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Il ” Buraco” che illumina il rilancio della Ribeira

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Uma mostra desse corredor dá sinal de formação. Depois da Associação Cultural Buraco da Catita e suas centenas de clientes aglomerados no cruzamento da Rua da Virgem, o olho de comerciantes cresceu no local. Em frente já abriu o Consulado Bar na histórica “casa da suástica”, há mais de oito anos preservada pelo pesquisador Leonardo Barata. E cerca de 20 metros depois, o ainda desconhecido Let’s Rock Samba Bar. O próprio Buraco da Catita já comprou três comércios vizinhos e ampliou o salão e a estrutura para comportar a crescente demanda.


Camilo e Marcelo suspenderam mais uma vez as atividades do bar, mas reabertura, em 3 de abril, culminará com período de festas no bairro. Foto: Ana Amaral/DN/D.A Press

O instrumentista Camilo Lemos caminhava pelas ruas estreitas da Ribeira em um dia comum de sol, em março de 2008, quando viu pessoas retocando a pintura de uma casa situada na erma Rua das Virgens. E perguntou, descrente: “Vão alugar a quem?”. “Ainda vão alugar”, foi a resposta; foi a luz; foi a ideia de fincar ali o novo ponto das rodas de chorinho suspensas há duas semanas no Beco da Lama. “Aluguei na hora, mesmo sem poder”. Na primeira sexta-feira, Camilo já programou um ensaio com os músicos. Comprou cerveja para eles e viu chegar ao desestruturado recinto, cerca de 130 pessoas. “Corremos pro supermercado comprar mais”. Era o início do “Catita”.

“Pessoas perguntavam no Beco sobre o chorinho e informavam que havia descido à Ribeira. Foi como souberam”. A inauguração foi em 22 de abril. O número de pessoas cresceu rápido. Mas a estruturação do bar corria em ritmo mais lento. O único banheiro era sem porta. Faltava cerveja ou vinha quente. O salão ficou pequeno. A cozinha… que cozinha? “Não tínhamos grana. Chegamos a colocar uma geladeira quebrada deitada no chão como se fosse uma banheirona cheia de gelo para guardar as cervejas. A energia vinha de uma ligação emprestada pelo vizinho. Dessa maneira fomos apanhando, sentindo as necessidades e nos reestruturando”.

O arquiteto e músico Marcelo Tinoco comprou o prédio após um ano de aluguel. Foi a migração do serviço mambembe para o bar ainda desestruturado. “Aninha (Guimarães) ainda precisava emprestar o cartão de crédito dela porque não tínhamos capital de giro. Mas sempre quitávamos a dívida com ela depois com a venda da cerveja”. A grande reforma do local foi no começo de 2010, quando Marcelo comprou os dois estabelecimentos vizinhos e o Catita fechou por seis meses. A volta foi triunfal, já com o calçadão urbanizado pela prefeitura, três banheiros, novo cardápio, sete portas voltadas à calçada e novo fôlego.

Informalidade

Um problema constante na trajetória do “Catita” são os ambulantes. “No outro dia recolhem 20 sacos de cerveja e apenas três são nossos”, lamenta Camilo. Ainda sem lucro real aos sócios Camilo e Marcelo, a hoje Associação Cultural Buraco da Catita busca sócio-colaboradores para “manter o lugar limpo e pagar cachê de músicos”. Camilo e Marcelo suspenderam mais uma vez as atividades do bar. O reinício é em 3 de abril.


Fonte : Diario de Natal

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