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SELIC stabile all ‘11% : il pericolo di stagflazione cresce

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La tassa di Juro si mantiene all’11% all’anno . La crescita economica ristagna mentre l’inflazione supera la meta del governo . I segnali di una stag-flazione ci sono tutti . Tuttavia la cruda realtà apparirà solo dopo le elezioni di Ottobre . Sino ad allora vivremo nella ” neblina ” mediatica .

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter os juros básicos – a taxa Selic – em 11% ao ano foi acertada, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Para a entidade, essa decisão evita o aprofundamento dos obstáculos enfrentados pela economia brasileira.

Ainda assim, a confederação alerta que sem uma ação coordenada das políticas monetária e fiscal e sem foco nos investimentos públicos, o Brasil corre o risco de fechar o ano com baixo ritmo de crescimento e inflação acima da meta.

Para a CNI, uma eventual alta dos juros agravaria as dificuldades da atividade produtiva.

A confederação adverte que a recente aceleração na inflação, que levou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a 6,52% no acumulado em 12 meses, é preocupante.

Cita que, além disso, os indicadores de produção mostram um cenário de atividade econômica desaquecida.

“A produção industrial, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), caiu pelo terceiro mês consecutivo em maio.

A média das expectativas de mercado para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) que constam do Boletim Focus recuou para 1,05% em 2014″, destaca a CNI, em nota sobre a decisão do Copom.

Para a confederação, as iniciativas para o controle da inflação devem recair sobre outros instrumentos que não a política monetária.

“É crucial que a decisão de manter juros estáveis seja acompanhada de medidas fiscais menos expansionistas e de maior foco na manutenção dos investimentos públicos. Sem uma ação coordenada, corre-se o risco de um cenário ainda mais preocupante: crescimento próximo a zero e inflação acima da meta”, analisa a entidade.



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