venerdì 20 novembre 2015

La Cine vuole mangiarsi 1 000 000 di asini brasiliani per anno .


La Cina intende importare dal Brasile per macellarli un milione di asini all'anno . A parte la facile battuta che in questo modo la popolazione del Brasile verrebbe sterminata ,  dico ma i cinesi hanno già finito gli insetti ? 
Comunque la sola idea di mangiare un asinello per la nostra  generazione vissuta con la storia di Pinocchio che si trasforma in asino dopo essere stato nel Paese dei balocchi fa veramente rabbrividire .

Molti in passato hanno scritto che il Brasile non è più il Paese dei balocchi ma questa esportazione di asini dovrebbe far riflettere . Su chi sia poi il nuovo Mangiafuoco non ci sono dubbi : il Dragone Cinese 


Se a intenção manifestada pela China de importar 1 milhão de jegues por ano do Brasil, conforme disse um empresário chinês à ministra da Agricultura Kátia Abreu, nesta quarta-feira (18), o negócio geraria ao Brasil uma receita de US$ 3 bilhões, considerando o preço médio dos asnos exportados este ano.

Durante missão na China, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, recebeu a demanda inusitada. Os animais são usados no País asiático na indústria alimentícia e na fabricação de cosméticos. O Brasil já faz essa exportação, mas em uma escala reduzida. Em 2015, foram vendidos 1,2 toneladas, o equivalente a US$ 15,4 mil.

A história foi relatada pela própria ministra pelo microblog Twitter. "No seminário dos empresários chamou a atenção um investidor com um interesse que nos pareceu piada, mas não era. Ele quer importar jumentos para a China", relatou. "Inacreditável, mas sua demanda é de 1 milhão de jumentos ano. Morro e não vejo tudo", disse a ministra.

Nesta quinta-feira (19), ela voltou a falar no assunto e disse que errou, não eram jumentos, mas jegues. Apesar dessa correção, jegue é apenas outro nome para asno e jumento. A mula e o burro é que são diferentes, nascem a partir do cruzamento entre um jumento e uma égua. Se o filhote for uma fêmea, é chamada de mula; se for macho, é chamado de burro. "Propuseram-me a fazer, inclusive, uma cooperação para melhoramento genético de jegues", relatou a ministra.

A China abate cerca de 1,5 milhão de jegues por ano, uma parte produzida no próprio país e outra na Índia. Apesar de toda essa demanda dos chineses, 2015 foi um ano fraco para a exportação do animal em comparação a outros anos. Enquanto neste ano as vendas ficaram em US$ 15,4 mil, em 2008 elas chegaram a somar US$ 309,3 mil, o equivalente a 22,4 toneladas. O recorde financeiro, no entanto, foi em 2010, quando o Brasil fez US$ 385,7 mil em vendas e desembarcou 14,9 toneladas de asnos no exterior.

As mensagens da ministra na rede social geraram comentários bem humorados e foram até usadas em trocas de ofensas entre militantes de esquerda e de direita. Alguns internautas, defensores de animais, se queixaram da demanda chinesa e classificaram a venda como "crueldade".

Outra demanda diferente das demais foi a de uma empresa de fármacos, que quer 10 mil toneladas de casca de tangerina por ano para produzir óleos e essências. A ministra deixou a China e está a caminho do Brasil. Enquanto esteve no País asiático, a ministra fechou acordo para que sete plantas frigoríficas tenham autorização para vender para os chineses. Dessas, três são de carne bovina, duas de suína, e duas de frango.

1 commento:

  1. Ricordo lo scorso anno in occasione di una visita a Jericoacoara (Fortaleza - Cearà), per raggiungere la quale è necessario attraversare diversi chilometri di dune sia all'andata che al ritorno, di aver incontrato tantissimi somari che vagavano sulle dune. Mi spiegarono che questi animali in Brasile non sono più considerati utili neppure in agricoltura o nelle realtà rurali per cui vengono semplicemente lasciati liberi e abbandonati. E pensare che in Italia alcune razze di asino non solo sono allevate per l'ottimo latte prodotto, ma sono protette e, addirittura, sovvenzionate dallo Stato!
    http://nuvola.corriere.it/2014/06/09/christian-io-che-ho-lasciato-il-posto-fisso-per-allevare-asini/

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