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Aprire una gelateria in Brasile

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Molti lettori mi hanno chiesto informazioni sulla opportunità di aprire una gelateria in Brasile . Rispondo con questo articolo apparso sulla Rivista Exame che tratta di un Caso di Successo di un imprenditore italiano a Sao Paulo : Edoardo Tonolli .


Quem passa pelo número 136 da Rua Oscar Freire, em São Paulo, se surpreende com o movimento. O entra e sai de gente na sorveteria Bacio di Latte é surpreendente para um negócio com um ano de vida. No comando da empresa, estão o italiano Edoardo Tonolli e o escocês Nick Johnston.

Tonolli trabalhava com finanças em Milão quando decidiu abrir um negócio. “Morei seis meses no Brasi e, assim que cheguei na Itália, a crise tinha começado. Eu já tinha a ideia de abrir alguma coisa na área alimentícia com o meu irmão. Estávamos em dúvida entre uma cafeteria e uma gelateria”, conta. A escolha foi pelo sorvete, ou melhor, “gelato”, corrige o sócio.

Com a crise que assombra a Europa – além de gastos públicos descontrolados, a Itália tem uma relação dívida/PIB de mais de 120% -, Tonolli resolveu que o melhor seria aportar no Brasil. “A crise na Europa influenciou 95% da nossa vinda ao Brasil”, conta. “Os impostos brasileiros são mais baixos do que os italianos e aqui tem menos burocracia. Para abrir um negócio lá, você leva um ano mais ou menos”, explica.

Apresentado a Tonolli por uma amiga em comum, Johnston logo se animou com a ideia de virar empreendedor no Brasil. “Eu já estava morando em São Paulo, procurando uma oportunidade e acreditando no Brasil sem saber exatamente o que iria ser. Eu encontrei o irmão do Edoardo na Suíça, ele me explicou o projeto e em um segundo eu topei”, diz. Segundo ele, a falta de sorvetes de qualidade e uma clientela grande e exigente faziam de São Paulo o local perfeito para a instalação do negócio.Depois da inauguração, em janeiro de 2011, a gelateria já ganhou prêmios importantes, como o de melhor sorvete segundo a edição 2011 de Veja Comer & Beber. Neste mesmo período, a empresa cresceu 120%. Bem mais do que os sócios esperavam. “A ideia era ter uma loja modelo na Oscar Freire para saber se o público aceitaria a nossa proposta de gelato de qualidade ao preço mais competitivo possível. No fim, foi muito mais do que imaginamos”, diz Johnston.

Crescimento

Sem revelar dados de receita e vendas (“para despistar a concorrência”, brincam), os sócios começam a se planejar para crescer. “Estamos vendo como aumentar o tamanho da rede sem perder qualidade”, conta Tonolli.

Segundo eles, cada loja deve ter uma produção própria para garantir a textura e o sabor dos sorvetes. “Ele perde até 80% da cremosidade durante o transporte”, explica. Eles não revelam o investimento para abrir uma loja, mas só os custos com maquinário chegam a meio milhão de reais.
Para os próximos dois meses, a marca vai inaugurar duas lojas, uma em Moema e a outra no shopping JK Iguatemi, ambas na capital paulista. “Nós pretendemos abrir mais ou menos 20 lojas próprias nos próximos 3 anos em São Paulo”, define Tonolli.

A região dos Jardins também deve receber mais uma unidade. “Alguns shoppings do Rio já convidaram a gente para abrir uma loja, mas é melhor fazer as coisas de forma mais orgânica. Começar aqui em São Paulo e quando tiver uma estrutura boa ir para outros lugares”, explica Tonolli.A principal preocupação dos sócios hoje é manter a qualidade do negócio. Por isso, eles contam que recusam pedidos de franquias toda semana para não perder o controle da empresa. “É muito fácil abrir muitas lojas e perder o controle. Nossa ideia é fazer várias lojas concentradas em São Paulo e resolver todas as questões de logística, processos e gestão que vamos precisar. Depois, também dá para pensar em franquear”, esclarece Johnston.

Produção artesanal

Sem estratégias de marketing, a empresa cresceu no boca a boca. Os 35 sabores disponíveis são produzidos todos os dias para atender a demanda – aparentemente incessante – de consumidores.

Com preço médio de 10 reais, os clientes podem provar até três sabores por potinho. “O chocolate belga é o preferido”, conta Johnston.

Apesar da produção local, 80% da matéria-prima é importada. “Tirando o leite e o açúcar, o resto vem de fora. A base do sorvete e o maquinário são da Itália. A pera é da Argentina e o limão da Sicília. Mas o que dá para achar aqui, como algumas frutas, não vejo porque não usar”, esclarece Tonolli.

Segundo o empresário, alguns fornecedores italianos vão abrir uma planta no Brasil ou na América do Sul. “Estou contando com isso para não precisar mais importar. Elas vão trazer o produto da Itália e fazer o último nível de acabamento aqui”, conta.


Fonte : Exame 

11 Commenti

  1. BOM DIA SOU BRASILEIRO DE MG (INTERIOR) MAS MORO EM MILAO GOSTARIA MUITO DE ABRIR UMA GELATERIA ITALIANA NA MINHA CIDADE,MAS COM PRODUTOS ITALIANOS DIREI (MATERIA PRIMA)COM FACO PARA RECEBER ESSES PRODUTOS AI NO BRASIL?SE PUDER ME RESPONDER FICO MUITO AGRADECIDO.BOM DIA E SUCESSOS. MINHA EMAIL J.C.TEIXEIRA@HOTMAIL.IT

  2. Buona sera sono Portoguese e me piaceva lavorar in Brasil ,lavoratto in Germania 10 anni in gelataria sempre con italiani ,sempre mi trovatto bene. faceva di tutto cope ,laboratorio ,
    Vengo chiedere se po me dar le oportunita di lavorare per lei.
    lascio qua il mio mail:leonamarco@gmail.com
    Telefono:00351961594194
    Gracie scusa no scrivere bene.

  3. La materia prima è importata dall'italia!? Con tutto quel ben di dio di frutta che c'è in brasile e il latte non manca, cosa importano le basi già preperate?poi il gelato artigianale come lo intendiamo noi italiani piace ai brasiliani ne consumano si vende?
    Ciao a tutti Stefano.

    • Il gelato italiano piace eccome , anche se le abitudini di consumo ( orari soprattutto ) sono diverse soprattutto qui a Natal dove difficilmente una gelateria apre la mattina . Il latte è ovviamente acquistato localmente ma molte basi devono venire dall'Italia perchè non esiste solo il gelato alla frutta anzi … pensa solo al pistacchio , alla nocciola , ecc

  4. Leonardo,

    io stò importando e vendendo prodotti per la pesca:

    Considerando le tasse di importazione (60%+18%icms estadual in Minas+tassa sul peso della merce) + la pratica di "desembaraço aduaneiro" che per beni di valore inferiore a 3.000 U$D si fà tramite Declaraçao Semplificada de Importaçao,
    per valori superiori devi avere il registro Radar al Siscomex.

    Quanto sopra viene calcolato sul valore dei prodotti incluso il costo di spedizione e l'eventuale assicurazione.

    A conti fatti paghi 2 volte il prodotto che importi e sei vicino al 100% del valore, al quale devi aggiungere le commissioni della banca, la IOF e il cambio se compri in real.

    E' per questo che i prodotti importati in Brasile sono così cari.

    Francesco (Uberlàndia)

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