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Il 13 Marzo inizia il XII Salone Immobiliare del RN

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Il 13 Marzo inizia il XII Salone Immobiliare qui al Centro Fieristico di Natal nella splendida cornice della Via Costiera . Quest’anno verranno offerte al pubblico 25 000 unità abitative con prezzi variabili da R$ 70000 a R$ 2 milioni . L’attenzione dei costruttori e degli investitori  è altissima essendo il settore in una fase di ” riflessione ” .


Conviene ancora investire in immobili ? Esistono oggi alternative con maggiore rendimento ? Sono queste le domande a cui tenta di dare una risposta l’articolo che riporto da Tribuna do Norte . I pareri sembrano unanimi : il panorama a non è stato mai tanto favorevole all’acquisto di un immobile per abitarci . Acquistare , invece avendo come obiettivo l’affitto , può essere pregiudiziale per quanto riguarda la redditività gell’investimento che oggi non raggiunge il 6% .


Naturalmente l’immobile resta l’investimento sicuro per eccellenza ma in questo momento  esistono applicazioni bancarie che rendono di più . Naturalmente questa è l’opinione dell’intervistato che vende titoli di Credito Immobiliario . La mia personale opinione è che il rendimento del 6% è vero solo nel caso di immobili residenziali  mentre nel caso di uffici esiste ancora un margine interessante , se si compra al prezzo giusto . 



O cenário nunca foi tão favorável para quem deseja comprar um imóvel. Fatores como desemprego em baixa, aumento da renda, redução das taxas de juros e aumento da oferta de crédito não lembram nem de longe o cenário vivido anos atrás. 

Embora o setor esboce reação após um ano de baixa, há quem acredite que comprar imóveis para alugar não seja um bom negócio no estado. “Para quem deseja comprar um imóvel para morar, o momento é esse. Já para quem quer comprar um imóvel para alugar, não”, analisa Marco Antônio de Oliveira, diretor administrativo da Companhia Hipotecária Brasileira (CHB), com sede em Natal e escritório em São Paulo. 

O investimento é seguro, atesta Renato Gomes, diretor da Procuradoria de Imóveis, mas está atualmente entre os menos rentáveis, como aponta um levantamento realizado pela CHB à pedido da TRIBUNA DO NORTE. De acordo com o levantamento, alugar um apartamento de R$ 340 mil, por R$ 900, renderia ao final do ano um rendimento líquido de R$ 10,8 mil, considerando as condições da taxa Selic do último dia 7 (7,25% ao mês). Já aplicar o mesmo valor em outras modalidades de investimento, como a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) – título de crédito lastreado por créditos imobiliários – renderia ao final do mesmo período 2,3 vezes mais (R$ 25.364). 

O retorno que os investidores têm conseguido alugando imóveis no Brasil, de acordo com uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), caiu de 7% para 6% ao ano, em média, nos últimos cinco anos. Os preços dos imóveis subiram muito e os valores de locação não acompanharam a escalada, reduzindo o rendimento médio com os aluguéis, explicou a Fundação, em entrevista ao jornal Valor Econômico. Até a Nova Poupança, que ficou menos atrativa com a mudança de regras ocorrida em meados do ano passado, está remunerando melhor o investidor, segundo a CHB..

“Investir em imóveis pode até ser mais seguro, mas quem quer ganhar dinheiro, não busca segurança. Busca rentabilidade”, completa Marco Oliveira, diretor administrativo da Companhia Hipotecária. Ele investe no setor imobiliário, mas indiretamente, comprando ‘papéis’ de captações de instituições financeiras com lastro (garantia) em imóveis.

“O retorno com os aluguéis não ultrapassa 5% do valor aplicado ao ano. É uma taxa muito pequena, se comparada a outras modalidades de investimento”, observa o executivo. O cenário, confirma Marco, é favorável para quem deseja comprar a casa própria, mas não para quem quer ganhar dinheiro com aluguel.

Preço de casas e apartamentos está mais ‘salgado’

A publicitária Lorena Maria Azevedo Dantas Uehara, 30, chegou de São Paulo há dois anos com a família, e busca um novo apartamento em Natal. O bairro de Tirol é a preferência. Lorena tem quase dez meses para entregar o apartamento em que mora atualmente, mas já começou a se movimentar. Ela certamente encontrará preços mais salgados.
Estudo realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostra que o preços das casas e apartamentos subiu até 18% no país. O incremento foi registrado em Recife, Pernambuco. A Fundação não dispõe de dados locais, mas espera divulgar a variação dos preços em Natal nos próximos meses.

