venerdì 7 febbraio 2014

Mercato immobiliare brasiliano nel 2014


É início do ano e as previsões para o mercado imobiliário em 2014 estão apenas começando. Muito se debate sobre bolha imobiliária, aumento ou não nas vendas e aluguéis de imóveis, e estabilidade do mercado. Segundo especialistas no assunto, o mercado de imóveis no país seguirá aquecido neste ano, com preços estáveis, tanto para a compra quanto para o aluguel.

Para eles, o dinamismo do mercado imobiliário brasileiro não será uniforme, em função da própria situação da economia nacional e, também, do estágio já alcançado pelos diversos estratos sociais. Segundo Rubens Menin, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), no mercado de compra os preços de imóveis econômicos seguirão aumentando. Já as habitações de médio e alto padrão terão um valor mais estável, por causa de um nível de saturação existente.

Na mesma situação estão os valores dos aluguéis. Os imóveis residenciais deverão, de modo geral, subir acima da inflação, e os reajustes mais significativos acontecerão com as habitações econômicas, devido à demanda. Com o crédito imobiliário rondando a faixa de 8% do PIB (Produto Interno Bruto) do país, Menin é categórico sobre a chegada de uma bolha imobiliária em 2014: “Está garantidamente descartada”, garantiu em um post do seu blog (http://blogrubensmenin.com.br/).

Outro especialista do setor, Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, escreveu em um artigo publicado no site do Sindicato da Habitação que 2014 é um ano complicado para avaliações, mas reitera que o setor irá crescer de maneira estável e positiva. “Se por um lado a Copa poderá causar certa diminuição nos negócios durante sua realização, o fato de termos eleições provavelmente fará com que o governo se empenhe para que a economia seja dinamizada. Diante disso, poderíamos apostar em mais um ano de crescimento para a indústria imobiliária, talvez entre 5% e 10%, o que será positivo não só para o nosso mercado, mas para a economia brasileira”, aposta Claudio.


3 commenti:

  1. A Salvador appartamenti che fino a 2 anni fa si vendevano a 200/220.000 reais ora ricevono poche offerte a un massimo di 160.000. Non so se si possa parlare di bolha ma sicuramente i prezzi sono calmierati almeno per immobili residenziali di medio livello. Il problema è l'eccesso di offerta secondo me dovuta alle scelte errate dell'amministrazione che ha permesso di costruire troppo e male. Senza contare l'abusivismo dilagante e legalizzato.

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    1. stato che vai situazione che trovi, speriamo che la bolla si sbolli anche a RJ, ancora prezzzi folli sia per acquisto che aluguel; chiedono 1000 reais al mese per le casette del progetto MCMV... ma non dovevano essere costruite per dare la casa a chi non ce l' ha? Forse qualcuno ci ha speculato ?

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  2. a Rio de Janeiro gli appartamenti lungo tutta la litoranea dall'atterro do flamengo a barra della tijuca sono lievitati del 6% sul 2013 e questo solo nel mese di gennaio 2014. in questa lunga lingua fronte mare nessuno vende scontando per il motivo che non c'è piu' spazio per nuove costruzioni....anche in altezza. qui in Cabo Frio RJ sempre fronte mare da 3 anni stanno crescendo del 12% medio anno e le vendite sono inesistenti. E' a macchia di leopardo e non penso si debba parlare genericamente di una bolla immobiliaria perchè dipende a) dalle zone/bairro; b) dalla domanda che continua ad aumentare per una certa tipologia di costruzione di alto livello con una offerta decisamente piu' bassa. Stiamo a vedere dopo il 2014 e, sopratutto, dopo il 2016.

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