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Il Banco Central riduce la SELIC di 0,5 punti

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Con un occhio alla crisi mondiale e l’altro all’inflazione interna , oramai al 6,5% , il Copom ( Comitato di Politica Monetaria ) ha deciso il taglio della tassa SELIC di 0,5 punti percentuali portandola quindi all’11,5% all’anno .


Per la prossima riunione prevista per il 30 Novembre si parla di un taglio dello stesso valore o addirittura superiore se la situazione mondiale dovesse richiederlo .

E pensare che appena nel Giugno di quest’anno gli analisti prevedevano una crescita mediamente costante dell’indice per tutto il 2011 per poi mantenersi costante o iniziare a diminuire nel 2012 .  Questo anticipo di circa sei mesi della discesa della SELIC dimostra che la crisi si sta espandendo ad un ritmo accelerato rispetto alle ipotesi iniziali . 



O Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros em 0,5 ponto nesta quarta-feira, para 11,5% ao ano, em meio a um cenário de crescente deterioração externa e de evidências de desaceleração da economia doméstica.

Em curto comunicado divulgado no anúncio da decisão, o Comitê de Política Monetária reiterou o recado da moderação.

“Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 11,50% ao ano, sem viés. O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012”.

Para o ex-diretor de política monetária do BC e atual economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio, Carlos Thadeu de Freitas, se o cenário internacional continuar ruim, haverá novo corte de 0,5 ponto na próxima reunião.

“Se o quadro internacional continuar do jeito que está, o BC deve novamente cortar a Selic em 0,5 ponto na próxima reunião. Apenas uma ruptura justificaria um corte mais forte.”

No final de agosto, o Copom chocou o mercado ao promover um corte de 0,5 ponto na Selic após um ciclo de cinco altas seguidas, justificando a decisão devido ao cenário externo adverso.


Havia um consenso naquele momento entre os analistas de que o juro seria mantido, apesar da forte turbulência externa, uma vez que a inflação doméstica estava correndo acima do teto da meta. No mercado de juros futuros, porém, já havia algumas apostas de corte de 0,25 ponto.

A decisão do BC gerou fortes críticas de economistas ao BC de Alexandre Tombini. Mas desde agosto o cenário externo se deteriorou ainda mais, com a contínua indefinição para um desfecho da crise da dívida da zona do euro. Embora a Grécia esteja sendo o foco principal, Itália, Espanha e Portugal também seguem no turbilhão.

Internamente, a economia doméstica sofreu desaceleração maior que a esperada por analistas em agosto, segundo o Índice de Atividade Econômica do BC, considerado dado antecedente do Produto Interno Bruto, que mostrou queda de 0,53% ante julho.

A inflação, contudo, segue sendo uma preocupação importante. As expectativas do mercado para a inflação no ano que vem crescem há sete semanas, segundo a sondagem Focus do BC, e estão em 5,61% – bem acima da meta central de 4,5% que o BC insiste que será alcançada em 2012.

Para este ano, as projeções do mercado são de uma inflação de 6,52%, acima do teto de meta, de 6,50%. Em setembro, o IPCA, índice de preços ao consumidor que é usado como parâmetro para o regime de metas, registrou alta de 7,31% no acumulado em 12 meses.

O Copom voltará a se reunir nos dias 29 e 30 de novembro.


Fonte Reuters 
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6 Commenti

  1. io manco dal Brasile da tempo ma penso che se li inizia la crisi… ahi ahi ahi! mi sbaglierò ma mi pare che siano poco formiche e troppo cicale!!

  2. Ciao Paolo

    è proprio così ma grazie a Dio noi italiani siamo più formiche che cicale e da un eventuale crisi potremmo trarre degli interessanti spunti di acquisto . Perchè la crisi , come tutte le cose della vita . verrà , raggiungerà il suo culmine e poi passerà . Pertanto occhi aperti .

  3. @ottoaprile, ritenendoti un grande esperto mi permetto di farti alcune domande, tra quando prevedi l'arrivo della crisi in Brasile? E' possibile prevederne le dimensioni e la durata? Se si un po' di numeri.