Campeão de aumento

Segundo o Global House Price Index, índice de preços imobiliários no mundo produzido pela empresa, os preços dos imóveis no país subiram 15,2% nos 12 meses até o terceiro trimestre de 2012, maior alta global. Em seguida, ficaram os mercados de Hong Kong, com alta de 14,2% nos preços, e Turquia, com valorização de 11,5% nos imóveis.

Com a ‘valorização’ dos imóveis, observa Ricardo Abreu, diretor da Brazil Brokers Abreu, as chances de cobrar mais na hora de alugar ou revender aumentam. A rentabilidade do negócio, entretanto, depende “da hora em que o investidor entra e sai do mercado”, observa Arnaldo Gaspar Júnior, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil. “Não dá para comprar um imóvel por R$ 100 mil e na outra semana colocar por R$ 210 mil. Tem que esperar o momento certo para revender”, complementa Renato Gomes, diretor da Procuradoria de Imóveis.

Demanda no setor deve subir este ano
A procura por imóveis deve aumentar ao longo de 2013, de acordo com o setor. Segundo levantamento do Data Popular, empresa especializada no mercado popular do Brasil, 7,9 milhões de famílias da classe média pretendem comprar um imóvel nos próximos dois anos. Só a Procuradoria de Imóveis espera alugar e revender 20% mais casas e apartamentos este ano. A Padrão Imóveis prefere não fixar um percentual, mas afirma que também fechará mais negócios. A Ecocil, por sua vez, espera vender 30% mais unidades habitacionais e já se prepara para lançar mais oito empreendimentos na Grande Natal em 2013. “Investir neste mercado será sempre vantajoso”, argumenta Renato Gomes, diretor da imobiliária Procuradoria de Imóveis, discordando de Marco Oliveira, da CHB. “Tem muita gente procurando imóvel”, completa Jaílson Dantas, diretor da Padrão Imóveis, e presidente do Sindicato do Setor Imobiliário do Rio Grande do Norte (Secovi).

Diversificando

Vinício de Souza e Almeida, coordenador do programa de especialização em Mercado de Capitais e professor adjunto no Departamento de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), prefere não tomar partido e sugere ao investidor que diversifique suas aplicações. “A palavra de ordem é diversificação”.

Embora reconheça que comprar imóveis para revender ou alugar seja caro e não esteja entre as opções mais rentáveis do mercado, Vinício afirma que a decisão de investir ou não neste mercado deve considerar, além do cenário atual, o perfil do investidor e o objetivo do investimento.

Evento vai mostrar opções disponíveis no RN

Quem procura um imóvel, seja para morar ou investir, pode visitar o 12º Salão Imobiliário do Rio Grande do Norte, que começa na próxima quarta-feira, dia 13, e vai até 17 de março, no Centro de Convenções, na Via Costeira. O objetivo, segundo os organizadores, é alavancar as vendas do setor no estado e gerar pelo menos R$ 500 milhões em negócios só durante a feira. O valor é semelhante ao movimentado no ano anterior.

De acordo com Ocimar Damásio, organizador do evento, 25 mil unidades habitacionais estarão a disposição dos compradores. Em 2011, eram 20 mil. Serão oferecidos imóveis de alto padrão, em condomínios-clubes, na praia ou no campo, e também vários empreendimentos enquadrados no Minha Casa, Minha Vida. O valor das unidades ofertadas vai variar entre R$ 70 mil e R$ 5 milhões, alcançando todas as faixas salariais. “Nossa intenção é atender todo tipo de público”, explica Ocimar Damásio.

Ao todo, 186 expositores participarão do Salão este ano, que contará com uma central de atendimento da Caixa Econômica Federal, principal financiadora, como nos últimos anos. “O visitante já pode sair do evento com a chave do seu imóvel na mão. Teremos imóveis prontos para morar. Basta procurar a opção de negócio desejada e procurar a Caixa para acertar o financiamento. Por isso, orientamos que os visitantes levem os seus documentos e dados que possam facilitar o processo já no local do evento”, apontou Ocimar Damásio.

Segundo pesquisa de mercado divulgada no ano passado pela Cyrela Plano & Plano, o número de unidades lançadas na Grande Natal caiu de 8 mil, em 2003, para 2,3 mil, em 2012. O valor movimentado, entretanto, ficou estável. O valor médio por unidade subiu, mantendo o Volume Geral de Vendas em torno de R$ 1 bilhão. O setor espera retomar o crescimento e, segundo Ocimar Damásio, conta com ferramentas como o Salão Imobiliário.

Fonte : Tribuna do Norte 

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