Home hotel Quanto è difficile trovare una abitazione a Rio

Quanto è difficile trovare una abitazione a Rio

7
0
CONDIVIDI

RIO – Morar no Rio de Janeiro. O desejo de milhares de turistas tem se tornado tarefa árdua para os estrangeiros que vêm à cidade para trabalhar. Sem hotéis suficientes para atender a uma demanda crescente, muitos estão dando o seu jeito. Alugam apartamento por temporada, dividem casa e até procuram quartos em sites da internet.
Na lista, europeus, americanos e até chineses. A maior parte trabalha para o setor de óleo e gás, na esteira do avanço do pré-sal. Atenta a essa dificuldade, muitas multinacionais intensificam parcerias com imobiliárias.
— Os estrangeiros que vêm morar no Rio por uma temporada procuram primeiro um apart-hotel. Mas, como a procura está maior que a oferta, muitos optam por apartamentos. Neste início de ano, aumentou em 15% a procura por um aluguel entre os estrangeiros — diz Mario Henriques, consultor sênior de realocação de estrangeiros da Atlantis International, lembrando que um apart-hotel em Ipanema cobra até R$ 10 mil por mês.
Após tentar procurar um hotel, o executivo americano Mark Zschiesche alugou apartamento em Ipanema. Ele contou com a ajuda do administrador Nereu Caldeira, que diz que muitos dos seus contratos são fechados após recomendação de multinacionais. Ele ressalta que os negócios crescem a cada ano, mesmo com a alta nos altos preços:
Não é fácil achar apartamento para alugar. O mercado está aquecido. O aluguel de um imóvel de dois quartos em Ipanema é de R$ 7 mil para cima.
Zschiesche lembra que o fato de o Rio estar no centro das atenções eleva a procura:
— O Rio está em alta. Todos querem vir para cá.
Nas imobiliárias, a demanda é crescente. Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel, diz que o aluguel para estrangeiros soma 10% dos contratos de locação. Vasconcelos destaca a chegada de chineses em grande quantidade no Rio para trabalhar com petróleo. A demanda até virou alvo de campanha publicitária, na qual a imobiliária teve textos em inglês e espanhol.
— O mercado busca oportunidades, como imóveis mobiliados, pois o número de hotéis não cresce na mesma proporção.
O canadense Louis Martin Losier, presidente da Geovoxel, incubadora do Parque Tecnológico da UFRJ, lembra que em 2011 teve que hospedar um executivo canadense em sua casa porque não havia hotel. Agora aconteceu algo semelhante com sua mulher. Esta recebeu a peruana Carmen Sotelo Montes, que trabalha com engenharia florestal em Mali, na África Ocidental.
— Vim para ficar 40 dias no Rio. Não consegui ficar no mesmo hotel onde sempre fico no Centro do Rio. Por isso, fiquei na casa de Losier e sua mulher. Estou fazendo uma pesquisa na UFRJ com ela -— conta Carmen.
No site de aluguel de imóveis VivaReal, o número de estrangeiros procurando imóveis no Rio subiu 20% em 2011. Em janeiro de 2012, o avanço foi de 60%:
— O avanço é uma ótima oportunidade para o mercado se profissionalizar — diz Brian Requart, presidente do VivaReal.
Sem apartamentos, os estrangeiros recorrem ainda à internet para alugar apenas quartos:
— Oferecemos a opção de ficar na casa das pessoas, em um dos quartos. Com a falta de hotéis e os preços altos, é uma boa opção. Podemos afirmar que a maioria é de americanos e alemães — diz Jakob Kerr, gerente de comunicação da Airbnb.

Fonte : O Globo


Booking.com
CONDIVIDI

LASCIA UN COMMENTO

Please enter your comment!
Please enter your name here