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Il primo matrimonio gay del Rio Grande do Norte

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Sono due funzionari pubblici di 43 e 49 anni i protagonisti di questa storia . Dopo aver formalizzato la loro unione ricorrendo al nuovo strumento giuridico della Unao Estavel i due hanno deciso di adottare due bambini . L’adozione ha rafforzato in loro la convinzione di fare il grande passo consentito dall’ Articolo 1723 del Codice Civile che recita ” l’unione stabile potrà essere convertita in matrimonio mediante richiesta dei due conviventi al giudice e  assento nel Registro Civile “
Dopo un rifiuto iniziale la richiesta è stata approvata in appello alla unanimità il 23 Agosto di quest’anno creando il primo precedente storico nel Rio Grande do Norte .

Um casal que não mediu esforços para ver concretizado o sonho de constituir uma família. Esta é a melhor definição para contar a história da primeira relação estável homossexual a ganhar status de casamento civil no Rio Grande do Norte. Os dois homens são funcionários públicos, um de 43 e outro de 49 anos de idade e amadureceram a ideia de formalizar o relacionamento desde que adotaram dois filhos, há quatro anos. Eles vivem juntos há uma década e se beneficiaram do novo momento jurídico que vive o Brasil. A mudança de união estável em casamento é fundamentada no artigo 1.723, do Código Civil, que diz que “a união estável poderá converter-se em casamento mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento no Registro Civil”. Mais do que uma questão jurídica, o casamento dos dois potiguares representa a quebra de um paradigma. 


“O sentimento de paternidade e a presença das duas crianças no convívio familiar”



Discreto, o casal não quer fotos nem nomes publicados para evitar a exposição dos filhos. Os dois se conheceram no aniversário de umamigo em comum, viveram um relacionamento forte e em pouco tempo estavam morando juntos. “Fomos amadurecendo a ideia de formalizar a união estável. Depois surgiu a vontade de adotar um filho. O sentimento de paternidade e a presença das duas crianças no convívio familiar foram importantes para dar ainda mais estabilidade à nossa relação. Acredito que se não houvesse as crianças, talvez tivéssemos apenas nos limitado à união estável”, conta um deles. A família vive em um apartamento de Lagoa Nova, bairro de classe média alta da capital potiguar. 

Apesar de outros casais já terem conseguido pedido semelhante nos estados do Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Santa Catarina, o fato é inédito no Rio Grande do Norte. O pedido de casamento foi julgado esta semana, no dia 23 de agosto, pela 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. O recurso de apelação civil pleiteava a reforma da decisão de 1ª instância, que havia negado a conversão da união estável em casamento de casal homoafetivo. A Câmara decidiu, por unanimidade de votos, dar provimento ao apelo e declarou o casamento válido. Formou jurisprudência, ou seja, abriu um precedente. 

O casal diz que pouca coisa muda na rotina, mas o sentimento de conquista será compartilhado numa viagem que já haviam marcado no mês de setembro. “Não muda a rotina, mas senti emoção quando a decisão saiu”, contou um deles. “Talvez tenha sido mais um passo dado para encorajar outros casais a fazer o mesmo. Nós abrimos o caminho”, completou o marido. Os dois estão planejando uma festa no mês de outubro para marcar solenemente o casamento. “Os amigos estão cobrando”. Na mesma data, vão receber a certidão de casamento do tabelião, em um cartório de notas. Em seguida, partirão para a lua de mel. 

Fonte Diario de Natal


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4 Commenti

  1. Oi pessoal, nossa que noticia boa neh, finalmente agora posso voltar para o Brasil, moro no exterior atualmente. Vou direto para o Rio grande do norte, passar uma temporada e procurar noivo gay ou bissexual. Se alguem tiver interessado em compartilhar moradia porque tambem esta indo para o Rio grande no norte para se casar, por favor ponha-se em contacto.

  2. Riporto queste parole di Nichi Vendola sulla Repubblica di oggi

    " A 54 anni voglio dire che mi voglio sposare con il mio compagno. Rivendico questo .Come cittadino, come persona e come cristiano voglio poter vivere una discussione vera e chiedere al mio Stato e alla mia Chiesa per quale motivo progetti d'amori non possono essere liberati da un tappo di Medioevo che tante volte ha ferito la nostra vita"

  3. Chissá perché, ma anche con tutto lo sforzo non riesco a vederci niente di buono; Sembra che tutti corrano dietro ai propri strani "diritti" e tutti sostengono di farlo in nome della "libertá". Credo che la societá moderna un giorno pagherá le conseguenze di tanto predicare improbabili diritti e libertá.

  4. Domenico Scilipoti, parlamentare trasformista e prezzolato della Repubblica italiana:

    "La famiglia tradizionale è quella formata da un uomo e una donna ed è il valore cardine di ogni società. I Governi hanno il compito di sostenerla dal punto di vista economico e sociale. Chi arriva al punto di sostenere il matrimonio gay non solo non si dimostra un buon cattolico cristiano, ma potrebbe giocare a favore dell'estinzione dell'umanità"

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