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SELIC al 9%

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L’ultimo taglio dell’anno 2012 alla SELIC è stato  “consumato ” . La torta della taxa di juro si è ulteriormente rimpicciolita ma , almeno per quest’anno, non si prevedono ulteriori riduzioni . Previsione  contrastanti sul futuro della SELIC , il Ministero della Pianificazione la vede in calo progressivo all’8% entro il  2015  al contrario della indagine Focus pubblicata dal Banco Centrale che la vede risalire già il prossimo anno al 10% . Entrambe le previsioni sono in realtà espressioni di volontà politiche più che di analisi economiche . Il fatto è che in questo momento la SELIC è al 9% e la decisione del COPOM è stata unanime . Sapremo il 26 Aprile quali sono state le ragioni che hanno motivato tale scelta , quando sarà pubblicata l’Ata della riunione . 
Per i nostalgici pubblico questo grafico dell’andamento della SELIC negli ultimi 5 anni e prima dell’inizio dei tagli progressivi iniziati nel 2011 e che l’anno portata dal 12.5% al 9% di oggi .    




O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central repetiu nesta quarta-feira a dosagem de 0,75 ponto percentual (pp) aplicada em março e reduziu, por unanimidade, sem viés, a taxa básica de juros (Selic) de 9,75% para 9% ao ano.

Na ata da reunião anterior do colegiado de diretores do Banco Central (BC), a redução de 0,75 pp já havia sido sinalizada. A maioria dos analistas financeiros também manifestou a expectativa no boletim Focus, divulgado na última segunda-feira, pela autoridade monetária.
Foi a sexta redução consecutiva na taxa básica de juros desde o final de agosto do ano passado, quando a Selic estava em 12,5% e o Copom cortou 0,5 pp, dando início ao processo de afrouxamento da política monetária. A decisão dividiu a diretoria do BC à época e surpreendeu a maioria dos analistas financeiros, que apostavam na manutenção dos juros de então, depois de cinco altas, a partir de janeiro de 2011, quando a Selic estava em 10,75%.
Agora, o mercado trabalha com a expectativa de que o BC mantenha a Selic estável pelo resto do ano, do modo a avaliar os efeitos dos juros mais baixos em um ambiente sem pressões inflacionárias, apesar das preocupações com a crise econômica internacional. A leitura mais aprofundada do cenário econômico interno e externo, no entanto, só será conhecida com a divulgação da ata da reunião de hoje na próxima quinta-feira (26).

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6 Commenti

    • Come detto in precedenza l'azione del governo Dilma per contrastare l'effetto della crisi è la svalutazione del real. Pertanto , fino a che non scoppia una nuova bomba Grecia , possiamo aspettarci effettivamente questi valori del cambio .Cambio di rotta in che senso ? Lobiettivo è sempre lo stesso , mantenere la crescita economica senza " abrir mao" dalla inflazione .

    • DA DICEMBRE A FEBBRAIO C'E' SEMPRE STATA "ALTA DO REAL", QUESTA DISCESINA ARRIVA IN RITARDO RISPETTO AGLI ALTRI ANNI. ECCO PERCHE' LA SELIC CHE SCENDE ALL'8%, E CHE DUNQUE COMPORTA RIENTRI NETTI AL 6%, E' PERICOLOSA PER LA CAPACITA' D'ATTRAZIONE CAPITALI DALL'ESTERO!!COL CAMBIO DEL REAL FLUTTUANTE PUOI GUADAGNARE A DICEMBRE E AD APRILE VEDERE I TUOI RENDIMENTI TAGLIATI AL RIBASSO DAL MERCATO VALUTE….SE LA SELIC CI METTE DEL SUO SI FERMANO I FLUSSI STRANIERI,VERA LOCOMOTIVA PER L'ECONOMIA BRASILIANA!!DILMA HA UN APPROCCIO TROPPO IDEOLOGICIZZATO CON L'ECONOMIA, AD OGGI MI HA FATTO LARGAMENTE RIMPIANGERE LULA!!

      GINO

  1. Io non capisco perche si scrive che il rendimento del 9% corrisponde al 7% netto (nel caso di Gino 8% corrispode al 6%). La tassazine in Brasile non è del 12,5% per gli investimenti superiori = a un anno?
    Grazie

  2. A ofensiva da presidente Dilma contra os bancos privados gerou uma disputa dentro do próprio governo, informa reportagem de Valdo Cruz e Sheila D’Amorim, publicada na Folha de São Paulo deste domingo.

    Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal passaram a trocar farpas nos bastidores e protagonizaram uma “corrida” pelo posto de líder no corte de juros, com anúncios seguidos de reduções.

    Segundo a Folha apurou no governo, o BB acusa a Caixa de ser agressiva demais e assumir risco excessivo com os cortes de juros em suas principais linhas de crédito.

    Do lado da Caixa, a resposta é que o BB teme perder espaço comercial e está pressionado pelo Palácio do Planalto por conta de sua posição “conservadora” ao iniciar o processo de redução de suas taxas de juros.

    Na avaliação de um assessor presidencial, a Caixa aposta que o crescimento de suas operações e do número de clientes será mais do que suficiente para cobrir os cortes que estão sendo efetuados, sem gerar pressões por recursos do Tesouro.

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