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La dura legge del mondo del lavoro corporativo in Brasile

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Nell’attesa del risultato delle elezioni in Italia ” godetevi ” questo spaccato di cosa succede al mondo del lavoro in Brasile . Non parliamo di lavoro manuale o di basso livello ma di lavoro di professionisti che operano nella  loro area da oltre 20 anni … espulsi dal mondo del lavoro perché oramai le Aziende di tutto il mondo  inseguono solo il profitto e sacrificano l’esperienza in cambio di salari inferiori che possono offrire ai giovani appena usciti dalle università .

Il risultato è che anche qui in Brasile si sta creando una classe di professionisti di alto livello disoccupati . La soluzione per loro che sono ancora troppo giovani per la pensione ma troppo vecchi per il mondo delle Corporation è solo l’attività in proprio come emerge da questa storia postata sul Gruppo Linkedin BRASIL : VAGA EXECUTIVAS dalla Gerente Administrativa- financeira : Sandra Laino di Rio de Janeiro ed alla quale rispondono in particolare due membri del gruppo Jorge e Bruno  .  Ho riportato in colore rosso la riflessione disillusa  di Bruno .


“Secondo la mia opinione , a tutti i maturi , resta solo la soluzione di una attività in proprio o di consulenza presso una impresa . Nell’attuale panorama corporativo il professionale maturo non ha spazio . Basta con i discorsi che le imprese stanno dando preferenza ai maturi , che il numero di assunzioni di professionisti oltre i 50 anni  sia in aumento … tutto falso “




Empresas dispensam executivos e gerentes para substitui-los por funcionários novatos, sem experiência, com salários bem inferiores, como podemos nos defender dessa situação???

Sandra : sou Administradora de empresas, exercendo a função de Gerente administrativo-financeiro e perdi meu emprego…

Jorge : Sandra, Acredito que muitas destas ações são resultados até mesmo do aprendizado que são ministrados em cursos de MBAs, nas universidades. Claro, isto não é regra, mas, muitas empresas torcem o conteúdo obtido em suas recheadas bagagens universitárias, cheias de palavras técnicas e “americanizadas”, e colocam em prática de forma de que melhor lhes convém.

Por exemplo: Muito se aprende nos cursos sobre contenção de custos e despesas. É necessário diferenciar custo de despesa. Custo: Todas as ações, equipamentos e pessoas indispensáveis para o andamento da produção ou operação. Se retirarmos uma destas peças, a operação pára. Despesas: Diz respeito a alguns gastos como: combustível do veículo do gerente, telefone corporativo, gastos com refeições etc. Se retirarmos um destes itens, a operação da empresa continua. Portanto, levando-se isto “ao pé da letra”, as empresas julgam que se substituírem um gerente por um funcionário novato, com menor salário, sem benefício, estarão economizando.
Lêdo engano! Onde ficam o conhecimento, o carisma, a experiência, enfim, competências que ninguém obtém de um dia para o outro, mas, através de muitos anos. Ninguém irá reduzir custos cortando desde o cafezinho, até o seu maior patrimônio – o Colaborador, seja em que nível for. Parece que os caos só mudam de endereço, a história é sempre a mesma.

Bruno : Tal condição ocorre desde que a primeira corporação foi instituída e, lamento lhe informar, não irá mudar. Quando eu, você e muitos dos que participam dessas discussões tinham 20 e tantos anos também geramos a dispensa e o desemprego de dezenas de outros profissionais.

A diferença entre um momento e outro é que, hoje, somos vítimas. Para complicar a estória vivemos um momento planetário em que o que importa é o resultado (leia-se, lucros astronômicos) a qualquer custo. E é por isso que o pessoal dispensado sente mais a situação, pois o lucro a qualquer custo não faz prisioneiros ou tem compaixão ou humanidade. E para atenuar essa desumanidade, a moçadinha do resultado a qualquer custo dá uma maquiada. E tome lindos e maravilhosos programas de sustentabilidade, esponsabilidade social e toda uma enorme bushitagem que, pensam, os ajudará a continuar gerando resultados. Mas, pelo o que observo, a valsa não é essa. O público, ao contrário do que pensam, está de olho e não pensará duas vezes em trocar de marca, produto ou serviço ao saber o tanto de absurdos que os administradores “do resultado” cometem. O cinismo, então, impera. 

Em minha opinião, a todos os maduros resta somente abrir um negócio próprio ou o subemprego como consultor. No atual panorama corporativo o profissional maduro não se encaixa. Esqueça a conversinha de que as empresas estão dando preferência aos maduros, que o número de contratações de profissionais acima de 50 anos aumentou etc. etc. etc… Tudo colóquio flácido para acalentar bovino. 

Enfim, perdoe-me o tom, talvez pense que sou pessimista; mas não sou. Pessoas desse fórum, não há saída: ao completar 40 anos, no Brasil, vive-se o ocaso corporativo e uma dura realidade: O indivíduo vê-se novo demais para se aposentar e velho demais – na opinião dessa entidade sociopata chamada mercado – para continuar trabalhando. E ainda tem 25 anos pela frente para criar os filhos e pagar as contas…

1 commento

  1. Il Brasile non é lItalia dove il potere d'acquisto è ridistribuito in quasi tutta la popolazione; qui siamo ancora ai grossi capitali nelle mani di pochi e perciò la piccola attività ha difficoltà nel generare reddito e la maggior parte chiude. Poi c'è l'alto costo della tecnologia importata dai Paesi tecnologici, il basso livello professionale degli addetti e, quando professionalizzati, l'abbandono del posto di lavoro per mettersi in proprio con gli stessi problemi. Altr fattori negativi sono la burocrazia sempre più farraginosa, le infrastrutture e le cause naturali che nessuno mette in conto. Praticamente se stiamo con le mani in mano guadagniamo sicuramente di più, in salute certamente

    Non so che dire sul lavoro specializzato ma un municipio del Maranhão offriva credo 38mila reais di stipendio al Medico ma nessuno si è presentato. Qui nel Cearà molti municipi offrono stipendi da 12mila reais ma i medici preferiscono stare nelle grandi città. Poi è normale questa rotatività del lavoratore che quando raggiunge la mezza etá è scartato e sostituito, ma 'sta storia prende origini dalla nostra amata USA sprone del capitalismo. Era solo l'Italia che assicurava il dirtto al lavoro fino alla pensione qualificando, poi, il nepotismo

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