Home Vivere in Brasile BCE rischia gli errori del Giappone durante ” il decennio perduto ”...

BCE rischia gli errori del Giappone durante ” il decennio perduto ” afferma Bloomberg

4
2
CONDIVIDI

O fantasma da queda generalizada dos preços na Europa pode estar mais distante do controle das autoridades do que se pensa. Ao contrário do discurso seguro do atual presidente do BCE (Banco Central Europeu), Mario Draghi, uma reportagem publicada no portal Bloomberg aponta que a instituição monetária do maior bloco econômico do mundo corre sérios riscos de reviver na pele o mesmo que Yasuo Matsushita, líder do BoJ (Bank of Japan) durante o estopim de uma extensa crise que ficou conhecida como “década perdida” no mercado.


Naquela época, Matsushita amenizava as preocupações do mercado com um possível cenário deflacionário afirmando não haver motivos para se esperar que uma queda acentuada e generalizada nos preços locais pudesse ocorrer. Apesar de toda a confiança do líder da autoridade monetária, a partir da metade de 1998, a sorte do Japão começou a confirmar sua mudança abrupta de lado, com um movimento de queda nos preços ao consumidor – exceto dos alimentos – pelos 15 anos seguintes.

Segundo a matéria do veículo de comunicação americano, o mesmo equívoco de subestimar uma crise deflacionária cometido por Matsushita pode ser repetido por Draghi, que parece não ter aprendido a lição de mais de 10 anos de crise em uma das economias mais promissoras da Ásia e mundo.

A aparente falta de preocupação do líder do BCE sinaliza uma menor disposição para medidas emergenciais em caso de agravamento do cenário, como políticas de ainda maior afrouxamento monetário para estimular o dinamismo econômico, garantindo, assim, o aquecimento do mercado.

“Os riscos de Japonificação da zona do Euro é elevado e em crescimento”, afirmou à Bloomberg Joachim Fels, economista-chefe internacional do Morgan Stanley em Londres. Ele acredita que existam claros riscos de queda de 35% nos preços ao consumidor por lá.

Além de uma possível desatenção com relação aos riscos de deflação, outras semelhanças também saltam aos olhos dos especialistas do mercado. A fraca expansão econômica após uma longa série de revezes, a relutância dos bancos para emprestar, a elevação da taxa de câmbio e uma postura de política-monetária questionável são alguns dos ingredientes que fazem o mundo ficar de olho nos próximos sinais que o essencial bloco tem a dar sobre o status de sua recuperação.

Por fim, a forte instabilidade ucraniana pode ser mais um elemento a complicar o quadro europeu, tendo em vista a crise diplomática que os acontecimentos recentes podem proporcionar ao continente.

Fonte : InfoMoney

2 Commenti

  1. gli faranno pure gli occhi a mandorla, ahah!
    a parte gli scherzi…
    l'europa è impazzita, o meglio, applica politiche tese solo a valorizzare l'euro che convengono solo alla germania e alle grandi imprese che vogliono delocalizzare (e ai pensionati che accreditano in brasile – per ora)… il popolo è destinato a morire di fame, come già avviene in grecia.
    e ho paura che prima o poi, per rimanere nell'euro, dovranno ricorrere a misure drastiche come mega patrimoniali, licenziamenti in massa, privatizzazione scuola e sanità e taglio pensioni.
    lucio.

LASCIA UN COMMENTO

Please enter your comment!
Please enter your name here

*