  4. Ciao Marcello

    non esistono in questa area i grandi esperti nel senso di previsione del futuro .Negli anni 80 durante un mio viaggio a New York acquistai un libro che poi ho saputo essere diventato un best seller per oltre 10 anni : Megatrends di John Naisbitt . In questo libro , un poco noioso , l'autore individua 10 trend o tendenze che secondo lui avrebbero modificato il nostro stile di vita .Ebbene , conservo ancora la copia del libro , in nessun punto si parta di Internet .
    Come vedi è molto difficile , anche per gli esperti , tenere sotto controllo tutti i parametri anche solo per prevedere le tendenze immagina poi prevedere eventi ben precisi .

    Al momento la crisi europea è il fuoco dell'attenzione anche se distoglie il nostro sguardo da altri poderosi problemi . Ma è così .Lo spauracchio della fine dell'euro crea turbolenze controllate di cui si approfittano le grandi lobby finanziarie . Il Debito è diventato il nuovo mostro da combattere .

    Il Brasile non avrebbe in effetti motivo di preoccuparsi ma la crisi europea potrebbe compromettere il sistema bancario e quindi generare un shock di scarsità di liquidità che si riperquoterebbe nel mondo intero . Pertanto la crisi , se ci sarà , sarà prima di tutto europea . Poi si vedrà . Nel frattempo il governo può ridurre la SELIC per stimolare l'economia interna anche se deve prestare attenzione alla inflazione ed alla remunerazione dei capitali speculativi che entrano in Brasile .

    Nel frattempo il denaro messo in gioco per la Copa 2014 dovrebbe alleviare il problema della disoccupazione e dare ancora ossigeno al mercato delle costruzioni civili .

    Nella malaugurata ipotesi di crisi europea prolungata … beh pioverà tanta merda che sarà difficile non sporcarsi !

  5. Mantega diz que sinais da crise começam a preocupar
    21 de outubro de 2011 | 14h 45
    Notícia
    FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, ENVIADO ESPECIAL – Agencia Estado – http://www.estadao.com.br
    CAMPINAS – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou hoje que as economistas dos países emergentes, principalmente as mais dinâmicas, ainda não foram afetadas pela crise econômica mundial. De acordo com ele, essas economias continuam apresentando taxas de crescimento maiores, tanto que a previsão dele para os emergentes nos próximos anos é de 6%, em média. No caso do Brasil, Mantega prevê uma taxa de crescimento média de 5% no período de 2012 a 2015.
    Apesar de afirmar que as economias emergentes ainda não foram afetadas, o ministro disse que começa a se preocupar com alguns sinais, ainda que incipientes, de contágio dos emergentes pela crise mundial. "E isso me preocupa, já que há alguns sinais incipientes de que a China poderá ter alguma desaceleração. A economia chinesa se mostrou bastante sólida ao longo dos últimos 20 anos, só que agora começa a ter problemas sérios", disse o ministro durante aula inaugural da escola de pós-graduação da Faculdade de Campinas (Facamp). A preocupação de Mantega em relação à China reside na possibilidade de aquele país reduzir as suas importações. Ele ponderou, no entanto, que a desaceleração chinesa é um fenômeno recente.

    No caso do Brasil, o ministro reafirmou que há necessidade de manter os fundamentos econômicos sólidos. Ele citou como exemplo o fortalecimento da política fiscal, que é onde outros países estão registrando problemas. "Aqui, nós implantamos uma política fiscal sólida. Nesse sentido, nós vínhamos perseguindo um superávit primário de 3%, aumentamos a meta com mais R$ 10 bilhões e fecharemos este ano superávit de 3,3% do PIB", disse o ministro ao acrescentar que 75% da meta para este ano já foi alcançada.

    O ministro destacou também que o ajuste fiscal abre espaço para redução de taxa de juros no Brasil e lembrou que na última quarta-feira o Banco Central cortou a Selic em 0,50 ponto porcentual, para 11,50% ao ano. Ainda assim, segundo ele, a taxa de juros no Brasil é uma das maiores do mundo, o que oferece vantagens e desvantagens para as autoridades econômicas em relação a outras economias. A vantagem é que o Banco Central brasileiro tem espaço para cortar juros e a desvantagem é ainda termos juros elevados.

    Segundo Mantega, a dívida brasileira em relação ao PIB tem diminuído, enquanto outros países têm aumentado. Ele lembrou que a dívida na proporção do PIB caiu de 40,2% no ano passado para cerca de 39% em 2011.

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