martedì 8 ottobre 2013

Sciopero dei professori raggiunge i 55 gg a Rio de Janeiro

E per non fare torto a nessuno riporto il caso dello sciopero dei professori delle scuole statali brasiliane arrivato a Rio de Janeiro a 55 gg . Il Tribunale di Giustizia di Rio ha intimato al sindacato dei professori di riprendere l'attività sotto pena di una multa di 200 000 reais a  giorno . La decisione autorizza inoltre il Municipio a tagliare lo stipendio degli scioperanti ( Attualmente tutti i lavoratori , pur scioperando , hanno diritto allo stipendio ) .

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o recurso do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) contra a liminar que obriga os professores da rede municipal a voltar a trabalhar, sob multa de R$ 200 mil por dia. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (7) e autoriza a prefeitura a cortar o ponto dos docentes a partir do dia 3 de setembro.

O Sepe confirmou que o recurso foi cassado, mas disse que ainda vai se reunir com o advogado do sindicato para planejar os próximos passos. A coordenadora geral do Sepe, Marta Moraes, ainda esclareceu que o sindicato não foi convocado pela prefeitura para uma reunião no Palácio da Cidade nesta terça-feira (8). O encontro contará com a presença de diretores, pais de alunos e até professores em greve, mas que não fazem parte do Sepe.

Os professores realizaram um protesto na noite desta segunda contra o plano de cargos e salários sancionado pelo prefeito Eduardo Paes. As avenidas Presidente Vargas e Rio Branco chegaram a ser fechadas e o trânsito ficou congestionado na região. Os manifestantes também protestaram contra o governador Sérgio Cabral e à atuação da PM em atos públicos.

Os professores do Rio entraram em greve em agosto. Na terça-feira (1º), 58º dia de greve, houve conflito e confusão nas ruas no entorno da Cinelândia, no Centro da Cidade. Profissionais da educação tentaram entrar na Câmara dos Vereadores para acompanhar a votação para que o Plano de Cargos e Salários elaborado pelo prefeito Eduardo Paes entrasse em regime de urgência na pauta dos vereadores. O plano acabou sancionado pelo prefeito no dia seguinte.

O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação alega que o plano atende apenas 7% da categoria. Outro ponto polêmico, relativo à migração dos professores para o plano de 40 horas, é também criticado pelos professores, que alegam que a própria secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, admitiu que, se todos os professores aderissem ao plano, o estado iria falir.

ABRANGÊNCIA


O que os professores querem: que todos os profissionais sejam contemplados pelo plano; para migrar ao plano de 40 horas, o professor teria que pedir demissão de outra matrícula, ocasionando perda de salário ao profissional.

O que a Prefeitura oferece: Plano de Cargos e Salários para quem cumpre 40h incentivando quem cumpre 16 ou 22h migre para 40. O documento prevê equiparação da hora/aula de todos os professores gradativamente. Em 5 anos as diferenças serão corrigidas.

REMUNERAÇÃO

O que os professores querem: que os professores que investem na própria formação sejam valorizados financeiramente.

O que a Prefeitura oferece: Prefeitura alega que o plano contempla um crescimento de até 12% nos salários.

POLIVALÊNCIA

O que os professores querem: para eles, plano abre brecha para a polivalência; quando o profissional que leciona uma disciplina passa a dar aula de outras matérias.

O que a Prefeitura oferece: plano coloca a polivalência como opcional; Prefeitura disse que algumas escolas aderiram o formato em caráter experimental.


Fonte : Globo

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