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Oramai certo l’inpeachment di Dilma

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La “presidenta” prepara la difesa nel caso di richiesta di impeachment . Il gruppo di avvocari e giuristi è già pronto .
O governo já dá como certa a abertura de um processo de impeachment contra Dilma Rousseff no Congresso e montou um time de advogados e juristas para defender a presidente. A decisão do Palácio do Planalto é recorrer ao Supremo Tribunal Federal assim que algum requerimento solicitando o afastamento de Dilma for aceito pela Câmara.

Em nova reunião realizada ontem (11) com ministros, no Palácio da Alvorada, Dilma foi informada de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), comandará uma “manobra” pró-impeachment.

A avaliação do governo é de que, acuado após a denúncia do Ministério Público da Suíça mostrando contas secretas atribuídas a ele e abastecidas com dinheiro desviado da Petrobrás, Cunha vai pôr em prática o jogo combinado com a oposição para atingir Dilma.

Dida SampaioDilma Rousseff foi informada ontem (11) que Eduardo Cunha comandará uma “manobra” pró-impeachmentDilma Rousseff foi informada ontem (11) que Eduardo Cunha comandará uma “manobra” pró-impeachment



Por esse script, o presidente da Câmara rejeitará, amanhã, o pedido dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, propondo a deposição da presidente. A ideia, porém, seria deixar o caminho aberto para que um deputado da oposição apresente recurso ao plenário da Câmara. Nesse caso, ainda no roteiro idealizado por Cunha, esse recurso poderia ser aprovado por maioria simples, composta por 50% mais um dos deputados, com qualquer número de presentes à sessão.

O advogado Flávio Caetano, coordenador jurídico da campanha de Dilma à reeleição, foi escalado para coordenar a defesa da presidente na possível ação de impeachment. O governo pretende contestar a questão do quórum para a abertura do processo pela Câmara, uma vez que a Constituição exige dois terços dos parlamentares.

Na reunião de ontem (11), os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), Aldo Rebelo (Defesa) e o assessor especial Giles Azevedo traçaram cenários para a presidente e disseram que a decisão do PSDB, DEM, PPS, PSB e Solidariedade de divulgar uma nota pedindo o afastamento de Cunha do comando da Câmara não passa de um jogo de cena. “Fizeram isso para dar satisfação às bases, mas precisam dele para deflagrar o impeachment”, disse ao Estado um auxiliar direto de Dilma. “É tudo combinado.”

Acordo Ministros ainda continuam conversando com Cunha, na tentativa de fazer um acordo com ele, mas têm poucas esperanças. Uma das propostas consiste em segurar o PT para não pedir a cassação do mandato do peemedebista no Conselho de Ética da Câmara, em troca da salvação de Dilma.

No diagnóstico do Planalto, o maior sustentáculo da presidente, agora, está no Senado, que pode barrar o impeachment. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é aliado do governo.

Além de Caetano, nomes de peso do meio jurídico, como Celso Antonio Bandeira de Mello, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e Dalmo Dallari, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP), farão parte da equipe que defenderá Dilma. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto também foi sondado para se juntar ao grupo.

Os juristas prepararam pareceres para dar sustentação à defesa de Dilma. Documento assinado por Bandeira de Mello e Fabio Konder Comparato diz que a reprovação das contas do governo pelo Tribunal de Contas da União (TCU) não representa crime de responsabilidade e, portanto, é insuficiente para embasar a abertura de um processo de impeachment no Congresso.

Na semana passada, diante da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de abrir uma ação de impugnação contra a chapa formada por Dilma e pelo vice Michel Temer, Dalmo Dallari também sustentou que o órgão não tem competência para cassar mandato de presidente da República.

fonte: Estadão Conteudo

3 Commenti

  1. e questo non credo faccia bene al Brasile che aggiunge alle già molte difficolta socio-economiche anche l'instabilità politica che fa fuggire i risparmiatori di tutto il mondo. Proprio quello che vogliono gli speculatori internazionali, ossia minare le fondamenta democratiche del "colosso" sudamericano per mangiarselo meglio.

    • Capisco essere accecati dall' ideologia, ma gli "speculatori internazionali"non hanno avuto bisogno di far nulla..gli e' bastato solamente lasciarli fare da soli! Anzi il "colosso" sudamericano se lo sono gia' letteralmente mangiati il PT e tutta la loro banda

    • Io sono convinto che, specie dopo la costituzione della New Development Bank BRICS avvenuta a Fortaleza nel luglio 2014, ci sia una regia americana dietro l'opposizione brasiliana che, anche attraverso supporti economici, cerca di destabilizzare politicamente il Brasile che vorrebbe emanciparsi dal dollaro.
      A pensar male si fa peccato ma spesso ci si azzecca. L'ideologia la lascio ad altri…..

      https://it.wikipedia.org/wiki/Nuova_Banca_di_Sviluppo

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