giovedì 5 settembre 2013

Dilma rinvia la visita di stato a Washington irritata dalle rivelazioni che le sue comunicazioni siano state spiate dagli USA

Lo scandalo del Datagate continua a creare problemi diplomatici al presidente Usa Barak Obama. Dopo le ultime notizie su presunte intercettazioni degli 007 americani a sue comunicazioni private, Dilma Roussef ha deciso di bloccare i preparativi per una visita di stato a Washington, in programma il 23 ottobre.

La delegazione diplomatica sarebbe dovuta arrivare negli Usa per mettere a punto i dettagli del viaggio diplomatico, ma la rivelazione di un documento segreto fornito dalla talpa Edward Snowden alla stampa brasiliana, secondo il quale sarebbero state spiate le comunicazioni di Rousseff e del presidente messicano Entique Pena Nieto, ha fatto infuriare il presidente brasiliano.

Roussef ha anche ventilato l'ipotesi di ridurre le relazioni commerciali con gli Usa fino a quando non riceverà pubbliche scuse. Nella visita a Washington, Rousseff e Barack Obama avrebbero dovuto discutere una fornitura di jet da guerra da 4 miliardi di dollari e altri accordi di cooperazione nel campo petrolifero dei biocarburanti.



Documentos classificados como ultrassecretos, que fazem parte de uma apresentação interna da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, obtidos com exclusividade pelo Fantástico, mostram a presidente Dilma Rousseff, e o que seriam seus principais assessores, como alvo direto de espionagem da NSA. Um código indica isso.

O jornalista Glenn Greenwald, coautor da reportagem, foi quem recebeu os papéis das mãos de Edward Snowden - o ex-analista da NSA que deixou os EUA com documentos da agência com a intenção de divulgar o sistema de espionagem americano no mundo.

Glenn afirmou que recebeu o documento na primeira semana de junho, quando esteve com Snowden em Hong Kong. “Ele me deu esses documentos com todos os outros documentos no pacote original.”

O pacote tinha milhares de documento secretos. Glenn analisou esses papéis com Snowden durante uma semana em Hong Kong. Pouco depois, Snowden fugiu para a Rússia, onde passou 38 dias na área de trânsito do aeroporto de Moscou, até ter seu pedido de asilo aceito no país.

Fonte : La Repubblica , Globo 

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