lunedì 4 marzo 2013

Aumenta del 339% il numero di investitori stranieri nel Rio Grande do Norte

Complice anche l'attività di Vivere in Brasile che attua a Natal proprio dal 2009 il numero di investitori che hanno scelto il Rio Grande do Norte come destino per i loro investimenti è cresciuto del 339% in questi ultimi 4 anni .

Nell'articolo che segue , tratto dalla Tribuna do Norte , l'analisi del fenomeno con commento finale  della delegata Polyana Pimenta  della DELEMIG  che sottolinea  lo stato di disagio in cui si trova chi decide di restare clandestino anzicchè regolarizzarsi  : non può aprire conta bancaria , non può studiare , lavorare , ecc .

O número de estrangeiros que conseguiram autorização para investir ou trabalhar no Rio Grande do Norte cresceu 339%  nos últimos quatro anos.

Em 2009, o Ministério do Trabalho e Emprego (MET) registou a entrada de 189 estrangeiros no Estado. Ano passado, esse número saltou para 831.

Mexicanos e norte-americanos lideram a lista. Mas há espaço para europeus e asiáticos. Espanhóis, italianos e chineses figuram no ranking. A busca por qualidade de vida e fuga da crise econômica são alguns dos fatores que explicam a procura por terras potiguares com o intuito de investir ou morar.O total de investimentos estrangeiros destinados ao RN por "pessoas físicas" também apresentou elevação no período de quatro anos. Os dados do MET revelam que, de 2009 a 2011, os valores investidos ficaram abaixo da casa dos R$ 30 milhões. Em 2009, foram R$ 29.083.900,18 e, em 2011, R$ 27.005.760,54. No último ano, no entanto, a quantia registrou R$ 43.524.409,51.


A crise internacional que atingiu a zona do euro foi fator decisivo para o registro desse movimento que tem Natal como um dos destinados procurados por quem busca dias melhores. É o caso do italiano Mattia Cutrufelli, 24 anos. O cozinheiro conheceu Natal, há cinco anos, na condição de turista. "O que sabia sobre Natal restringia-se às atrações turísticas da cidade. Essas coisas que a gente encontra na internet", explica.

O experiente cozinheiro - ele conta que começou a trabalhar aos 14 anos - passou seis meses na capital potiguar. Voltou para Catânia, cidade localizada na região da Sicília, com o pensamento de retornar para o Brasil. Dois anos depois, em 2011, veio à Natal já procurando emprego. Casou com uma natalense e no fim do ano passado cruzou o oceano Atlântico novamente. Na Europa, o cenário era de extrema dificuldade. "Voltei para lá com a intenção de ficar. Mas não encontrei emprego. A região sempre foi problemática, mas dessa vez estava pior", revela.

A última estada na Itália durou pouco tempo. Mattia decidiu com a esposa que ficariam definitivamente em Natal. O cozinheiro trabalha numa pizzaria e ganha cerca de R$ 2 mil por mês. Valor considerado bom pelo italiano.

Assim como Mattia, outros italianos resolveram desembarcar na cidade. Alguns, trazendo investimento. Giovanna Caterina, seu marido e amigos planejaram bem sua vinda para o Rio Grande do Norte. "Uma pesquisa que fizemos no começo dos anos 90 dizia que Natal era uma cidade promissora para investir. Decidimos apostar. Viemos em 1996, e no ano seguinte já estávamos produzindo", conta. Assim, nasceu a fábrica de queijos artesanais Fior di Latte, com sede em São José do Mipibu. Segundo o MTE, somente ano passado, 60 italianos obtiveram autorização para investir em terreno potiguar.

Os europeus também marcam presença com investimentos no RN. Somente ano passado, foram 93 espanhóis que conseguiram autorização para investimento. Apesar do número, o cônsul honorário da Espanha no Estado, Pio Morquecho, afirma que há dificuldade em analisar os dados com relação a presença de espanhóis a trabalho. "Esse número vem aumentando sempre, por vários fatores, entretanto não temos como sabermos as quantidades, pois não é obrigatório a apresentação dos mesmos no Consulado Espanhol", afirma.

Para o aumento de investidores, Pio revela que o ponto favorável é o potencial de crescimento econômico do Estado e a crise no continente europeu. "Sem dúvida, a crise que a Europa enfrenta há alguns anos, principalmente a Espanha, com índices de taxa de desemprego preocupantes e baixo crescimento econômico, têm motivado muito trabalhadores e investidores espanhóis a procurarem oportunidades de negócios em outros países. O Brasil é, no momento, uma ótima opção", conta.

Construção civil, incorporações imobiliárias e setores na área turística e de entretenimento, bem como agricultura, setor pesqueiro, minerais e infraestutura energética são alguns dos setores apontados pelo cônsul onde há presença espanhola no RN.

Fiscalização será ampliada até 2014


O controle da presença de estrangeiros é feita pela Polícia Federal (PF). De acordo com a Delegacia de Polícia de Imigração (Delemig), Polyana Pimenta, o efetivo para realizar o trabalho de fiscalização e investigação do setor é bom, mas é necessário investimento no setor devido à Copa 2014.

A PF é responsável também pelo registro dos vistos. A maioria dos estrangeiros que chega ao RN já vem com o visto do exterior, seja através de embaixada do Brasil no país de origem ou no Ministério do Trabalho e Emprego.

Os números da PF são diferentes do MTE. Em 2010, foram 332 registro de permanentes e 237 temporários. Em 2011, 348 registros de estrangeiros permanentes e 559 registros de temporários. Já em 2012, foram 398 registro de permanentes e 538 registro de estrangeiros temporários. "Houve o aumento do número de estrangeiros registrados, ou seja, residentes em nosso país", comenta a delegada.

Attenzione alla clandestinità  

Nesse quantitativo, estão aqueles que entram como turista e ficam irregulares. Nesses casos, a investigação dos agentes federais é necessária. "Fazemos fiscalização mas eles [os estrangeiros irregulares] não podem ficar muito tempo na clandestinidade porque têm dificuldades práticas. Quem é irregular não pode ter conta em banco, não pode estudar, tirar carteira de trabalho", informa a delegada.

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