lunedì 26 agosto 2013

Raffreddamento della economia brasiliana : inflazione in aumento , tasso di juro visto in crescita al 9% in Agosto

Notizie in parte scontate ma egualmente preoccupanti .Stiamo entrando in una fase di raffreddamento della economia con inflazione in aumento . Il BC nel tentativo di contenere l'inflazione sta aumentando il tasso di juro ( SELIC ) . Si prevede che nelle riunioni del COPOM di domani e dopodomani si deciderà un aumento  dall' 8.5% attuale al 9% . La proiezione per fine anno è del 9.5% . 

Comunque le azioni del BC potranno poco di fronte alla forza delle decisioni della FED di ridurre ( al momento solo annunci ) gli stimoli economici . Da parte sua il Brasile ha contribuito mantenendo le sue infrastrutture deboli ed i suoi prodotti non competitivi . Vecchi problemi e vecchie soluzioni . 

Noi residenti , come al solito , cercheremo di cogliere gli aspetti positivi della crisi e contemporaneamente tenteremo di minimizzare i danni dovuti principalmente alla inflazione . 


Os economistas do mercado financeiro mantiveram, na semana passada, a previsão de que os juros básicos da economia, atualmente em 8,5% ao ano, serão elevados para 9% ao ano na próxima quarta-feira (28) - quando termina a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. 

Se confirmado, será o quarto aumento consecutivo nos juros, que começaram a avançar em abril deste ano para conter as pressões inflacionárias.

Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Ao subir os juros, o BC atua para controlar a inflação e, ao baixá-los, julga, teoricamente, que a inflação está compatível com a meta. Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Segundo a estimativa dos economistas dos bancos, esta alta dos juros, programada para esta semana, não deverá ser a última deste ano. O mercado previu, na semana passada, que os juros atingirão 9,5% ao ano no fim de 2013 - valor que representa alta frente à semana anterior, quando os analistas estimavam um crescimento menor dos juros nos próximos meses (para 9,25% ao ano). Para o fechamento de 2014, a previsão continuou em 9,5% ao ano.

Inflação e PIB

Na semana passada, os economistas do mercado financeiro também subiram sua estimativa de inflação. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a previsão do mercado financeiro subiu de 5,74% para 5,80% neste ano. Já para 2014, a previsão dos economistas dos bancos avançou de 5,80% para 5,84%.

O presidente do BC, Alexandre Tombini, afirmou que a inflação teria queda neste ano frente ao patamar registrado em 2012 (5,84%) e no ano de 2014. Embora ainda continue acreditando na desaceleração da inflação neste ano, o mercado prevê, entretanto, crescimento da inflação em 2014 – último do mandato da presidente Dilma Rousseff.

Para o comportamento do PIB, o mercado financeiro baixou sua expectativa, em 2013, de 2,21% para 2,20% de expansão. Para o ano que vem, a estimativa de expansão econômica recuou de 2,50% para 2,40%.
No primeiro trimestre deste ano, segundo o IBGE, o PIB avançou somente 0,6% na comparação com os três últimos meses do ano passado – valor que ficou abaixo da previsão dos economistas.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu recentemente que o crescimento do PIB neste ano não deve atingir 3% - valor que consta no orçamento federal - e baixou a previsão para 2,5% de alta. Em 2014, disse ele, a estimativa do Ministério da Fazenda recuou de 4,5% para 4% de crescimento.

Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2013 subiu de R$ 2,30 para R$ 2,32 por dólar. Para o fechamento de 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para o dólar avançou de R$ 2,35 para R$ 2,38.

A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2013 recuou de US$ 4,35 bilhões para R$ 3,40 bilhões na semana passada. Para 2014, a previsão de superávit comercial subiu de US$ 8 bilhões para US$ 9 bilhões na última semana.

Para 2013, a projeção de entrada de investimentos no Brasil ficou inalterada em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros continuou em US$ 60 bilhões na última semana.

Fonte : Globo 

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