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Come funziona lo sciopero ( greve ) in Brasile

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Riporto questo articolo affinchè coloro che vivono in Brasile possano intende le dinamiche che stanno alla base degli innumerevoli scioperi , alcuni puntuali come il sorgere del sole , che avvengono nel corso dell’anno in Brasile ” atrapalhando ” ovvero rendendo difficoltosa la vita del cittadino comune , soprattutto a chi NON è funzionario pubblico e vive pertanto di attività autonoma . 
Troverete in questo articolo le definizioni dei vari tipi di sciopero , incluso quello per cui ho dovuto fare questa ricerca e cioè  la cosiddetta ” operazione tartaruga ” .
Il fatto che trovo inquietante è che tra le forme di sciopero alternative sia considerate perfettamente legali : la licenza medica e l’operazione tartaruga .
Nella prima tutti i lavoratori si dichiarano ammalati nello stesso tempo e nella seconda vanno si al lavoro ma compiono i loro compiti  “lentamente ” . 

IL testo dell’articolo , con riferimento alla licenza medica dice testualmente : essi non violano alcuna regola perchè utilizzano la licenza medica che è concessa per il trattamento del loro stato di salute  ( Eles não quebraram nenhuma regra porque usam a licença que lhes foi concedida para tratamento de saúde  ) . Ora io mi chiedo : ciò che scriverà il medico sul certificato non è falsità ? Non è la violazione di una regola ? 

Questo vi fa capire perchè sia così complicato gestire il personale in Brasile . E voi cosa ne pensate ?
A história das greves e sindicatos trabalhistas é um capítulo importante na história mundial – e também brasileira. As greves do ABC Paulista, em 1978/79/80, foram fortemente reprimidas com prisões dos dirigentes metalúrgicos. A greve dos transportes, na Bahia, em 2006, afetou muitas pessoas.
O primeiro grande movimento grevista da história sindical do Brasil, que paralisou a cidade de São Paulo, em 1917, iniciou-se com greves localizadas em fábricas têxteis, no mês de junho, nos bairros da Moóca e do Ipiranga. Os líderes grevistas reivindicavam melhores salários e melhores condições de trabalho, além da exigência de supressão da contribuição “pró-pátria” .

Mesmo que as razões por trás das greves sejam complexas, elas se concentram em dois elementos principais: dinheiro e poder. Neste artigo, vamos descobrir como as greves trabalhistas afetaram o equilíbrio de poder entre as corporações e os trabalhadores e como as leis as regulamentam.
Para fazer uma greve hoje, você precisa de um sindicato (não necessariamente um sindicato oficial), uma organização de trabalhadores que negociam coletivamente com o empregador. Os trabalhadores formam os sindicatos porque um funcionário sozinho é impotente face ao empregador, que pode fixar baixos salários e longas horas de trabalho desde que isto esteja de acordo com as leis trabalhistas. Quando os trabalhadores resolvem fundar um sindicato, eles coletivamente têm poder suficiente para negociar com o empregador. A principal arma que o sindicato possui contra o empregador é a ameaça de uma ação de greve.
Basicamente, uma greve ocorre quando todos os trabalhadores de um sindicato param de trabalhar. Sem funcionários, a empresa fecha. O empregador deixa de ganhar dinheiro, ainda que continue a gastar com impostos, aluguéis, eletricidade e manutenção. Quanto mais tempo durar uma greve, mais dinheiro o empregador perde. É claro, os trabalhadores também não recebem pagamento e estão perdendo dinheiro. Alguns sindicatos guardam “reservas de guerra”, fundos que servem para pagar os trabalhadores que estão em greve. Mas geralmente não é muito e não o suficiente para uma greve prolongada.
As greves ajudam a explicar por que os sindicatos são mais poderosos do que os indivíduos. Imagine que um empregador se recusa a dar aumento para um funcionário. Em protesto, ele decide deixar de ir ao trabalho. O empregador simplesmente o demite por não ter vindo trabalhar. Aquele funcionário não tem poder para influenciar o empregador. No entanto, pode ser muito caro ter que demitir todos os funcionários quando o sindicato entra em greve (apesar disto já ter acontecido).
Para que uma greve aconteça, a liderança sindical deve convocar uma ação grevista. Ela não será iniciada, a não ser que os membros decidam através de uma votação. Cada sindicato possui regras diferentes, que ditam qual percentagem de membros é necessária para aprovar uma greve, mas normalmente esse número é de 80%. Se os sindicalizados fizerem uma greve sem a aprovação oficial da liderança sindical, isto é uma greve ilegal.
Uma greve não ocorre a cada vez que um trabalhador e o empregador têm um desentendimento. Para assuntos de menor importância, o sindicato pode entrar com uma queixa (seguindo um procedimento pré-estabelecido, incluído no contrato entre o sindicato e o empregador). Na hora de renegociar o contrato, ambas as partes normalmente negociarão e tentarão chegar a um acordo. Os sindicatos procuram exaurir todas as outras medidas possíveis antes de encerrarem a greve, pois os trabalhadores freqüentemente perdem dinheiro e este é o último recurso de que os sindicatos dispõe para fazer com que os empregadores concordem com suas exigências.
Os sindicatos às vezes tentam estratégias de transtorno em menor escala no ambiente de trabalho antes de recorrer a uma greve geral:
  • Licença médica: todos ou um número significativo de trabalhadores ficam doentes no mesmo dia. Eles não quebraram nenhuma regra porque usam a licença que lhes foi concedida para tratamento de saúde. No entanto, a falta de tantos funcionários em um só dia pode mostrar ao empregador como seria se eles realmente tivessem entrado em greve. 
  • Operação tartaruga: todos os funcionários continuam a vir ao trabalho no horário, mas executam as suas tarefas lentamente. Isto significa que eles estão fazendo tudo “de acordo com as regras”, seguindo cada orientação e realizando cada verificação de segurança a ponto de seu trabalho ficar mais lento. A resultante queda na produção prejudica o empregador mas, novamente, os funcionários não estão quebrando nenhuma regra. Esta operação é chamada de greve parcial.
GREVE
Operação tartaruga

