giovedì 10 settembre 2015

The day after


Com a decisão da Standard & Poor's, o país perdeu o grau de investimento que havia sido dado pela agência em abril de 2008. O movimento já era esperado por analistas, mas a velocidade da decisão surpreendeu.

A agência disse que a crise política e as dificuldades enfrentadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff para equilibrar as contas justificavam o corte.

"Não é uma surpresa, mas dificulta as coisas para o país", disse Fiona Mackie, editora-regional para América Latina da consultoria Economist Intelligence Unit. Para ela, a decisão é "problemática", já que pode afastar investidores estrangeiros.

O país foi colocado em perspectiva negativa pela S&P, o que significa que novos rebaixamentos podem ocorrer. O Brasil mantém seu grau de investimento nas duas outras principais agências, Moody's e Fitch.

No dia seguinte ao rebaixamento, o dólar abriu a sessão em alta, ultrapassando R$ 3,90. Mas recuou com intervenção do Banco Central. O real perdeu 30% neste ano e tem o pior desempenho entre as moedas dos principais países emergentes.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista, concedida por telefone, desde Londres.

BBC Brasil - Quais são os impactos desse rebaixamento?

Fiona Mackie - Primeiro, se investidores institucionais forem forçados, por causa de regulações internas, a deixar de investir no Brasil (alguns fundos só podem investir em países que possuam grau de investimento), pode haver um impacto imediato dramático na moeda. Porque o Brasil ainda tem grau de investimento em outras agências de classificação, como Moody’s e Fitch, não parece que isso vai acontecer imediatamente.

No entanto, é mais um golpe de confiança na economia e sugere que a esta vai continuar em recessão. A gente prevê contração de 2,5% (do PIB) neste ano e de 0,5% em 2016, e devemos rever esse número.

1 commento:

  1. Mahh... a questo punto diventa rischioso qualsiasi investimento in brasile compreso speculare sui rendimenti bancari o su titoli di stato di vario genere, se capita come in Argentina e la solidità delle banche se ne va a ramengo chiunque abbia denaro investito in brasile a qualunque titolo rischia di ritrovarsi con un pugno di mosche.... io ho investito quando il real era a 2,60 sulla spinta positiva dell'epoca e come me altri amici... ma è inutile recriminare speriamo solo in un miracolo economico che risollevi il Brasile da questo disastro, quello che mi preoccupa maggiormente è che ci sarà un aumento esponenziale della delinquenza che già oggi in molte zone del paese è quasi insopportabile... speriamo bene, anche se dalle mie parti si dice che chi vive sperando muore ca...ndo !

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