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La crisi della Petrobras

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Si avvicina sempre di più il momento della resa dei conti per la impresa statale Petrobras . Il crollo degli utili , previsto ma non certo in queste proporzioni ( e poteva essere peggio se la valorizzazione del dollaro e la superproduzione del pre.sal non avesse aiutato ) spaventa gli investitori :  25% di profitto netto in meno rispetto allo stesso periodo del 2013 .


Lo scandalo Pasadena ( Raffineria acquistata da Petrobras negli Stati Uniti e rivelatasi un disastro finanziario ) aveva già incrinato l’immagine della statale e soprattutto del suo management .





La posizione di  Maria das Graças Silva Foster , Presidente della Petrobras e grande amica di Dilma , comincia a scricchiolare . Lunedì sapremo come reagirà la Borsa e quali saranno le azioni del Consiglio di Amministrazione .

Em meio à uma crise financeira e política, a Petrobras amargou no primeiro semestre uma queda de 25% em seu lucro líquido, na comparação com o mesmo período de 2013. No total, a companhia registrou lucro líquido de R$ 10,3 bilhões no período. Nem a alta recorde na produção do pré-sal ou a valorização cambial foram suficientes para sustentar um balanço melhor para a companhia. O resultado reflete, mais uma vez, a defasagem no preço dos combustíveis – item que mereceu ressalva da presidente Graça Foster em carta aos investidores.

A executiva voltou a destacar a dependência da estatal de um reajuste de combustíveis para tornar “factível” uma melhora dos seus indicadores econômicos. O recado foi dado por Graça no mesmo dia em que o IBGE anunciou uma desaceleração da inflação oficial, o IPCA, , cenário que abre espaço para um futuro aumento de preços para gasolina e diesel. “Em paralelo aos aumentos de produção e redução de custos, buscamos a convergência dos preços de derivados no Brasil com os preços internacionais, de tal forma a tornar factível o atendimento dos indicadores financeiros, endividamento líquido e alavancagem”, afirmou Graça em documento anexado no balanço.

No segundo trimestre, o resultado da Petrobras apresentou um lucro líquido de R$ 6,2 bilhões, 20% abaixo do registrado no último ano. O desempenho também foi 8% pior que o verificado nos três primeiros meses do ano, quando a companhia antecipou uma baixa contábil de R$ 1,6 bilhão referente ao seu programa de demissão voluntária.

Além dos desligamentos, a estatal justificou o fraco desempenho no trimestre com um custo maior nas suas operações de vendas, além de despesas referentes à devolução de campos. A empresa também destacou que obteve menos recursos com a venda de ativos em seu plano de desinvestimento.

Frustração


A defasagem nos preços praticados no mercado interno em relação às importações de petróleo influenciou significativamente os resultados da área de abastecimento. O prejuízo registrado no semestre foi de R$ 8,6 bilhões, alta de 29% em relação a 2013. O desempenho é particularmente preocupante, visto que a estatal já contabiliza em seus números os efeitos de um reajuste obtido em novembro do ano passado para aliviar suas contas.

“É um resultado horrível. Veio muito abaixo do que esperávamos em função do dólar estar mais fraco e aliviar a compra de derivados. Certamente, vai pesar sobre as ações na segunda-feira”, avalia o analista Pedro Galdi, da SLW Corretora. A média das projeções de consultorias e agências de classificação era de alta de 11% nos lucros da companhia.

A expectativa otimista do mercado era baseada no aumento da produção verificado nos últimos meses. Na comparação com o primeiro semestre de 2013, a estatal elevou em 1% a produção. Na relação trimestral, a variação foi maior, de 2,7%, indicando uma evolução nos níveis operacionais a partir da entrada de quatro novas unidades de produção. O pré-sal foi um dos destaques da produção, atingindo em junho recorde de 520 mil barris de óleo produzidos por dia.

Na avaliação da presidente Graça Foster, os resultados obtidos até aqui garantem a viabilidade de a companhia atingir a meta de crescer em 7,5% sua produção. Ela também destacou que a produção registra alta “sustentada” e a “importância” da contratação direta para produção dos volumes excedentes do contrato de cessão onerosa.

Saiba mais


A Petrobras negou ontem que a presidente da estatal, Graça Foster, esteja deixando o cargo. Em comunicado enviado ao mercado ontem informou que seu Conselho de Administração, após reunião, manifestou-se para esclarecimento de notícias. O conselho “refuta, por inverídicas, quaisquer especulações sobre a saída da presidente da empresa, Maria das Graças Silva Foster”, de acordo com a nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O comunicado, sucinto, não trazia mais detalhes.
Fonte :Tribuna da Tarde
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