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SELIC al 7,5% : nuovo record storico !

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A taxa básica de juros (Selic) foi reduzida pela nona vez seguida pelo Banco Central (BC) e passa de 8% a 7,5% ao ano – o menor valor histórico. A redução, anunciada nesta quarta-feira, está de acordo com as previsões do mercado, que apostavam em uma queda de 0,5 ponto percentual (pp). A mínima já registrada havia sido de 8%, entre julho e agosto deste ano.

Em nota, o BC afirmou que considerando os efeitos das ações implantadas até o momento, que se refletem na recuperação econômica, o Copom entende que o cenário comporta um ajuste, mas que esse movimento deve ser moderado e conduzido com sobriedade.

O BC informou ainda que votaram pela redução da Selic para 7,5% ao ano os seguintes membros: Alexandre Antonio Tombini (presidente do BC), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.

Em 2012, o Copom já reduziu a Selic em 3,5 pontos percentuais. Esta foi a nona redução consecutiva na taxa básica de juros desde o final de agosto do ano passado, quando a Selic estava em 12,5% e o Copom cortou 0,5 ponto, dando início ao processo de afrouxamento da política monetária. Na segunda-feira, o mercado bateu o martelo em um corte de 0,50 ponto percentual na Selic, para 7,50%, manteve a perspectiva de que a taxa básica de juros encerrará este ano a 7,25%, segundo a pesquisa Focus do BC.

A queda visa dar um novo estímulo à economia brasileira no segundo semestre. Com o baixo desempenho registrado na primeira metade do ano, o governo está preocupado com a possibilidade de o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a soma de todas as riquezas produzidas no País, crescer menos do que os 4% previstos. O Banco Central já reduziu de 3,5% para 2,5% a expectativa de alta do PIB para este ano.

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5 Commenti

  1. O nono corte seguido na taxa básica de juros acirrou ainda mais a disputa de rentabilidade entre a caderneta de poupança e os fundos de renda fixa. Com a Selic em 7,5% ao ano apenas os fundos com taxa de administração igual ou inferior a 0,5% superam o rendimento da poupança no curto prazo. Já os fundos com tempo de aplicação mais longo, entre seis meses e dois anos, ainda são vantajosos com taxas de até 1%. E apenas os fundos com resgate acima de dois anos valem a pena com custo de administração de 1,5%.
    As diferenças entre os produtos são porcentualmente pequenas e exigem atenção do poupador. A partir de agora, a nova poupança terá rendimento anual de 5,25% e mensal de 0,427%. Já um fundo com prazo de aplicação de até 180 dias e taxa de 0,5% renderá 0,44% por mês. No entanto, se o custo de administração subir para 1%, o rendimento já cai para 0,42% – inferior, portanto, à caderneta, segundo simulação realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).
    Numa simulação em que a Selic permaneça no patamar de 7,5% por um ano, um investimento de R$ 1 mil na nova poupança resultaria em R$ 1.052,50 no fim do período.
    "Para não perder clientes, os bancos terão de reduzir mais a taxa de administração e o valor mínimo para aplicação. Quando a Selic estava acima de 12,5%, eles cobravam 3% ou 4% de taxa de administração. Agora, com o juro mais baixo, não tem sentido", afirma o vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira.
    No caso dos fundos, o tempo de aplicação influencia diretamente na rentabilidade, uma vez que a tributação é definida de acordo com o prazo. As alíquotas de Imposto de Renda variam entre 22,5% e 15%, sendo que a última vale para investimentos a partir de dois anos.
    "Para comparar os fundos com a caderneta, o poupador deve ter atenção especial ao Imposto de Renda", alerta o professor José Dutra Vieira Sobrinho, da Fipecafi.
    Na avaliação do professor, a rentabilidade divulgada pelas instituições financeiras muitas vezes não considera o impacto do tributo, o que faz com que o investidor não tenha números precisos para a tomada de decisão.
    A vantagem da poupança sobre outras modalidades de investimento é que ela não possui custos administrativos e também não tem a incidência de Imposto de Renda.

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,nova-poupanca-bate-maioria-dos-fundos,124786,0.htm

  2. Il disappunto della popolazione per i continui ribassi, cominciati l'anno scorso ad agosto quando il Selic era al 12,5% si traduce in rabbia per la differenza di rendimento della poupança e come se non bastasse gli istituti bancari non stanno diminuendo i tassi sui prestiti, fattore che aggrava la spesa economica della classe media, ma non e' tutto;
    ci sono delle banche appartenenti allo stato e questa riduzione dei tassi non e' proporzionalmente in linea con i ribassi (che non ci sono stati) riguardanti le tasse di amministrazione delle banche.
    Diciamo che il nuovo ribasso del Selic ha piu' una funzione cautelativa in quanto la barca non sta affondando, anzi l'ottimo andamento del mercato del lavoro e la ripresa dell'industria interna (grazie agli incentivi ai consumi) pongono il Brasile in uno stato di cauto ottimismo, non fosse per l'inflazione che rimane sempre un reale pericolo per l'economia del paese.

    • Io la vedo così

      ad Agosto 2011 colloco in fondi R$ 500.000 e percepisco il 10% netto ovvero R$ 50.000 . Oggi ne percepisco R$30.000 . La differenza , ovvero ben R$20.000 sono utilizzati dalle Banche/Governo per finanziare i consumi imprestando soldi a tassi comunque ben maggiori . Risultato : il denaro è " trasferito "da noi risparmiatori alle casse delle Banche . Soluzione : tirare via i soldi dalle banche tenendo il minimo indispensabile .

  3. Vorrei chiedere una cosa dato che io sono un poco ignorante in argomento: qualcuno mi può spiegare l'influenza della SELIC su poupança e CDB?
    Poi credo che vi racconterò una barzelletta 🙂
    Poi,cosa ne pensate del CDB prefixado?
    Saluti
    Cristian

  4. La poupança è ora remunerata ad un tasso pari al 70% dell'indice SELIC + una piccola Tassa Referencial mentre i CDB delle varie banche sono generalmente indicizzate al D.I. (Deposito Interbancario) che è strettamente collegato alla SELIC decisa dal Coupon 8 volte l'anno.
    E'lo strumento tramite il quale si determina la politica monetaria in Brasile.
    Troverai maggiori notizie qui
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_SELIC

    Il CDB prefixado rende meno del postfixado e oggi lo sottoscriveresti ad un tasso molto basso. Nel caso andava acquistato mesi fa, ora mi sembra una mosssa tardiva anche perchè dovremmo essere giunti al punto più basso (o quasi) nella curva discendente dei tassi. Sottoscrivendolo oggi ti assicureresti un tasso basso anche per gli anni a venire.

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