, manter a taxa básica de juros (Selic) na mínima histórica de 7,25%. Segundo ata da reunião divulgada nesta quinta-feira, a decisão foi unânime.
Apesar da frustração no desempenho da recuperação da atividade interna, o membros do comitê avaliaram que é a demanda das famílias que vai continuar mantendo o crescimento da economia brasileira ao longo deste ano. O colegiado prevê que o desemprego deve continuar em níveis historicamente baixos e a massa salarial vai manter o ritmo de alta observado em 2012.
Segundo os membros do Copom, o desempenho menor que o esperado para a economia foi causado pela queda na oferta de produtos e serviços. Enquanto isso, a demanda das famílias (impulsionada por melhores salários e garantia de emprego) se manteve em patamares elevados, o que gerou demanda por crédito. O ritmo de consumo interno deve ser mais intenso em 2013.

No entanto, o Banco Central (BC) vê risco de aumento nos preços no cenário de baixo nível de desemprego aliado à perspectiva de continuidade de ganhos salariais. "Um risco significativo reside na possibilidade de concessão de aumentos de salários incompatíveis com o crescimento da produtividade e suas repercussões negativas sobre a dinâmica da inflação", alertou.
O BC vê com preocupação a dispersão do aumento dos preços para mais setores da economia que, combinada com a reversão de estímulos ao consumo (retirada de incentivos tributários), tende a contribuir para que a inflação continue em patamares altos, pelo menos no curto prazo.
No cenário internacional, o comitê considera que a situação ainda é complexa e os riscos para a estabilidade financeira mundial permanecem elevados. Mesmo assim, é menor a probabilidade de ocorrência de eventos extremos nos mercados internacionais.

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