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La polizia civile protesta per l’omicidio del perito

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Polícia Civil para em apoio a família de perito-técnico

Helga Cirino | A TARDE

Cerca de 200 policiais civis se reuniram em frente à Secretaria de Segurança Pública na Piedade

Cerca de 200 policiais civis se reuniram em frente à Secretaria de Segurança Pública na Piedade
Arestides Baptista | Agência A Tarde

Protesto foi motivado por morte de perito técnico por tenente da PM

Protesto foi motivado por morte de perito técnico por tenente da PM
Arestides Baptista | Agência A Tarde

Categoria promete suspender atividades até apresentação do tenente da PM

Categoria promete suspender atividades até apresentação do tenente da PM
Arestides Baptista | Agência A Tarde

Viatura da Polícia Civil bloqueou via durante protesto

Viatura da Polícia Civil bloqueou via durante protesto
Após o protesto de cerca de 200 policiais civis na manhã desta quinta-feira, 30, em frente a Secretaria de Segurança Pública (SSP), na Piedade, a categoria voltou a se manifestar à tarde, interrompendo o trânsito na avenida Centenário, em frente ao Instituto Médico Legal Nina Rodrigues. As manifestações são consequência da morte do perito-técnico Hilton Martins Rivas, 25 anos, morto a tiros nesta quarta-feira, 29, durante uma abordagem de quatro policiais militares, lotados no 18º Batalhão (Centro Histórico), no Largo do Santo Antônio Além do Carmo.
“Vamos suspender todas as atividades até que a PM apresente o tenente na 2ª Delegacia. O que aconteceu foi um absurdo, uma execução”, reclamou Cláudio Lima, diretor jurídico do Sindpoc. São realizadas apenas levantamento cadavérico e flagrantes. Os manifestantes colocaram uma faixa preta em sinal de luto na frente da secretaria e fecharam a rua com cerca de 30 viaturas com sirenes ligadas.
De acordo com Manoel Francisco Bastos, corregedor da PM, “não existe razão para prender alguém que agiu no legítimo cumprimento do dever. O perito sacou a arma e, felizmente, o tenente atirou primeiro. Foi um caso de legítima defesa evoluído do estrito cumprimento do dever”.
Por conta da manifestação, o trânsito ficou congestionado na Piedade e Avenida Joana Angélica.
Racha – O caso pode provocar um racha entre a PM e a Polícia Civil já que representantes do Sindpoc demonstraram indignação com as declarações do coronel Manoel Francisco Bastos, confirmando que o tenente Fagner Santos continuará trabalhando normalmente. A SSP instaurou inquérito para apurar o caso, que também é investigado pela delegada Rogéria Araújo, titular da 2º CP. Um advogado do Sindpoc vai acompanhar as investigações.


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