Home immobili Marche di successo in Brasile : Kibon

Marche di successo in Brasile : Kibon

17
4
CONDIVIDI

Avete mai notato che i marchi di Algida e di Kibon sono praticamente gli stessi ? Per dissipare il dubbio di coloro che pensano che Algida abbia comprato la Kibon ( o viceversa ) vi dirò subito che in  realtà  entrambe sono state acquisite negli anni 90 dal gruppo anglo-olandese  Unilever che decise di adottare  un marchio globale . Unilever , per quei pochi che non la conoscessero è una multinazionale i cui interessi spaziano dal cibo a i detersivi . Ha comprato tutto quello che c’era da comprare in Italia e che era sfuggito al gigante svizzero Nestlè 

A história da KIBON começou nos anos 30 na cidade de chinesa de Xangai tendo sua origem em uma empresa criada por um empreendedor americano, Ulysses Harkson. Saboroso desde o início, o negócio acabou por se tornar lucrativo já nos anos 40, mas com a ameaça da Segunda Guerra Mundial, e conseqüentemente a tensão entre Japão e China, foi inevitável a transferência da filial para fora da área de conflito. Que sorte a do Brasil, que acolheu a nova empresa na cidade do Rio de Janeiro em 1941, fundada por John Kent Lutey, que trabalhava para a fábrica de sorvetes na China, com o nome de U.S. Harkson do Brasil. Antigas instalações alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, aos pés do Morro da Mangueira, foram reformadas para abrigar as atividades da empresa, que colocou os primeiros 50 carrinhos de sorvete, já nas cores amarela e azul, nas ruas e praias da “Cidada Maravilhosa” no ano de 1942. 

Mesmo nesta época de guerra as dificuldades foram superadas e a empresa adotou uma denominação “fantasia” para identificar seus produtos – SORVEX KIBON. A palavra “sorvex” foi adicionada ao nome como forma de impressionar o consumidor, dando um ar futurista à sobremesa. Ainda neste ano, no verão, iniciou-se a produção de dois sorvetes que seriam os campeões de venda da marca, atravessando décadas até os dias de hoje: Eskibon (um protótipo que contrariava todos os modelos até então conhecidos de sorvete: não era picolé, pois não tinha palito; e também não era servido em taças ou casquinhas. A camada de chocolate que o envolvia obrigava o respeitável público a mordê-lo para chegar ao “recheio”, o sorvete propriamente dito) e o picolé Chicabon, na época, ambos escritos com hífen.
-Durante esta década, a família cresceu. Surgiram os primeiros tijolos de sorvete, em sabores clássicos como morango e chocolate, e outros genuinamente brasileiros como coco e castanha de caju. As campanhas publicitárias incluíam extravagâncias como aviões sobrevoando as praias cariocas e lançando picolés de pára-quedas. Em 1949, a empresa começou a fabricar sorvetes em São Paulo, para atender ao consumo cada vez maior na Região Sudeste. Antes que a década acabasse, a marca e os produtos KIBON já eram um sucesso.

 A partir de 1951, o nome KIBON passou a integrar a assinatura da empresa e os picolés ganharam os famosos palitos de madeira. Dois anos depois, a marca foi para a televisão e patrocinou um dos episódios do “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato. Com esta participação também fez história, afinal com seu nome citado no roteiro, inaugurou uma das primeiras experiências de merchandising da televisão brasileira. Em 1955, estreou programa próprio, a Grande Ginkana Kibon, que revelava talentos mirins da dança e da música. Em pouco tempo, a atração se converteria em líder de audiência na TV Record, permanecendo nove anos no ar. Até o fim da década de 50, mais novidades apareceram: sorvete em copinho, em lata, sundae, picolés de frutas tropicais e bolo gelado.

