domenica 17 febbraio 2013

Aeroporto di Natal : colli di bottiglia ai voli internazionali

Riporto questo articolo tratto da Tribuna do Norte che descrive in dettaglio perchè , nonostante la riforma dell' Aereoporto di Natal Augusto Severo , costata 16 Milioni di reais , il tempo di attesa per gli sbarchi internazionali non è affatto diminuito . L'aeroporto si satura con appena un volo internazionale in sbarco su un totale di 5 al massimo al giorno .

L'attesa per lo sbarco può arrivare a due ore delle quali solo 40 minuti richiesti dalla PF per i controlli di sicurezza . Ricordo ritardi simili solo per l'entrata nel territorio di Israele !





O desembarque internacional do Aeroporto Augusto Severo está saturado. Essa é a realidade enfrentada por quem chega de outro país no principal, e até agora único, terminal aéreo de passageiros de Natal.

 A reforma e ampliação do empreendimento, concluída em agosto do ano passado e avaliada em mais de R$ 16 milhões, contemplou a completa reforma dos toaletes, a criação de um fraldário, a construção de novas salas de embarque e desembarque, instalação de dois novos elevadores e escadas rolantes na parte interna do desembarque, além da instalação de 12 novos balcões de check-in. A área de desembarque internacional foi ampliada em 34,16%, segundo dados da Infraero. Mesmo assim, o espaço não consegue atender a demanda.

Segundo funcionários, o Augusto Severo não tem capacidade para receber mais de um voo internacional simultaneamente. O fluxo dos voos que chegam ao Augusto Severo vindos de outros países não é intenso. Apenas cinco voos internacionais, provenientes de Portugal, Itália e Holanda, desembarcam nacidade em horários bem espaçados. Mas basta um avião lotado chegar que a situação se complica - as aeronaves que operam esses destinos possuem uma média de 260 lugares.

O tempo estimado para realização dos procedimentos de controle de imigração, feito pela Polícia Federal, e de fiscalização de produtos adquiridos fora do país, feito pela Receita Federal, é de 40 minutos. No entanto, a espera enfrentada no Augusto Severo pode chegar a até duas horas. Tempo bem maior que o esperado. O ambiente destinado aos procedimentos não é dos melhores. Mesmo após a reforma que resultou na otimização do espaço, o desembarque internacional não é confortável. Com aproximadamente 100 metros quadrados a área operacional obriga turistas e viajantes a se espremerem junto com suas malas.

A cabeleireira Emily Medina ficou indignada com a situação vivida quando chegou em Natal. Depois de 14 horas de voo e visivelmente cansada, precisou passar mais de 50 minutos na fila do desembarque. "É uma primeira impressão horrorosa. É tudo muito complicado e demorado, depois de tantas horas de voo temos que enfrentar mais essa fila", reclama. Emily Medina veio a passeio a Natal e não tinha mercadorias para declarar, o que a irritou mais. ainda "Estou na fila com pessoas que estão vindo com compras e precisam passar por um processo mais demorado que o meu. É muita desorganização", disse.

O empresário potiguar Fernando Antônio se diz constrangido com a demora, que segundo ele, é peculiar ao aeroporto de Natal. "Viajo uma média de três vezes ao ano e quando volto para casa é essa situação", diz. Ele já estava na fila há quase uma hora e o número de pessoas na sua frente ainda era grande.

A Tribuna do Norte acompanhou parte de um procedimento de desembarque de passageiros internacionais. A presença da equipe foi suficiente para dar início a uma série de reclamações, muitas anônimas, vindas de quem aguardava na fila. O funcionário de uma companhia aérea que preferiu não se identificar foi taxativo: "Não temos condições de receber mais de um vôo ao mesmo tempo". A constatação dele é justificada com o baixo efetivo de equipes de inspeção da Receita e Polícia Federal no momento.
A jornalista Jussara Correia recorda que apenas dois guichês da Polícia Federal funcionavam quando chegou em Natal. "E um era só para os estrangeiros e outro para os brasileiros. Quem era estrangeiro demorava ainda mais". Segundo informações apuradas pela reportagem, a situação se repete em outros desembarques.

Outro problema é apontado pelo professor Ricky Damasceno. Como o espaço reservado ao desembarque internacional é reduzido, as esteiras de circulação das bagagens segue o mesmo padrão. "Quando cheguei para pegar minha bagagem, me deparei com várias malas jogadas no chão, uma em cima das outras. O que dificultava muito a identificação", reclama. O procedimento de jogar as malas no chão é realizado pelos funcionários das companhias aéreas e é "padrão" já que é preciso liberar espaço para as outras bagagens circulem e o serviço seja finalizado.

RF vai otimizar serviços alfandegários
Um método para dinamizar o serviço de fiscalização alfandegária será implantado no Aeroporto Augusto Severo até o fim do mês de março. O sistema de seleção de canal é utilizado em aeroportos do Brasil e facilita a vida do viajante que não precisa declarar a aquisição de bens fora do país. Uma pequena reforma vai ser feita na área operacional do desembarque internacional. A expectativa é que o tempo exigido do passageiro seja reduzido.

Nesse sistema o viajante vai optar entre os canais verde (se não precisa declarar) ou vermelho (se precisar declarar bens adquiridos), acelerando o serviço. De acordo com o inspetor chefe da Aduana, Jorge Luíz da Costa, o sistema de seleção de canal está sendo implantando também em Fortaleza. "Estamos nos preparando para grandes eventos. O aeroporto de Natal é uma alternativa para receber comitivas que participarão da Copa das Confederações", afirma. O inspetor reconhece as limitações do terminal e disse que vem negociando as melhorias com a Infraero.

