Home europa Il Brasile è ancora un Paese di giovani ?

Il Brasile è ancora un Paese di giovani ?

1
0
CONDIVIDI
Sembra una provocazione , soprattutto se confrontiamo la nostra situazione in Europa ma i fenomeni demografici vanno affrontati almeno 20 anni prima che esplodano se si vuole ottenere un qualche effetto .

Il taglio dell’articolo è quello di una esperta di risorse umane ( Adriana Gomes ) che parte dalla osservazione che nel 2040 circa il 57% della popolazione brasiliana in età attiva sarà composta da persone oltre i 45 anni . 

Questo dovrà portare alla revisione della attuale linea di pensiero  che persone di 40 anni sono già vecchie per il mondo del lavoro .

Para gerações que cresceram escutando o slogan “o Brasil é um país de jovens”, aceitar que estamos envelhecendo é certamente um choque. A questão é que essa realidade bate à porta e obviamente afetará o mercado de trabalho e suas relações.

Segundo pesquisa da PWC, em 2040 cerca de 57% da população brasileira em idade ativa será composta por pessoas com mais de 45 anos. 
Isso implica, para as empresas, rever políticas de recursos humanos, conceitos e critérios nas áreas de recrutamento, seleção, desenvolvimento, retenção, flexibilização de horários de trabalho, remuneração e benefícios.

Para os indivíduos, as crises de meia idade devem acontecer mais tarde, pois quem chega aos 40 anos tem em média mais quarenta pela frente. Tempo suficiente para rever e até mudar a carreira.

Mas, em função das características do mercado atual, jovens de 28 anos já se consideram velhos, pois reina a crença de que velho, para as organizações, são profissionais em torno dos 40 anos.

Para muitos jovens, a percepção de crescimento fica muito limitada. Isso causa muita frustração, já que se tem a ideia de que lhes resta pouco tempo para chegar às posições de liderança.

Outro fator que impede o avanço de ações relacionadas ao melhor aproveitamento dos seniores é o preconceito contra o idoso. Mas quem é esse idoso hoje? Certamente não são os profissionais ativos na faixa dos 50 e 60 anos.

Segundo a pesquisa, as empresas até reconhecem que esse grupo é melhor em realização de diagnósticos (87%), resolução de problemas (86%) e equilíbrio emocional (96%), além da fidelidade (89%), o que impacta fortemente os índices de rotatividade -um problema sério dos mais jovens.

As companhias precisam rever o modo como lidam com seus profissionais mais experientes, inclusive depois da aposentadoria, dando a eles a oportunidade de continuar contribuindo com a organização, mesmo que em horários flexíveis.

 Eles podem ser extremamente úteis, por exemplo, para transmitir o conhecimento acumulado ao longo da vida profissional, atuando como mentores dos jovens funcionários.

Fonte : Folha de S. Paulo 
CONDIVIDI

LASCIA UN COMMENTO

Please enter your comment!
Please enter your name here