-A empresa ficou nas mãos de Lutey até 1960, quando foi vendida à General Foods, na época um grupo americano que importava café brasileiro. Nesse período, os programas para crianças patrocinados pela marca na televisão eram campeões de audiência. A KIBON já estava no Brasil de norte a sul. Apesar do sorvete famoso, a marca ainda produzia ovos desidratados e congelados para a indústria de alimentos, além de balas (como as coloridas Delicados, amendoim coberto com chocolate e jujubas), chicletes (o PING PONG foi lançado pela empresa em 1945), chocolates (como o Ki-Bamba, Ki-Leite, Ki-Coco, Ki-Passas, Ki-Coisa e Lingote), cereais e sucos em pó. Tudo para depender menos da sazonalidade dos sorvetes, consumidos mais no verão. Mudar os hábitos de consumo dos brasileiros seria uma longa e constante batalha, que a KIBON começaria a vencer na década seguinte.
-Por várias ocasiões a KIBON realizou promoções, como em 1962, época da Copa do Mundo, com a troca de palitos premiados por miniaturas de jogadores da seleção brasileira. Mesmo em seus primeiros tempos no Rio de Janeiro, a marca já havia produzido uma série especial de picolés – Ki Chute – para venda em estádios de futebol. A partir de 1965, os sorvetes passam a ser embalados em papel parafinado. Com a conclusão da nova fábrica no ano de 1966 era chegada à hora de repensar o visual. Remodelação de embalagens e logotipos e a implantação do conceito do sorvete como alimento nutritivo. A mecanização chegou às fábricas em 1967 com a adoção de máquinas que embalavam os produtos sem contato manual. A propaganda avisava: “Ninguém põe a mão em seu picolé. Embalagem selada”.

-Em 1972, mais uma inovação: os tradicionais palitos de madeira começam a ser substituídos pelos plastitos, de plástico flexível, coloridos e encaixáveis. Nesta época, o consumo de sorvete no Brasil estava entre os menores do mundo. Por isso, em 1975, investir na linha doméstica tornou-se palavra de ordem. O aumento de poder aquisitivo da classe média em plena euforia do “milagre econômico” ajudaria a marca a conquistar seus objetivos. Em 1976, os índices mostraram pela primeira vez vendas uniformes durante o ano, um sinal de mudança no comportamento do consumidor, que não condicionava o consumo de sorvete ao verão. A estratégia da marca era a segmentação, com muitos lançamentos, e o avanço nas vendas em supermercados, campo ainda pouco explorado. O perfil da linha familiar começou a se delinear, com composições à base de leite e na venda em supermercados das embalagens de dois litros. No ano seguinte, uma falha no fornecimento de folhas-de-flandres – matéria-prima das latas – fez a KIBON adotar o plástico, material que se tornara mais acessível. A mudança impulsionou as vendas naquele ano, com o sucesso da nova embalagem entre as donas de casa.

-O trabalho da KIBON em procurar modificar os hábitos de consumo dos brasileiros estava surtindo resultados positivos já no final dos anos 70. Na década seguinte, a linha de sobremesas apresentou novas receitas de doces brasileiros para os picolés. Enquanto isso também foi desenvolvida uma sofisticada versão de sobremesas com inspiração francesa, como o tijolo Chandelle. Depois a KIBON acertou em cheio ao lançar o picolé de Tutti-Frutti e o de Brigadeiro em 1982. Ainda este ano, a KIBON associou-se à Q-Refresco e transferiu toda a sua linha de produtos secos para a empresa, como chicletes, pós para sucos e chocolates. A ação encerrou a estratégia de diversificação adotada na década anterior. A nova orientação da marca era centrar esforços na produção de sorvetes e ampliar a participação no setor de sobremesas. Foi neste período, em 1984, que surgiu, como por exemplo, o picolé Pimpão com formato de palhaço em três sabores.

Em 1985 a KIBON foi vendida para a Phillip Morris, empresa americana mais conhecida por seus negócios na indústria do tabaco, que pagou US$ 6 bilhões por todas as operações da General Foods no mundo. No pacote, a KIBON foi junto. Dois anos depois, a marca ganhou o slogan “É gostoso e faz bem”, que a associava ao prazer e à saúde, fortalecendo a imagem do sorvete como alimento. No final desta década, a marca estava presente com sua marca em aproximadamente 40 mil pontos-de-venda em todo o Brasil. A década de 90 chegou com investimentos em tecnologia e em produtos mais sofisticados, voltados para o consumidor adulto. A primeira iniciativa, ainda em 1990, foi o lançamento dos potes Mövenpick, marca suíça de sorvetes finos, em sabores como nozes e framboesa.
-O sorvete tornava-se também questão de estilo de vida – um conceito tão valorizado pelo consumidor moderno quanto sabor e qualidade. Já em 1997, um negócio bilionário levou a Gessy Lever (atual Unilever) para as manchetes dos meios de comunicação com o anúncio da compra da KIBON por US$ 930 milhões. Ao adquirir a KIBON, a Unilever comprou uma marca consolidada. De cada dez picolés ou potes de sorvete vendidos em padarias e supermercados, seis eram da marca na época. Em nenhum outro país do mundo um fabricante de sorvete encontrava tamanha fidelidade no mercado. Sorvetes não eram uma novidade para a nova proprietária da KIBON. Em 1929, o fundador, William Hesketh Lever, comprara na Inglaterra sua primeira fábrica de gelados. Outras viriam – inclusive no Brasil, com a aquisição da Gelato, em 1973.