A reforma para o funcionamento do sistema foi uma solicitação da Receita Federal e consiste na colocação de divisórias que garantem a privacidade necessária em algumas inspeções individuais ou mais rigorosas. Além disso, a Receita Federal investiu R$ 200 mil na adquisição de uma esteira com raio-x passa observação das bagagens. "A aquisição desse equipamento é de responsabilidade da Infraero, mas em função da urgência na implantação do sistema resolvemos fazer esse investimento", destaca Jorge Luíz da Costa. Outra melhoria ao aeroporto proposta pela Receita é a inauguração do Centro de Cães de Faro (CCF) da Receita Federal. Um novo aliado no combate à entrada e à saída de entorpecentes no país, explica Costa.

Projeto de revitalização das pistas fica pronto até junho
Os passageiros dos voos domésticos passam longe das reclamações dos passageiros dos vôos internacionais. Os elevadores quebrados, as escadas rolante paradas e o forte calor fazem parte da história do Aeroporto Internacional Augusto Severo. Cinco meses após reforma que durou mais de um ano, o terminal parece ter conseguido, finalmente, decolar. A informação de que será desativado para aviação comercial e usado exclusivamente para a aviação militar, após inauguração do Aeroporto de São Gonçalo, não significa o fim das melhorias no terminal.

O pátio e as pistas deverão passar por melhorias em breve. O projeto deve ficar pronto até o meio do ano. "Uma empresa já foi contratada ao valor de R$ 300 mil. Após a conclusão, a obra passará pelo processo licitatório, contratação e seguirá os trâmites exigidos", explica o gerente de operações da Infraero em Natal, Adailton Gomes Teixeira.

O gerente de uma operadora de turismo Pedro Monte elenca as melhorias. "O ar-condicionado agora funciona, assim como os elevadores e escada rolante. Depois da mudança aqui no saguão, não tem mais aquele tumulto de antes". O permanente investimento reacende o questionamento sobre a definição do Augusto Severo como o aeroporto da Copa do Mundo. "Eles gastam um dinheirão todo desse e dizem que vão desativar tudo já no ano que vem", questiona o taxista Albenides Martins. A Infraero vem preparando o Augusto Severo para uma possível ajuda na Copa de 2014. "A reforma deixou o aeroporto preparado para essa demanda", garantiu Adailton Gomes.

PF e Receita Federal tentam explicar demora

A imigração é o primeiro processo a que o viajante estrangeiro é submetido. A chefe da delegacia de imigração, Polyana Pimenta, disse que os procedimentos não são demorados. "Só demanda mais tempo quando é identificado algum problema. Como irregularidade no visto, multa a ser paga, problemas de impressão no passaporte ou mandado de prisão", explica. A equipe é formada Por quatro funcionários terceirizados e três agentes por turno, além de um responsável geral. Sobre o tempo demandado em todo o processo é enfática. "São procedimentos de segurança que não podemos abrir mão em função do conforto do passageiro".
A etapa que segue a imigração é a coleta das bagagens e a inspeção na Aduana. O verdadeiro gargalo. O inspetor chefe da Aduana, Jorge Luiz da Costa, destaca que a insistência das pessoas em entrarem no país com produtos de origem orgânica atrasa esse processo. "Cerca de 80% a 90% do que é trazido é de origem orgânica, proibido de entrar no Brasil segundo normas da Anvisa. É feita uma seleção não invasiva, que filtra algumas bagagens que podem conter bens não permitidos no país", explica. A seleção , explica Costa, é realizada com base em critérios objetivos. A aquisição dos novos equipamentos e implantação do novo sistema devem dar mais celeridade ao processo.

Reformas continuam em andamento
Apesar da reforma do aeroporto Augusto Severo ter sido concluída em agosto do ano passado, pequenas intervenções continuam sendo feitas no terminal. O gerente de operações e segurança da Infraero, Adailton Gomes Teixeira, explicou que a loja Duty Free, localizada nas dependências do desembarque internacional, será reduzida para liberar mais espaço para os passageiros que aguardam pela inspeção fiscal.

"Essa redução acontecerá de forma que consiga atender, sem problema, o objetivo da loja e com isso otimizar o espaço da Receita Federal", disse. Além disso, o serviço da Polícia Federal poderá ser incrementado após a oferta de mais dois balcões para atendimento imigratório.

A limitação de espaço impede a melhoria do serviço de entrega das bagagens. "Não tem como aumentar a esteira devido ao espaço que temos. Quando o vôo internacional não coincide com um doméstico, utilizamos uma segunda esteira", explica. Sobre o trato com as malas, Adailton Teixeira disse que a orientação passada aos funcionários das companhias aéreas, é que sejam colocadas em disposição ao lado da esteira.

Fonte : Tribuna di Norte 

1 commento:

  1. Il collo di bottiglia c'è anche agli arrivi dell'aereoporto di Salvador a causa del limitato numero di addetti ai controlli della PF. L'attesa dopo il lungo viaggio è snervante ed anche la struttura aeroportuale è risibile in confronto alla rilevanza della città e si spera nei promessi lavori di ampliamento che, comunque, a poco serviranno se non si aumenta il numero degli addetti.
    In compenso la dogana è fornita di efficienti apparecchiature elettroniche (raggi X) che vengono sistematicamente usate sui bagagli degli italiani in arrivo al fine di sequestrare tutti i generi alimentari freschi trasportati. C'è un doganiere che si è fatto una pancia enorme a forza di sequestrare caciocavalli, soppressate ecc.

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