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Enrico Pizzolato resta in prigione in Italia

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A Corte Suprema de Cassação da Itália – última instância da Justiça do país – negou o pedido para que Henrique Pizzolato, o ex-diretor do Banco do Brasil condenado no processo do Mensalão , espere em liberdade a decisão sobre sua extradição ou não para o Brasil, feito por seu advogado. Ou seja, negou a soltura, alegando risco de fuga. 
Pizzolato está preso em Modena desde o dia 5 de fevereiro, quando a polícia italiana, a pedido da Interpol, o flagrou na casa de um sobrinho na cidadezinha de Maranello.

Esta foi a terceira vez que Pizzolato tentou convencer a Justiça italiana a soltá-lo. Foi sua última chance. A Corte Suprema de Cassação manteve, essencialmente, a decisão do Tribunal de Bolonha, onde corre o processo de extradição, de mantê-lo preso por conta do risco de fuga. Isso significa que brasileiro poderá passar ainda vários meses na prisão italiana, se o processo de extradição seguir o ritmo atual.

A primeira audiência para discutir a extradição de Pizzolato está marcada para o dia 5 de junho, no Tribunal de Bolonha. Poderá ser a primeira de uma série : tanto o governo brasileiro quanto Pizzolato terão direito de contestar as futuras decisões do Tribunal de Bolonha e fazer o processo se arrastar até a Corte Suprema de Cassação, em Roma. Independentemente da decisão da Justiça italiana, última palavra sobre a extradição de Pizzolato será política : dada pelo Ministro da Justiça italiano. O ministro pode negar a extradição, mesmo se a Justiça italiana decidir que Pizzolato deve ser enviado ao Brasil. Mas o ministro só não pode fazer o contrário, isto é, aprovar a extradição se a Justiça negá-la.
Na quarta-feira, quando foi à Corte de Cassação em Roma defender a soltura, o advogado de Pizzolato, Alessandro Sivelli, disse numa rápida entrevista à TV GLOBO que era absurdo manter seu cliente na prisão por risco de fuga. Segundo o advogado, Pizzolato está sofrendo muito e se considera injustiçado. Sivelli confirmou que a defesa vai usar as precárias condições de cárcere no Brasil como um dos argumento para impedir sua extradição. Segundo ele, o próprio promotor do caso no Tribunal de Bologna teria admitido “que as prisões (no Brasil) são muito ruins”. O advogado repetiu o argumento de Pizzolato, de que a condenação de seu cliente no julgamento do Mensalão foi “política”. Mas não quis dar mais informações sobre os próximos passos.
Fonte : O Globo

4 Commenti

  1. a scegliere dove stare in galera,dico 10 a 0 per l'italia ma se hai i soldi ed elargisci un po di mance,magari anche in brasile non si sta poi cosi male e in piu non esiste l'inverno se stai a nord di rio.saluti
    francis

  2. L'avvocato difensore si preoccupa che Pizzolato vada in una prigione in Brasile, perchè dice" non sono molto confortevoli". Ma l'avvocato non si é informato sulle condizioni delle prigioni italiane, considerate le peggiori d'Europa ? Secondo l'istituzione carceraria italiana, attualmente ci sono piú di sessantamila carcerati in spazi e strutture per circa 45.000. La Corte di Giustizia di Strasburgo ha giá condannato l'Italia per la situazione delle carceri. A quanto pare, tutto continua come sempre…. tanto le multe milionarie sono pagate con i soldi delle tasse dei cittadini.

    • le multe le prende l'italia ma non le paga,fortunatamente per noi perche altrimenti era gia fallita da tempo.non si contano piu le volte in cui l'italia e stata condannata e multata da strasburgo per le pensioni che si ottengono solo se hai contribuito 20 anni ed e illegale.in ogni paese europeo degno di questo nome,riceve una pensione a seconda dei contributi versati anche se solo per 1 anno.in italia,se non contribuisci 20 anni,marameo.saluti

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