venerdì 11 dicembre 2015

Locali commerciali e fermate dell'omnibus gli obiettivi preferiti degli assalti a Natal

Paradas de ônibus e pontos comerciais voltaram a ser os alvos preferenciais de assaltantes. A modalidade “arrastão” também voltou a ser tendência nesse final de ano e tem atingido principalmente locais de grande circulação de pessoas. Por outro lado, a Polícia Militar reforça que os índices de criminalidade são menores do que os do ano passado. Mesmo assim, comunicou que reforçará o policiamento nos principais corredores comerciais e turísticos da cidade. 
Alex RégisComerciantes apontam insegurança na Avenida Roberto Freire, onde cafeteria foi alvo de arrastãoComerciantes apontam insegurança na Avenida Roberto Freire, onde cafeteria foi alvo de arrastão

Ultimamente, a zona Sul da cidade tem sido a região mais escolhida pelos criminosos. Na noite de quarta-feira, bandidos assaltaram dois lugares de movimentação significativa. Por volta das 19h30, foi a vez do Fran’s Café, localizado na marginal da avenida Engenheiro Roberto Freire. Cerca de 20 clientes e oito funcionários estavam no estabelcimento. Os bandidos levaram dinheiro do café e objetos pessoais. 

A gerência da franquia não quis falar sobre o caso, mas afirmou que foi registrado boletim de ocorrência na delegacia de plantão da zona Sul. Ontem, a ocorrência foi encaminhada para o 15º Distrito Policial, a delegacia do bairro de Ponta Negra. À tarde, dois agentes foram ao local para obter mais detalhes.  

Durante a ação, os dois criminosos agrediram uma funcionária e fugiram num Pálio branco. Apesar da procura feita pela PM, eles não foram encontrados. A suspeita é de que a dupla  tenha roubado o carro de um policial militar e, logo depois da ação em Ponta Negra, assaltaram também uma farmácia no bairro de Nova Descoberta.

Na mesma noite de quarta-feira, seis homens divididos em três motos assaltaram passageiros de ônibus que esperavam transporte ao lado do shopping Midway Mall na avenida Hermes da Fonseca. O arrastão ocorreu por volta das 20h . “Três deles vieram a pé e os outros três de moto, dando apoio. A gente só via as mulheres tudo (SIC) chorando, caindo uma por cima da outra. Tinha bem umas 150 pessoas na parada”, contou Juarez do Nascimento, vendedor de milho que trabalha na calçada do shopping. “Por sorte, eles não levaram nada dos ambulantes, só do pessoal que estava na parada. Todo mundo correu para dentro do shopping. Os assaltantes que   vieram a pé passaram com uma bolsa recolhendo os celulares e as coisas das pessoas”, acrescentou. 

Depois do ocorrido, o ponto de ônibus ficou praticamente vazio, pois as pessoas ficaram com medo de permanecer no local. O posto da Polícia Militar, a cerca de 20 metros da parada, estava fechado. Esse ponto de apoio não funciona com regularidade há cerca de quatro meses, segundo ambulantes e agentes de trânsito que trabalham no cruzamento das avenidas Bernardo Vieira com Hermes da Fonseca.

Embora menos alardeados, os arredores desses lugares também sofrem com a insegurança. A poucos metros da cafeteria assaltada, os clientes e funcionários de um pet shop foram assaltados duas vezes em três meses entre setembro e novembro deste ano. No dia 19 de setembro, dois homens de moto entraram na loja de animais e renderam os clientes e funcionários por volta de 20 minutos. Com um deles armado, os bandidos levaram dinheiro do caixa e objetos pessoais. 

Entre setembro e novembro, a mesma dupla tentou mais um assalto, mas foi descoberta por um funcionário antes de tentarem entrar no estabelecimento. Então, o proprietário instalou um trava eletrônico na porta. Diante da dificuldade, os mesmos assaltantes bolaram uma estratégia. Duas jovens entraram na loja perguntando se a empresa estava recebendo currículos. Mesmo com a resposta positiva, elas não deixaram nada. Quando saíram da  loja, fizeram questão de escancarar a porta para que desse tempo suficiente da dupla de bandidos entrar antes que a trava a fechasse automaticamente. Estratégia bem sucedida. Dessa vez, dia 13 de novembro, os bandidos passaram cerca de cinco minutos. 

O sistema de monitoramento por imagens mostrou que as mulheres entraram no mesmo carro que os bandidos. Em ambas ocasiões, os responsáveis pela loja registraram boletim de ocorrência, mas até agora não obtiveram resposta da Polícia Civil. Inclusive, no primeiro assalto foi fornecida placa e imagens. Depois do segundo assalto, o pet shop agora contratou um segurança. 

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