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Imprenditore italiano è arrestato per crimine ambientale in Minas Gerais .

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Empresário italiano é preso por crime ambiental em Minas GeraisEle foi alvo de uma Operação da Polícia Federal, feita para combater a extração ilegal de pedra-sabão em Piranga, na Zona da Mata mineira

Publicação: 05/10/2011 19:40 Atualização:

Exploração da área, em Piranga, era feita de forma ilegal, sem autorização de órgão competente (Polícia Federal/Divulgação)
Exploração da área, em Piranga, era feita de forma ilegal, sem autorização de órgão competente

Um empresário italiano foi preso nesta quarta-feira suspeito de gerenciar um esquema de extração ilegal de estelianito, mineral popularmente conhecido como “pedra-sabão” em Piranga, na Zona da Mata mineira. Cerca de dez pessoas estariam envolvidas no crime ambiental, que começou a ser investigado em janeiro deste ano.

A prisão do empresário, identificado apenas pelas iniciais R.R., ocorreu durante a operação da Polícia Federal, batizada de Teimosia. Foram apreendidos uma máquina escavadeira, um trator de esteira, três máquinas de corte de pedras, um tanque de combustível com capacidade de 14.000 litros um compressor, dois geradores de energia e dois caminhões.

De acordo com a PF, a extração ilegal da pedra-sabão em Piranga foi alvo de denúncia o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). A PF instaurou um Inquérito Policial para apurar o crime de usurpação de bens públicos.

Segundo a PF, entre os anos de 2007 e 2008, a exploração do mineral na área eram autorizados por meio de Guia de Utilização expedida pelo DNPM durante a vigência do alvará de pesquisa concedido à empresa. Vencida a guia, a empresa continuou a explorar a área. Somente em fevereiro de 2009 a empresa buscou nova autorização, que foi negada.

 (Polícia Federal/Divulgação)

A pedra-sabão extraída na área era usada na fabricação de lareiras que abasteciam o mercado internacional, principalmente nos Estados Unidos da América e Europa. Segundo a PF, a produção mensal do local era da ordem de 30 a 40 blocos de rocha de cerca de 6 metros cúbicos cada.

Ainda segundo a PF, o empresário, que já esteve envolvido em outros inquéritos policiais relacionados à extração ilegal de esteatito em outras áreas de Minas , foi indiciado pela prática do crime de usurpação de bem público da União. Se condenado ele pode cumprir pena de prisão em regime fechado pelo prazo de um a cinco anos


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