Noventa e um dias depois de iniciada, é interrompida a greve dos Serventuários da Justiça, no Estado de São Paulo. O dia 27/09/2004 começou, na Praça da Sé, com ato público convocado pela OAB e co-participação da AASP, IASP e AACRIMESP, além de entidades outras não ligadas à advocacia. Quando a greve acabou, os servidores, desestimulados por não terem conseguido suas reivindicações, voltaram às repartições, prometendo realizar a “operação padrão”, ou seja, a “operação tartaruga”, no fingimento de exercício do trabalho.
  • Greve de braços cruzados: os funcionários apresentam-se em seu local de trabalho, mas se recusam a trabalhar. Eles também se recusam a sair, o que faz com que se torne muito difícil desafiar o sindicato e ocupar as vagas dos funcionários.
GREVE
de braços cruzados
Na manhã de 13/10/2005, 14 turmas de cortadores de cana, totalizando aproximadamente 560 pessoas, cruzaram os braços, em Usina localizada no município de Flórida Paulista, interior do Estado de São Paulo.
Um elemento importante das greves bem sucedidas é a greve por simpatia. Se um sindicato possui mais força do que um único funcionário, então vários sindicatos juntos são mais fortes ainda. Em uma greve por simpatia, outros sindicatos, ou empregados da mesma empresa, entrarão em greve ao mesmo tempo, colocando mais pressão no empregador para solucionar a greve original. O fracasso na greve dos controladores de tráfego aéreo em 1980, por exemplo, foi devido ao insucesso do sindicato em criar greves por simpatia. Os pilotos, carregadores de bagagem e comissários de vôo não aderiram à greve.
Uma greve geral é aquela em que todos ou a maior parte dos funcionários em uma região ou país entram em greve juntos, não importando qual sua afiliação sindical. Estas greves geralmente tem o propósito de criar pressão política no governo, ao invés de em um só empregador. Em 2005, a França foi severamente castigada por uma greve nacional em protesto às mudanças planejadas nos horários de trabalho e benefícios aos funcionários.

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2 Commenti

  1. in brasile alcune categorie (postali, bancari, professori pubblici e altri) ogni anno fanno mediamente 2 mesi di sciopero e manco gli levano un real, perchè in sede di negoziazione quasi sempre viene accettata tale clausola. è un assurdo. praticamente vacanze extra.
    per non parlare degli scioperi dei macellai… ehm, volevo dire gli sbirri.
    se il brasile non è gli USA qualche motivo c'è… e del resto se fosse gli USA magari non ci saremmo trasferiti…
    i brasiliani ancora non hanno preso gli sganassoni necessari a un popolo per fargli capire che nella partita doppia oltre all'avere esiste anche il dare…

  2. Per questo dico che alla lunga tutti questi soldi dati a manbassa principalmente dal governo (professori, poliziotti, b do brasil…poste…) dovranno produrre effetti devastanti sull' economia statale Brasiliana…vi immaginate in europa se gli stati consentissero rimborsi a tutti per mesi e mesi di sciopero ?? rovina totale in poco tempo….Il brasile ha cosi tanti soldi per andare avanti cosi? Bohhhh

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