-Nesta época, com 60% de participação de mercado de sorvetes no país, a empresa resolveu relançar antigas marcas da Gelato, como fez em 1998 com um grande e festejado relançamento do Cornetto (que havia sido introduzido originalmente em 1971). Lembra do jingle? Cornetto mio é da Gelato!; e no ano de 1999, com o objetivo de fortalecer o segmento de perfil mais sofisticado, a marca Magnum. Na última década a KIBON continuou introduzindo no mercado grandes inovações do segmento, como o lançamento da franquia Kibon Soft Ice, voltada para o segmento de casquinhas e sundaes. Além disso, a marca inaugurou em 2007 a Estação Kibon, na fábrica de Valinhos (SP), que mostra a história e o cotidiano da fábrica de sorvete. Lá está o Trenzinho Kibon, adquirido pela empresa na década de 70.

-No verão de 2008, a tradicional premiação Palito Premiado ganhou uma versão inédita e inusitada. Em vez de trocar os palitos por brindes, o consumidor podia encontrar no freezer, em vez de um picolé Fruttare, um iPod Shuffle, congelado. A parceria com a Apple, fabricante do iPod, colocou 10 mil aparelhos em embalagens de Fruttare, com o mesmo tamanho, peso e temperatura de um picolé. Até a sede da Apple foi envolvida na promoção, desenvolvendo uma tecnologia que mantinha intactas as características do produto dentro das geladeiras. Por tudo isso, quando assunto é sorvete, a marca do coração dos brasileiros é KIBON, que tem sempre opções para atender a todos os gostos e ocasiões. Afinal, hoje em dia 92% dos brasileiros conhecem a marca KIBON e 75% dos consumidores, quando pensam em sorvete, lembram primeiro de KIBON.

4 Commenti

  1. Buonasera sig. Antonio.
    Qui in Olanda é realmente quasi impossibile trovare dei prodotti al supermercato che non siano appartenenti al gigante Unilever.
    Solo per curiosita, qui la algida, o kibon, si chiama Ola, e naturalmente il logo é uguale.
    Ciao, Yuri.

  2. BUON GIORNO YURI…SCUSA LA DOMANDA MA TU NON DOVEVI TRASFERIRTI IN BRASILE? SAREBBE INTERESSANTE PER TUTTI CREDO CONSCERE LE MOTIVAZIONI CHE TI HANNO INVECE PORTATO IN OLANDA…CIAO E IN BOCCA AL LUPO!

  3. Ciao Marco,
    si hai ragione, sono circa 3 anni che io e mia moglie, che é bahiana, programmiamo il nostro trasferimento in Brasile.
    Forse non ti avevo mai detto che io in Olanda ci vivo da 17 anni, precisamente a Oldenzaal che si trova nell'est del paese vicino a Enschede.
    Tutto va per le lunghe a causa del fatto che, essendo un piccolo imprenditore della ristorazione, devo ponderare tutto con maggiore attenzione.
    Devo prima di tutto cercare di non svendere la mia attivita e contemporaneamente trovare una buona occasione per investire al meglio in Brasile.
    Amo misurare bene le mie scelte per non correre inutili rischi, avendo anche 2 bimbi a cui pensare, e questa é un altra causa del ritardo del nostro trasferimento, e poi detto tra noi, qui in Olanda non si sta affatto male.
    Comunque, dovrei recarmi a breve in Brasile per valutare una proposta fattami da mio padre che vive li da anni, quindi valutero se vale la pena di vendere ad un prezzo migliore la mia attuale attivita, accelerando di conseguenza il tutto, per iniziarne una nuova al sole Brasile, perche diciamoci la veritá l'Olanda é bella, ma dopo 17 anni di freddo e pioggia comincio ad averne abbastanza.
    Spero d'aver soddisfatto la tua curiositá Marco, ora raccontami tu, se vuoi naturalmente, del tuo interesse per il Brasile.
    Ciao, Yuri.

    • ahh scusa pensavo tu vivessi in italia!! io sono un semplice curioso che per lavoro viaggia tanto e mi sono imbattuto nei post di questo blog…

LASCIA UN COMMENTO

Please enter your comment!
Please enter your name here